18 de Maio de 2015 às 17:01
Uma acompanhante cujo nome de guerra é Kara jamais passaria desapercebida por um putanheiro nerd e, como fã da cultura nerd que sou, comigo não foi diferente. Mesmo eu sendo mais fã da Power Girl (para que não sabe, em suma, Power Girl - ou Poderosa, como ela é chamada no Brasil, sem nenhuma referência à nossa querida Rachel Rosa - é a Kara vinda de um dos 500 milhões de universos paralelos da DC Comics) do que da Supergirl propriamente dita, a ideia de me encontrar com Kara realmente mexia com meu imaginário nerd, ainda mais depois que o confrade Anjo X publicou as fotos dessa mocinha trajando o uniforme da Supergirl. Enfim, continuemos o relato.
Estava tentando agendar com esta mocinha desde o Carnaval. Dei azar que justamente na época em que quis agendar com ela, a Karine da Liga das GPs disse que ela tinha viajado. Como paciência é uma virtude, achei melhor aguardar o retorno da Supergirl. Um belo dia, após mandar uma mensagem para a Karine perguntando sobre a Kara, ela me diz que a mocinha estava disponível e tratei logo de agendar um horário.
Eis o dia do encontro. Chego no motel com um pouco de antecedência, com brecha de tempo suficiente para fazer minha higiene, e a presença de Kara é anunciada pontualmente no horário marcado. Falo para pedirem para ela subir e, minutos depois, a campainha da suíte toca. Abro a porta e, finalmente, me deparo com a moça. Kara é uma loira de cabelos quase platinados, pele bronzeada, estatura mediana, sotaque do Sul e trajava um vestido florido. Entretanto, a característica física que mais me chamou a atenção nela foi o fato dela ter suas feições incrivelmente parecidas com as da Danny Loira da Poderosa Massagens. São muito parecidas mesmo! 54** 54**
Procurei deixá-la à vontade e começamos a conversar para quebrar o gelo. Papo vai, papo vem, ela me beija enquanto guarda suas coisas. Depois, sentamos na cama e ficamos conversando um pouco mais para nos conhecermos. O assunto acaba e começamos a nos beijar. Os beijos começam tímidos, apenas no estalinho, mas a partir do momento em que vamos nos entregando, eles também se soltam. Kara me interrompe e se despe, ficando apenas com uma calcinha de renda rosa. Para não ficar injusto, tiro minha roupa também e voltamos a nos beijar. A Supergirl, então, pede para que eu me deite e começa a aplicar seu oral no pequeno Jobson. Assim como os beijos, o oral começa meio tímido, mas gradualmente, vai se intensificando. Kara procura alterar a velocidade com que abocanhava o pequeno Jobson, ora com movimentos lentos, ora com movimentos rápidos. Além disso, ela também alternava com lambidas e sugadas na glande, procurando explorar toda a extensão da mesma. Enquanto me chupava, ela vira sua bunda em minha direção e eu começo a acariciar todo seu corpo, sentindo na ponta dos dedos e na palma da mão o quanto sua pele é lisa e suave.
Kara, então, termina seu oral e volta a me beijar. Agora, os beijos intensificam e procuro beijar não só sua boca, como também seu pescoço sentindo o cheiro de seu perfume, sua nuca e desço mais um pouco e começo a beijar seus seios tamanho médios e proporcionais ao seu corpo. Trocamos beijos e carícias por um tempo quando peço para retribuir o oral que ela me fez. Ela concorda e se deita. Vou beijando-a procurando descer por seu corpo devagar. Dou uma atenção especial aos seus seios e fico um tempo neles. Depois, vou descendo até sua bucetinha e inicio meu oral. Aplico meu oral com a mesma dedicação de sempre e, bem lentamente, noto que a respiração de Kara vai aumentando gradativamente. Pouco tempo depois, ela começa a se tremer, como se tivesse levando um choque. O ritmo da respiração aumenta e, então, ela chega ao orgasmo.
Voltamos a nos beijar e ela pede para me deitar e foi pegar a camisinha. Acabou de nos enrolamos um pouco na hora de colocar a camisinha, mas, no fim deu tudo certo. Ela, então, vem por cima de mim e, em vez de fazer a quicada padrão que as meninas costumam fazer, ela faz uma cavalgada bem suave. Com movimentos de vai-e-vem devagar, que me fizeram sentir sua bucetinha abocanhando o pequeno Jobson subindo e descendo. Alternando esse vai-e-vem suave, ela dava leves reboladas, o que acabava me deixando com muito tesão. Não que eu tenha tesão com reboladas, mas a forma como ela fez foi muito gostoso. Ficamos um tempo nisso até ela perguntar se eu queria mudar de posição. Eu disse que sim e que queria vir por cima.
Fomos no bom e velho PPMM. Procuro alternar os movimentos das estocadas e ficamos assim durante um bom tempo até que começo a sentir que os herdeiros davam sinais de que queriam conhecer o mundo lá fora. Nisso aí, noto que Kara começa a gemer dando sinais de que estava prestes a gozar também. Seguro o máximo que posso até que a borracha é toda preenchida com leite .
Enquanto eu gozava, Kara diz pra mim, com respiração ofegante: "Não para, não. Continua. Continua." Aumentei então a velocidade das estocadas novamente e procurando manter a ereção. E, pouco tempo depois, foi a vez de Kara gozar. Missão cumprida! 31**
Ficamos conversando sobre vários assuntos e ela me conta que tem formação em massoterapia. Enquanto conversávamos, ela me acariciava usando o mesmo tipo de toque da massagem tântrica e, pelo papo que tivemos sobre massagem, ela realmente entende do riscado. Como ficamos um bom tempo fazendo preliminares (coisa que eu particularmente curto muito fazer), acabou que não vimos o tempo passar. Kara não regulou hora em momento algum, diga-se de passagem. A companhia e o papo estavam tão agradáveis que ambos estávamos com uma tremenda preguiça de sair da cama e nos arrumar, mesmo com a recepção do hotel tendo ligado para avisar que o período tinha acabado (Tinha pego período de 3h). Criamos coragem, saímos da cama, nos arrumamos, acertei as contas do quarto, dei uma carona para ela até o ponto de ônibus e seguimos com nossas vidas.
Admito que as grandes expectativas que eu tinha sobre este encontro, me deixaram um pouco travado no início, mesmo assim, o encontro com a Kara foi ótimo. Ela é uma menina bacana, companhia super agradável, bom papo, simpática e sempre procurando agradar. Não tenho uma vírgula do que reclamar dela. Muito pelo contrário! Descobrir sua formação em massoterapia, me deixou ainda mais com vontade de marcar um repeteco com ela. Com certeza, a Supergirl entrou para minha seleta lista das meninas que pretendo ver com regularidade.