https://br.skokka.com/anuncio/novinha-magrinha-e-carinhosa-br71p85cj/
BEIJO
PISADA DE BOLA
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
NãO
Já tinha esse anúncio guardado há um tempo. Resolvi que era hora de arriscar, pois a adrenalina também faz parte desse meio, porém as coisas nem sempre saem como o esperado.
O primeiro contato foi feito e um breve questionário foi respondido pela menina, a qual vou chamá-la de Rafa, pois as iniciais do contato dela eram RF. Confesso que não perguntei seu nome, pra mim era Rafaela e assim ficou. Ela responde rapidamente e tem aquele “dialeto” padrão que algumas putas possuem, sempre respondendo com a palavra “amor” no final de cada frase. Essa questão, apesar de artificial, não me traz incômodo, inclusive, já tive ótimos atendimentos com meninas que se comunicavam assim.
No interrogatório, a menina disse que beijava, me garantiu ser a mesma das fotos, mandando imagens de visualização única. Eu não desconfiava que fosse fake, porque o anúncio dela nunca mudava de número e as fotos não mostravam completamente o rosto, mas sim seu corpo (em trajes civis), que me atraiu. Decidi pagar pra ver e aproveitando uma brecha na agenda naquele mesmo dia, marquei com ela pro período da tarde.
Chegando ao local, próximo ao Guanabara do Valqueire, fui autorizado a subir. A recepção de Rafa foi burocrática: pode subir, amor. A casa é um privê com alguns quartos (paredes de alvenaria mesmo). Entro no quarto do nosso atendimento e após deixar meus sapatos lá, sou levado ao fim do corredor, onde há o banheiro que parece ser o único do local, com toalhas limpas. Fui lavar a peça rapidinho. O box tem ducha quente e sabonete líquido. Só é preciso que a menina confira se o cliente pode ir e voltar do banho sem esbarrar com outras pessoas. Volto ao quarto que é bem simples, mas possui ar condicionado e cama de casal.
A GP é fiel às fotos: baixinha, magrinha, com peitos bem pequenos e uma bunda média, mas arrebitada, um corpo que achei bonito e seu rosto também não destoava. Seus cabelos são castanho escuros e um pouco cacheados.
Como já sei o modus operandi desses privês, junto da primeira impressão no quesito interação com a menina, procurei logo pagar o atendimento pra adiantar os trâmites. Ela me perguntou qual período eu ficaria e respondi que meia hora. Não tinha como arriscar uma hora, pois não havia qualquer indício de que valeria a pena.
Nisso a menina já começou a se despir no modo automático, sem sensualizar. A mesma estava de roupas civis, com blusinha e saia de ficar em casa. Aquele ar bem ninfetinha, suspeito que ela tenha entre 20 e 23 anos, não mais que isso. Se a tentativa dela era criar um clima de sedução, não funcionou muito bem. Ela se virou de quatro e deu uma reboladinha pra me atiçar, porém aquilo não me pareceu nada natural e ela vendo que eu fiquei meio sem ação diante daquela cena, se virou de frente.
Comentamos alguma coisa sobre o quarto e aproveitei pra deixar a camisinha num local estratégico. Fui tentar desembaraçar um pouco aquela relação. Pensei que beijos resolveriam, mas a menina mal abria a boca pra beijar e já quis pegar no meu pau pra me punhetar, porém o pequeno Dig ainda tava mole e guardado em suas vestes. Pedi calma pra guria. Tentei mais beijos e não houve evolução . Percebi e perguntei se ela não gostava de beijar e ela até que foi sincera em dizer que não muito. Não insisti, pois já sabia que dali não sairia muita coisa.
Passei a chupar seus pequenos mamilos e beijar seu pescoço. Perguntei o que ela curtia e ela disse que não sabia muito e que eu teria que descobrir. Achei estranho isso também. A Rafa parecia travada e precisava se soltar. Então eu pensei: não me resta outra alternativa, vou pedir pra chupar sua xota. Era a minha última cartada pra tentar salvar aquele TD.
Posso chupar você? Isso você curte? Ela disse logo que sim. Pelo visto descobri algo que enfim a garota curtia. E vale ressaltar o quão bonita é a xana da Rafa: com pelinhos acima de um grelo protuberante e gostoso. A menina estava bem limpa, buceta muito boa de chupar, pensei em ficar ali o restante dos minutos. E essa prática fez um pouco do gelo ser quebrado, ela falava coisas agradáveis, pedia pra não parar, que estava gostoso, fazia carinhos na minha cabeça e membros superiores, ficando bem encharcada.
