O ULTIMO DIA NO TRABALHO
Enviado: 02 Jan 2023, 13:10
O relato que vou contar, ocorreu em junho de 2022. Eu trabalhava em uma empresa de RH no Centro do Rio, em um setor com apenas 03 funcionários, eu, o Rodrigo (um colega que estava na mesma função que eu) e nossa gerente Emília. Uma senhora de 47 anos, pele branca, 1,70 de altura (aproximadamente), com uns 75 kg, cabelos loiros e usava oculos quando tinha que ler relatórios. Seu corpo era de uma mulher normal para alguém da sua idade, embora tivesse dois filhos. Tinha seios de tamanho natural, mas o que lhe chamava a atenção era sua bunda que vestida no uniforme da empresa ficava ainda atraente, levando qualquer um que olhasse a imaginar umas putarias.
Meu relacionamento com ela era agradável, por causa da nossa diferença de idade (eu tenho 25), ela meio que me tratava como um filho enquanto que com o Rodrigo ela já não tinha tanta afinidade.
Naquela semana eu estava encerrando o meu cumprimento de aviso prévio. Tinha passado em um concurso e iria tomar posse no mês seguinte. No último, o dia em questão, o Rodrigo não foi trabalhar por problemas pessoais, ficando apenas eu e dona Emília no escritório. Era final de mês, já tinhamos fechado a maioria dos relatórios e folhas de pagamento, e passamos o dia todo praticamente conversando, contando histórias pessoais e ela dizendo que iria sentir minha falta no setor. Papo vai, papo vem, ela começou a me perguntar coisas mais íntimas, acho que por saber que não iriamos nos ver novamente tão cedo, se sentiu desinibida:
- E então H***, agora que vai embora já pode confessar seus pecados pra mim – disse ela com tom de brincadeira.
- Meus pecados? Como assim? - respondi como quem queria saber mais aonde ela queria chegar.
- Vai dizer que você não ficava olhando pra minha bunda toda vez que eu passava em frente a sua mesa?
Naquele momento fiz cara de surpreso, e realmente estava [risos]. Eu sempre a cobiçei com os olhos toda vez que ela passava pela minha mesa, que ficava em frente a porta de entrada do escritório. Muitas vezes ela fingia esbarrar com a bunda em minha mesa e dizia “está cada vez maior minha bunda né” e eu retrucava com tom jocoso “tá no ponto!” e ela continuava o seu caminho dela rindo e me chamando de bobo.
- Não tem como não reparar essa sua bunda nesse uniforme – Respondi.
- Eu sei. E eu gostava quando você brincava falando que estava no ponto. Levantava minha auto estima.
- Mas quem disse que eu brincava? – Dando logo a invertida.
- É mesmo é? Rsrs
Pronto! Senti que era exatamente a abertura que ela queria para ingressar de vez uma uma proposta que seria muito interessante pra mim.
Ela se inclinou sobre a mesa dela e olhou para mim, que estava sentando em sua frente. Eu já estava de pau duro com aquele nosso papo, e ela foi verificar o quão excitado eu estava.
- O que foi? - Perguntei
- Nada. Quero apenas conferir algo.
Nesse momento ela se levantou e foi até a porta do escritório e fechou com a chave. Quando retornou disse que aquilo seria algo que ficaria apenas entre nós e não deveria nunca sair dali.
Ela se abaixou em minha frente, amarrou o cabelo com rabo de cavalo (e é lógico que naquele momento eu já sabia o que ia rolar) e começou a passar a mãe sobre minha calça sentindo o voluma sob ela.
Ela olhava para mim (estava usando o óculos habitual) e disse “eu tô querendo fazer isso a algum tempo” Abriu o meu ziper e caçou o brinquedo pra fora. E sem charme nem exitação, começou a chupar lentamente a cabeça da minha rola. Eu relaxei na cadeira e ficava apenas aproveitando aquele momento. Aos poucos eu fui abrindo o cinto e desabotoando a calça para que pudesse oferecer a ela mais.
E então ela começou a mamar com mais vontade. Aquela chupada sem pudor. Descia lambendo as bolas deixando a minha rola toda babada. Naquele momento eu já estava em êxtase de tesão. Quando ouço ela dizer “não goza ainda”.
