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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Saudações, confrades.
Minha estréia relatando aqui. Sou novato de Arena e se eu estiver cometendo algum equívoco, por favor me absolvam.
Bastante afastado do ofício por anos e não procurando por ele com medo de achar, caí na tentação de voltar a folhear algumas dessas revistas de meninas muito pobres que não têm nem o que vestir, do final de 2022 até a presente data. Sabem como é, essa vida é boa, mas não tão barata, e devendo 14 meses de aluguel é que não posso me dar tanto esse luxo, senão o velho pançudo quebra isso que chamo de cara. Nesse interim, tive a felicidade de encontrar essa moça dos povos originários, que, sem exagero algum, é uma das mulheres mais lindas que já pude estar acompanhado.
Um pouco traumatizado de experiências anteriores com meninas que prometiam ser a Glória, mas que na verdade eram Bruxas, abordei Pitanga no WhatsApp com a educação que uma moça bonita e formosa merece, para em seguida enviar-lhe um questionário minucioso sobre seu trabalho. A beldade respondeu-me com agilidade e paciência e acabou preenchendo todos os quesitos esperados: preço que cabe no bolso, boa localização, beija na boca, programa completão, não limita a quantidade de gozadas, aceita cartão e o mais importante, garantiu que as fotos do site correspondiam à realidade. Tudo que busco no meu filtro de desejum. Programa agendado e o Madruguinha já de piroca quase babando só de saber que iria sair do atraso em poucas horas. Ainda pensei em tocar uma bronha sem as luvas de cavaleiro antes de ir, mas acabei desistindo da calistenia. Talvez essa decisão mais tarde se mostrará um erro. A ver...
Banho tomado, calça jeans, camisa polo, sapatênis, cueca box vermelha nunca usada e loção de Paris no corpo. Assim parti com destino à Senador Dantas na Carioca. Um pouco cabreiro e temeroso, mas na expectativa de encontrar a índia certa na oca certa. Sua oca fica em uma aldeia a poucos metros da estação do metrô. Não é preciso se identificar na portaria, nos sobrando apenas o trabalho de escolher o elevador certo até a porta dela. Seu apartamento é a meia luz e no seu som toca pagode e funk da FM O DIA. Ela me recebe com um selinho e um sorriso simpático, vestindo uma lingerie vermelha que combina perfeitamente com a sua maravilhosa cor de jambo. Pra sorte de Madruguinha, dessa vez não era um fake e nem uma menina trabalhada no photoshop. Pitanga era real como nas fotos e a rola ao atestar isso ficou endurecida como o bolso de quem está sem trabalhar. Era aí que morava o perigo.
Apesar de estar limpo e cheiroso, faço questão de frequentar o banheiro da casa antes de deitar na cama. Esperava que a água me relaxasse um pouco, porque o medo de queimar a largada era mais ou menos do tamanho do tesão que eu tinha naquele pedaço de paraíso com aproximadamente 1,70 de altura, seios que cabem com perfeição na boca, bumbum bem desenhado, barriguinha sexy, xoxota cravejada de piercings e depiladinha como um bebê. Sem dúvida alguma uma mulher que só sou capaz de pegar porque tive a sorte de encontrá-la nessa vida putal. Saio do banho com as roupas na mão, mas ainda de cueca e me aproximo da cama onde ela está deitadinha me esperando pra subir. Aconchego-me ao seu lado ainda tímido e ela percebe. Elogio a sua beleza e conversamos um pouco sobre como foi o dia e de como foi chegar até ali. Em seguida peço desculpas pelas tantas perguntas que a tinha feito e ela se mostra receptiva e agradável. Assim como acontece com as civis, quando a conversa meio que morre, o melhor é começar a se pegar. Porém, o medo de fazer feio ainda estava comigo e eu sabia que precisava tomar cuidado. A piroca estava totalmente tesa só de tocar em suas mãos com as minhas. Ela percebeu e quis fazer carinho nela, mas eu disse que era melhor não porque senão iria dar merda. Foi quando ela falou: "Você está tenso, né!? Tudo bem, fica aqui agarradinho comigo até se acalmar." e me chamou pra namorar coladinho com beijinhos gostosos e muitas carícias pelo corpo.
