TD OFF - BBW FREGUESIA
Enviado: 14 Jun 2023, 09:58
Prezados Confrades, este TD é do estilo "só os fortes".
O ato ocorreu em set/2022. Fiquei muito tempo relutando se deveria escrevê-lo ou não, mas o engraçado foi que com o passar do tempo, ele acabou ficando parecido com um filme da Marvel: agora tem 2 cenas pós-créditos. Vale a pena rir até o final.
Tudo começou com a porra da minha diarista. Trabalha aqui em casa já faz alguns anos. Uma mulata carnuda, mas que eu sempre tratei com respeito e - até então - nunca tinha pensado em nada com ela. Ela tem um shape deste naipe:

A merda começou quando eu soube que ela se divorciou do marido. Até aí, tudo bem. O problema foi quando eu comecei a ouvir fofocas entre minha sogra e minha mulher, falando de como ela tava 'se jogando na pista', aproveitando a vida de solteira, dando mais do que chuchu na serra. A partir daí comecei a notá-la como uma mulher que gosta de piroca, e que poderia ser interessante eu meter a minha ali no meio daquelas coxas fartas também, já que ela as estava distribuindo.
Lógico que fiquei pensando 1.000x na merda que poderia dar se ela não quisesse, me desse um fora, pedisse pra cessar o serviço aqui em casa, e quando fosse contar pra patroa minha esposa esta sacasse o caroço no angu e desse merda prá mim. Cheguei a dar algumas pistas de que eu poderia ser um 'pau amigo', mas tudo muito sutilmente. Até que um dia, numa dessas de atravessar cozinha/área acabei dando uma sarrada nela sem querer e pedi desculpas.
Da parte dela, creio que não teve nada. Mas dali prá frente meu amigo aqui de baixo começou a ficar incontrolável, queria por que queria aquela bunda de qualquer jeito. Começou a enrijecer toda vez que a via lavando louça com aquela bunda enorme virada de costas pra sala. Cheguei a um dia ficar de home-office em casa sozinho com ela, e não me aguentei e fui pro banheiro bater uma punheta enquanto ela fazia os serviços. Mesmo cheio de tesão, consegui me controlar.
Mas... sabendo que se a coisa continuasse daquele jeito iria dar merda, resolvi realizar os desejos do meu amigo aqui de baixo de forma indireta, recorrendo ao site photoacompanhantes.com e procurando por uma Mulata BBW aqui no bairro. Encontrei uma. Fotos só de corpo, bem no que eu desejava, local perto que dava pra ir a pé do meu trabalho, anal sem frescuras. - "Vou meter nesse cu pensando naquela gostosa" disse pro Bráulio. Marquei com a pro e ela me encontrou na esquina da rua.
Deu vontade de desistir na hora. Prá já dar um spoiler para vocês, PELA PRIMEIRA VEZ NA MINHA VIDA eu comi uma mulher sem dar-lhe um único beijinho sequer na boca. Não rolou. A mulher era feia para caralho. Mas, guerreiro que é guerreiro não desiste nunca. Cai atirando porra. Então lá fui.
Chegando no local, percebi que era um portão de entrada única que dava acesso à 4 kitinetes (GUARDE ESSA INFORMAÇÃO!) . 2 casas em baixo e 2 em cima. Perguntei se havia problemas com privacidade, e ela disse que não.
Ao adentrar no recinto, percebi que não era um abatedouro alugado. Aquela era a residência dela mesmo. Coisa simples, com uma cama de casal onde ela dorme com o filho E PORTA-RETRATOS COM FOTOS DO MOLEQUE TE OLHANDO por todos os lados. Porra, eu acho que ele (com 9 anos) ainda não sabe o que a mãe faz da vida. Mas a gente, enquanto cliente, ter que comer a mãe dele com ele olhando (ainda que pelas fotos) era um pouco demais. O que não era nada demais pelo que veio a seguir.
No cômdo (único da casa, fora o banheiro) a mulher também criava UM PINCHER num cercadinho aberto - tipo esse:

Depois de limpar o chão e prender o Totó. Ela foi tomar um banho. -"É com anal que você vai querer, né?" perguntou, provavelmente para caprichar na limpeza do rabo. Menos mal, pois de cheiro de merda hoje já bastava a do cachorro. -"É!" Minutos depois ela veio, deitou na cama ao meu lado, perguntou o que havia me levado ali. Comentei e ela assentiu que isso era bastante comum. - "Além disso, meu trabalho tá foda e tem um monte de gente querendo comer meu rabo. Como não posso me vingar lá, vim aqui comer o seu." Ela riu para caramba, e viu que tava ferrada pois eu tinha tesão acumulado pela empregada e estresse em demasia no trabalho para extravasar. Após essa anamnese, ela começou os trabalhos.
Acho que ela já sacou, ao longo dos atendimentos, que os caras não fazem questão de beijinho na boca daquele tribufu. Então ela partiu logo pra um oral sem camisinha no garoto. Deixei ela bem à vontade. Também não senti vontade de chupar aquela buceta - agora me dei conta de que isso também foi fato inédito na minha carreira - até porque, se ela sentasse na minha cara eu provavelmente morreria sufocado.
- "Você quer comer meu cu, né? Já vou te dar. Só mete um pouquinho na minha buceta" . Ela disse e deitou. Comecei a socar num PPMM, e direcionei minha boca pras tetas dela, já que não queria mesmo beijo. Foi quando ela disse o que começaria a justificar a noite: - "Eu adoro dar o cu!"
Dito isso, ela ficou de quatro na beira da cama, empinou o rabo e arreganhou a bunda com as mãos. Essa visão me dá um tesão do caralho. Seguida da frase -"Mete esse caralho no meu cu, então", fez meu amigo pulsar de alegria. Soquei meu caralho naquele cu como poucas vezes havia feito na vida, enquanto ela gemia e se contorcia, aproveitando pra curtir a foda também e dizendo a todo momento como gostava daquilo. Que bom que ela realmente havia feito higiene completa do local e não houve mais surpresas desagradáveis naquela noite. Eu socava, dava tapas na bunda dela, xingava... Foi quando eu lembrei da proximidade das outras casas, mas ao mesmo tempo liguei a seta do foda-se e comecei a falar o nome da minha diarista, no que ela me chamava de patrão - "Come o cu da tua empregada safada, patrãozinho! Eu sempre quis te dar o meu cu. " , entrando na fantasia. Enchi a borracha de leite depois de um bom tempo e me joguei ao lado, aliviado.
No que seria aquele momento 'romântico' pós-ato, deitados pelados na cama, quando vi que teria que ficar de beijinhos e abraços com o tribufu, arrumei uma desculpa e fui logo pro banheiro me livrar de todos os vestígios para ir pra casa. Nos despedimos e ficou por isso mesmo. Tensão sexual reprimida devidamente aliviada, mas nunca mais que eu iria marcar com aquela perva. Uma vez foi o suficiente.
E, nesse meio tempo, minha diarista já arrumou um outro homem e se mudou pra casa dele, sossegando o facho na rua. O que contribuiu para diminuir meu interesse.
THE END VERSÃO BRASILEIRA HERBERT RICHARDS.