Ela se levantou na minha frente e começou a desabotoar aquela calça apertada dela. Eu olhava pra o seu rosto e parecia uma adolescente safada cheia de tesão doida pra dar pra o namorado [risos].
A calcinha dela era vermelha e com rendas. “já estou toda molhada” disse. Ela se virou e, procurando o meu pau com a mão direita, foi ajustando ele pra entrar certeiro enquanto ela aterrizava com aquele rabo maravilhoso no meu colo. A filha da puta estava tão molhada que a rola entrou sem qualquer resistência. Ela rebolava ajustando a bucetinha no meu pau e ao mesmo tempo segurando os gemidos. Eu coloquei as mãos pela frente dela e agarrei seus seios. Naquele exato momento foi como se eu tivesse montado em uma égua selvagem. Ela começou a rebolar e dar pequenas sentadas no meu pau. Ela queria sentir toda minha rola entrando na sua buceta molhada. E então, como um ousado domador de éguas, recuei a mão direita e fui deslizando por sua cintura, descendo por sua bunda até chegar a entrada do seu cuzinho. “você é um safado mesmo, já tá querendo fuder até meu cuzinho”. Ela diminiu a velocidade mas disse que não ia me dar o cuzinho [risos]. Não custa tentar.
Ela voltou a rebolar no meu colo com mais intensidade e depois senti pressionar meu pau com a buceta. Eu sabia que naquele momento ela tinha gozado.
Perguntou pra mim “Você gozou?”
Respondi “Ainda não.”
Ela se levantou, se ajuelhou outra vez na minha frente, começou a me punhetar e disse “goza na minha boca”.
Ora, seu desejo é uma ordem! E em menos de 01 minuto eu já estava jogando leitinho na boquinha dela. E então ela fechou com chave de ouro aquele momento e engoliu a minha porra. “É, até que está doce” [risos].
Nos levantamos, e colocamos de volta as roupas. Ela foi ao banheiro. Disse que precisava se lavar. Que não tinha como chegar em casa daquela forma. E eu retornei pra minha mesa ainda alucinado com os 30 minutos de loucura que tinham rolado ali.
Ela retornou a sala, e ao entrar disse
- Isso nunca aconteceu!
- “Isso” o quê?
- Exatamente – retrucou rindo e caminhando para a sua mesa.
E esse foi o último dia de trabalho. Nunca mais mantivemos contato mais com certeza nunca será esquecida.
Meu relacionamento com ela era agradável, por causa da nossa diferença de idade (eu tenho 25), ela meio que me tratava como um filho enquanto que com o Rodrigo ela já não tinha tanta afinidade.
Naquela semana eu estava encerrando o meu cumprimento de aviso prévio. Tinha passado em um concurso e iria tomar posse no mês seguinte. No último, o dia em questão, o Rodrigo não foi trabalhar por problemas pessoais, ficando apenas eu e dona Emília no escritório. Era final de mês, já tinhamos fechado a maioria dos relatórios e folhas de pagamento, e passamos o dia todo praticamente conversando, contando histórias pessoais e ela dizendo que iria sentir minha falta no setor. Papo vai, papo vem, ela começou a me perguntar coisas mais íntimas, acho que por saber que não iriamos nos ver novamente tão cedo, se sentiu desinibida:
- E então H***, agora que vai embora já pode confessar seus pecados pra mim – disse ela com tom de brincadeira.
- Meus pecados? Como assim? - respondi como quem queria saber mais aonde ela queria chegar.
- Vai dizer que você não ficava olhando pra minha bunda toda vez que eu passava em frente a sua mesa?
Naquele momento fiz cara de surpreso, e realmente estava [risos]. Eu sempre a cobiçei com os olhos toda vez que ela passava pela minha mesa, que ficava em frente a porta de entrada do escritório. Muitas vezes ela fingia esbarrar com a bunda em minha mesa e dizia “está cada vez maior minha bunda né” e eu retrucava com tom jocoso “tá no ponto!” e ela continuava o seu caminho dela rindo e me chamando de bobo.
- Não tem como não reparar essa sua bunda nesse uniforme – Respondi.