O membro ainda dentro da cueca roçava nas coxas dela quase se precipitando em leite de burra até que preciso me levantar pra respirar fundo e não deixar a travessura acabar sem nem ter penetrado a donzela. Ela ri um pouco, me pergunta o que aconteceu e diz que não fez nada demais. Eu digo que tô com um tesão incontrolável e que ia acabar gozando rápido se não saísse dali. "Se tá assim é porque tá gostoso, e se tá gostoso tem que gozar" - disse ela com uma naturalidade que não caiu muito bem aos meus ouvidos. Falei que não era bem assim e que queria aproveitar ao máximo. Então ela tentou me tranquilizar lembrando que eu poderia gozar mais vezes depois. Só que vocês sabem confrades, que nem sempre é possível. Foi então que meti o caô de que teria que urinar e fui ao banheiro pra ver se me acalmava um pouco ficando mais longe dela. Ledo engano... ao retornar para a cama, bastou sentir o cheiro dela pro tesão voltar a tona. Eu tinha que encarar aquilo com estoicismo e resolvi começar com a arma que julgo melhor usar: a língua.
Sua xaninha tem os lábios médios e um desenho delicado. De higiene impecável e praticamente sem cheiro, deu pra esquecer da vida e das dívidas enquanto chupava a flor de Pitanga. Em alguns momentos parava e dava beijinhos na virilha e na parte de dentro das coxas, como se estivesse beijando uma boca apaixonadamente (só de lembrar dessa parte o pau endurece aqui na escrita). A linda moça geme baixinho e aperta um pouco a minha cabeça com as pernas. Aquilo só aumenta o meu tesão. Já faz um tempo que percebi que não sou mais capaz de adivinhar a idade de alguém só de olhar a pessoa. Pelo menos nessa vida, Pitanga diz que é novata. Sua fisionomia é uma mistura de garotinha e mulherão. Biotipo de modelo e pele jovial. Seu corpo é cheio de tatuagens espalhadas pelas costas, pescoço, virilha, braços. Talvez tenha uns 25 anos de América do Sul ou um pouco mais, não sei... mas me arrisco a dizer que um futuro promissor nessa vida de sacanagem. Aliás, a menos que não sustentemos a juventude em nossos corações, jamais envelheceremos. Vamos adiante!
Depois de degustar o sexo da fruta, fui subindo pelo seu corpo e chupei seus seios médios alternando a mamada entre eles até provar da sua boca com o hálito agradável e refrescante de drops. A garota é extremamente asseada que faz parecer uma mentira que tenha se deitado com outros antes naquele mesmo dia. Durante os beijos a donzela abre as pernas convidando para um papai e mamãe. Dou uma respirada funda e saio da sua teia a fim de tirar a pistola de dentro do coldre e vestir a borrachuda. Nesse intervalo de segundos ela tenta me punhetar e eu a peço pra parar porque ainda temia acontecer um acidente. Quem já se melou antes do tempo sabe do constrangimento.
Garoto agasalhado, a porta da vila aberta e o Madruguinha sedento pra molhar o biscoito no café. "Em qual posição você quer" - ela pergunta. "Com você por cima!": respondo com a expectativa de ver aquele lindo par de seios se movimentando com a força da gravidade. Acontece que este cavaleiro valente acostumado a matar alguns dagrões picando eles com a sua lança não estava muito acostumado a lidar com princesas indígenas. Achando que a vaqueira era uma posição que me trazia alguma vantagem, não contava com a astúcia de ser fudido por uma buceta especialista em morder. Três quicadas e uma mordida para a querida vizinhança sair de casa e fazer uma enchente de porra dentro daquela xereca apertada. Ainda sem tirar de dentro, tentei aproveitar o momento em busca de uma nova ereção, mas sem sucesso. Carro fora da garagem, banho e esperança de continuar a desfrutar da senhorita novamente depois da ducha.
Já limpo, voltei ao quarto dormindinho dormindinho igual ioiô profissional no bolso dos jogadores pofrissionais. Com a cabeça já meio dividida pensando no horário e no desempenho anterior, não conseguia acordá-lo. Voltei a beijar a moça e nada do pobre diabo dar sinal de vida. Na última tentativa lhe pedi um boquete sem capa que é bem feito por sinal. Passeia bem pelo membro, a boca é macia, não tem pena de esconder o garoto e a velocidade é boa. Muito lindinha ela mamando. Uma pena o meu garoto não estar no melhor dia dele. Ficou naquela coisa meio barro e meio tijolo, sem a virilidade para tentar novas estocadas. O jeito foi ficar abraçado de namoradinho com ela até o final do tempo.
Esse encontro foi em janeiro e já teve até repeteco. Outro dia eu relato aqui. Até a próxima!
E lembrem-se: não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar!

até achei que tava maluco quando cheguei na porta com deja vu