24 de Outubro de 2025 às 20:25
A interação com a Flavia foi interessante desde o primeiro contato. Quando disse a ela pelo WhatsApp que era tímido, ela me respondeu que não tinha problema, que estava acostumada, sou quase psicóloga. Ótimo, você me ajuda?, devolvi. Talvez por ser baiana, a resposta veio na capoeira: mas nada de terapia aqui, meu bem, o esquema comigo é putaria. Foi a certeza de que o lance ia ser bruto. Vou me acabar nesse dendê, pensei. Marcamos praquele dia mesmo.
Cheguei cedo ao endereço, no conhecido Avenida Central, e achei por bem avisar. Ela me respondeu que tinha acabado de descer para resolver uma questão, mas já retornava. Perguntou se eu estava com o horário apertado. Respondi que não e fiquei aguardando ser chamado. No pior cenário a gente vai ter que tomar banho junto, ela me alertou depois, mas é bom que quebra o gelo. Fica tranquila, respondi, eu é que não vou reclamar de um banho a dois.
O atraso foi breve, pouco mais de cinco minutos. Ela me recebeu na porta totalmente nua, um sorriso do tamanho de Salvador. No sotaque, um pedido de desculpas. Me deu um selinho e pediu um abraço pra sentir meu calor. Arrepiei ali mesmo, no contato inicial das nossas peles.
A Baiana é bonita. Muito bonita. Mais que nas fotos, disse a ela logo que entrei. Ai gente!, ela suspirou, você não é o primeiro que me diz isso, acho que não sou fotogênica, sabe? Negativo, contestei. Suas fotos são boas, tanto que estou aqui, mas pessoalmente o nível sobe. É aquela beleza típica da mistura brasileira, cheia das coisas nossas, cheia dos temperos. Nada dos traços eurocentricos que costumamos ter como padrão de beleza. A baiana é nossa. Deus e brasileiro e o pix também.
Eu sou beijoqueira, você gosta de beijo?, quis saber assim que entramos no quarto. Com essa boca, respondi, seria um pecado se você fosse dessas meninas de boquinha retraída. Ela sorriu e explicou de um jeito afetuoso: eu gosto muito de beijo, mas faço como você preferir para agradar. Vem cá então, deixa eu provar essa boca. Enlaçei-a com um dos braços e puxei na minha direção.
De fato: o beijo da baiana é muito bom. Ficamos um tempo colados antes de ir ao banho. Além dos lábios grossos e macios, ela tem uma língua insinuante. Da boca, desci para seu pescoço e senti os pelos do braço arrepiarem. Recordamos do banho e fomos pro chuveiro.
Na volta para o quarto ela quis saber se eu gostava de ouvir música ou se preferia o silêncio. Meia luz ou acesa? Optei pela primeira opção em ambos os casos. Eu queria ser cantora, sabia? Pena que minha voz não presta. Tua voz é manhosa, retruquei, quem sabe um The Voice não te descobre? Voltamos a nos beijar, ela nua e eu de cueca. Meu pau acendeu sob o tecido e ela me despiu. Pegou no meu pau, olhou nos meu olhos e disse: eu sei que o sexo vai ser bom só de pegar no pau, sabia? Não consegui conter a risada e perguntei o que meu pau tava dizendo pra ela. Ela não respondeu, ficou apertando a rola entre as mãos e com uma cara travessa perguntou se poderia me chupar.
Se o beijo da baiana foi bom, o boquete foi a revelação do trio elétrico. Ajoelhada no chão, ela começou beijando devagar toda a extensão do pau para, depois, finalmente, acolher a pica entre os lábios. Em uma chupada voraz e cheia de malícia, colocava o pau na garganta, engasgava de leve e depois punhetava. Lambeu o saco e as bolas, a todo momento olhava para cima buscando meu deleite.