- Eu sei. E eu gostava quando você brincava falando que estava no ponto. Levantava minha auto estima.
- Mas quem disse que eu brincava? – Dando logo a invertida.
- É mesmo é? Rsrs
Pronto! Senti que era exatamente a abertura que ela queria para ingressar de vez uma uma proposta que seria muito interessante pra mim.
Ela se inclinou sobre a mesa dela e olhou para mim, que estava sentando em sua frente. Eu já estava de pau duro com aquele nosso papo, e ela foi verificar o quão excitado eu estava.
- O que foi? - Perguntei
- Nada. Quero apenas conferir algo.
Nesse momento ela se levantou e foi até a porta do escritório e fechou com a chave. Quando retornou disse que aquilo seria algo que ficaria apenas entre nós e não deveria nunca sair dali.
Ela se abaixou em minha frente, amarrou o cabelo com rabo de cavalo (e é lógico que naquele momento eu já sabia o que ia rolar) e começou a passar a mãe sobre minha calça sentindo o voluma sob ela.
Ela olhava para mim (estava usando o óculos habitual) e disse “eu tô querendo fazer isso a algum tempo” Abriu o meu ziper e caçou o brinquedo pra fora. E sem charme nem exitação, começou a chupar lentamente a cabeça da minha rola. Eu relaxei na cadeira e ficava apenas aproveitando aquele momento. Aos poucos eu fui abrindo o cinto e desabotoando a calça para que pudesse oferecer a ela mais.
E então ela começou a mamar com mais vontade. Aquela chupada sem pudor. Descia lambendo as bolas deixando a minha rola toda babada. Naquele momento eu já estava em êxtase de tesão. Quando ouço ela dizer “não goza ainda”.
Ela se levantou na minha frente e começou a desabotoar aquela calça apertada dela. Eu olhava pra o seu rosto e parecia uma adolescente safada cheia de tesão doida pra dar pra o namorado [risos].
A calcinha dela era vermelha e com rendas. “já estou toda molhada” disse. Ela se virou e, procurando o meu pau com a mão direita, foi ajustando ele pra entrar certeiro enquanto ela aterrizava com aquele rabo maravilhoso no meu colo. A filha da puta estava tão molhada que a rola entrou sem qualquer resistência. Ela rebolava ajustando a bucetinha no meu pau e ao mesmo tempo segurando os gemidos. Eu coloquei as mãos pela frente dela e agarrei seus seios. Naquele exato momento foi como se eu tivesse montado em uma égua selvagem. Ela começou a rebolar e dar pequenas sentadas no meu pau. Ela queria sentir toda minha rola entrando na sua buceta molhada. E então, como um ousado domador de éguas, recuei a mão direita e fui deslizando por sua cintura, descendo por sua bunda até chegar a entrada do seu cuzinho. “você é um safado mesmo, já tá querendo fuder até meu cuzinho”. Ela diminiu a velocidade mas disse que não ia me dar o cuzinho [risos]. Não custa tentar.
Ela voltou a rebolar no meu colo com mais intensidade e depois senti pressionar meu pau com a buceta. Eu sabia que naquele momento ela tinha gozado.
Perguntou pra mim “Você gozou?”
Respondi “Ainda não.”
Ela se levantou, se ajuelhou outra vez na minha frente, começou a me punhetar e disse “goza na minha boca”.
Ora, seu desejo é uma ordem! E em menos de 01 minuto eu já estava jogando leitinho na boquinha dela. E então ela fechou com chave de ouro aquele momento e engoliu a minha porra. “É, até que está doce” [risos].
Nos levantamos, e colocamos de volta as roupas. Ela foi ao banheiro. Disse que precisava se lavar. Que não tinha como chegar em casa daquela forma. E eu retornei pra minha mesa ainda alucinado com os 30 minutos de loucura que tinham rolado ali.
Ela retornou a sala, e ao entrar disse
- Isso nunca aconteceu!
- “Isso” o quê?
- Exatamente – retrucou rindo e caminhando para a sua mesa.
E esse foi o último dia de trabalho. Nunca mais mantivemos contato mais com certeza nunca será esquecida.