Deixei ela retribuir num boquete sem capa, não descia muito, focava mais na cabeça, porém tinha uma boa técnica e meu pau começou a ficar com alta sensibilidade e por isso, parei aquele movimento. Fui vestir a proteção e a menina, que deixava o celular ao lado do travesseiro, foi responder uma mensagem. Coisa de segundos, mas quebrou o clima que ensaiava ficar bom. Fui chupá-la mais um pouco antes de penetrá-la. Realmente ela parece gostar de receber oral e me fez mais elogios, entretanto, tínhamos pouco tempo. E eu queria meter...
A vagina dela continuava muito úmida, entrei nela e achei-a bem apertada. Apesar do pouco envolvimento, meu amigo de baixo não queria saber e estava em ponto de bala (ele é muito visual e ficou louco naquela buceta). Procurei fazer suas vontades. Primeiro penetrando devagar até se acostumar e acelerar o processo.
Ppmm (sem beijos é foda), de frente na beira da cama, pedi pra menina ficar de 4. Lembro que ela não era muito de comandar, aproveitei e chupei seu cuzinho que ficava aberto ao ser estimulado (ela faz anal mediante taxa). A menina não se negava a fazer as coisas. E sobre os quatro apoios até se soltava um pouco mais, falando aquilo que alguns gostam no dialeto putal “vai mete, não para, assim”, gemendo e tudo mais. Como ela é magrinha, dava pra masturbar aquele grelo gostoso dela facilmente. E eu achava bom aquilo lambuzando meus dedos. Aumentei as estocadas, ela deixou dar tapa na bunda.
Mas aí entre uma troca e outra de posições, Rafa pegou o celular pra mandar ou ler outra mensagem. Novamente bem rápido, me desanimando outra vez... Não quis mais me esforçar sozinho pra melhorar o nosso coito.
Eu ainda estava por cima da perva e pensei em tentar ao menos gozar. Só que as várias oscilações de libido me fizeram duvidar de que conseguiria a tempo. Então fui testar a frescura da menina perguntando se podia gozar no corpo dela. Ela disse que podia, mas que eu tentasse não sujar a roupa de cama. Falei, ok. Dei uma última chupada naquela buceta gostosa (se ela soubesse o potencial que tem...), comecei a me masturbar e ela também se masturbava, mas aí eu lembrei que tinha duas mãos e passei eu mesmo a masturbá-la com a mão esquerda e com a direita eu auxiliava meu companheiro de guerra. Não demorou muito e gozei fartamente em sua barriga.
Ajudei a menina a se limpar, também fiz minha higiene rapidamente. Terminei de me vestir, apesar de ela tentar puxar assunto, senti um pouco de pressa por parte da novinha (perguntando se eu já estava arrumado), porém olhei o horário e ainda faltavam 5 minutos. Foi aí que ela me confidenciou que já tinha outro cliente chegando, enquanto arrumava a cama. Na saída, vi um dos quartos com a porta aberta e pude notar que duas meninas estavam nele. Elas logo fecharam, pois a Rafa gritou: cliente saindo.
Fui levado até a saída de forma protocolar, tal como foi na entrada. Bati o portão e ao sair, já tinha um rapaz ali na frente do portão com o celular na mão, buscando contato com a casa e ele logo entrou. Grandes chances de ser o tal cliente que ela aguardava. Isso me fez refletir quanto tempo ela dá de intervalo entre atendimentos, visto que ainda assim a encontrei cheirosa... Também pensei na troca de lençol que não deve rolar muito, pois a vi arrumar o leito que tínhamos acabado de usufruir. E a principal reflexão e possível constatação foi que a garota pode ter confirmado o programa com o outro cliente em um dos momentos que usou o celular na nossa transa. Caso contrário, não teria me perguntado lá no início quanto tempo eu ficaria, né?
Enfim, o negativo vai por conta dessas questões de privacidade, o uso do celular, da falta de beijos, a pouca tentativa de envolvimento da GP e por ser aquela foda e atendimento apenas protocolares e mecanizados... Ficou claro que a garota não sabe ou não faz questão de fidelizar o cliente, apesar de ser jovem, bonita, cheirosa e educada. Não chego a classificá-la como uma ratazana, mas a forma dela atender deixa a desejar. Talvez pro confrade que queira só meter, meter e meter com uma menina submissa (ao menos nas posições), ela seja uma opção de fast foda.
A mim não agradou. Não me pauto por beleza, mas pelo conjunto da obra e eu seria injusto dando uma avaliação diferente.
O arrependimento é zero também. E sem aquela ideia besta de que em um outro encontro as coisas possam melhorar, pois não acredito nisso. A primeira impressão vale muito e geralmente pra mim, é a que fica. Desbravar é isso. E se é de batalhas que se vive a vida, tentarei outra vez.
Até a próxima DigAventura!