O boquete me deixou com um tesão desmedido. Peguei-a pelos braços e ergui seu corpo, jogando-a na cama. O que você vai fazer comigo?, perguntou com uma expressão que fez meu pau latejar. Deitada, brinquei com seu pescoço, seios e coxas. Ela pegou uma das minhas mãos e levou à buceta para mostar como estava molhada. Tô doida pra dar pra você. Aproveitei a provocação para atiça-la um pouco mais e fiquei lambendo de leve sua virilha. Afobada, logo direcionou minha boca pra boceta. Depois que dei as primeiras chupadas, ela me provocou novamente: eu é que tinha que pagar às vezes, sabe? Vou gozar muito fácil. Tem problema se for na tua boca? Se você não gozar é que tem problema, respondi.
A Flavia lambuzou meu lábios e se entregou rápido. Seus gemidos me deixaram em riste novamente. Posso te chupar mais?, perguntou, se recompondo. Deitei e ela se aninhou entre as minhas pernas. Ajeitou-se de frente para o espelho, corrigiu o cabelos, deu uma piscada olhando em meus olhos e disse: vamos fazer um pornô.
Com meu pau na boca, a baiana se achou no trio elétrico. Parava o boquete pra interpretar a canção. Não teve axé nem pagode, mas mas tinha harmonia, mesmo sem samba. Com o pau de microfone, foi de Tony Braxton a Roberta Flack (ou Lauren Hill, confesso que prestei mais atenção nela do que na música). Chupava o pau colocando ele inteiro na boca enquanto apreciava a performance pelo espelho. Quando engasgava, retirava-o da boca e encenava cantar segurando firme a base do pênis, a glande estufada como se fosse a canopla de um microfone. Ficou ali fazendo graça e me provocando. Estávamos em um The Voice da putaria e eu tava doido pra virar a cadeira. É você que faz isso com o pau? Isso o que?, perguntei. Fica mexendo com ele. Assim? Isso!, exclamou me apertando com firmeza. Mais ou menos, respondi. Às vezes eu faço, as vezes vai sozinh, depende do tesão. Quero transar, posso pegar a camisinha? Bora, doido pra te comer.
Começamos com ela por cima de mim. Antes, perguntou como eu preferia e eu sugeri aquela posição. Tu quer que eu trabalhe, né filho da puta?. Bora justificar esse pix, brinquei, depois a gente troca.
Principal atração do trio Lancaster, a baianinha pulou no meu pau igual turista em barra-ondina.
🎶 O Ara ketu, o Ara Keto quando toca / faz a baianinha pular na minha piroca 🎶
A coreografia era espetacular. Flávia sentava com vontade, se esfregava, jogava os cabelos de um lado pro outro e mordia os lábios de tesão. Coadjuvante, ajudei-a estocando de baixo pra cima enquanto apertava suas coxas, bunda e os seios que balançavam livres ao ritmo da melodia. No meio das batidas, ela me pediu pra cadenciar a intensidade. Não posso gozar de novo agora, senão vou ficar molenga. Goza, foda-se!, insisti. Ela se soltou e outro orgasmo veio. Quando se recuperou, pediu: vem por cima agora, deixa eu relaxar aqui.
Forista gosta da ilusão, do teatro que as nossas meninas oferecem, mas não é difícil perceber quando as arte se confunde com a vida. A boceta molhada, os olhares, os mamilos entumecidos e a pele arrepiando são bons sinais. Um dos que mais gosto está nos detalhes, quando a GP se entrega, por exemplo, facilitando o jogo. Quando me deitei por cima da Flávia e me encaixei entre suas coxas, ela se abriu o máximo que pode e me puxou para dentro de si. Enquanto eu tentava ir cada vez mais fundo, ela se abria ao limite. Depois ergueu as pernas e colocou em meus ombros. Era o máximo de penetração que aquela posição permitia. Para completar o jogo, apertava minha bunda, meus braços e peitoral. O tesão estava no limite. Sexo é troca. A Flavia tem muito a oferecer.
Pedi que ela ficasse de quatro na cama e comecei a provar o acarajé ajoelhado por trás dela. Aquela bunda gigante disponível ao toque era um deleite. Apertei as nádegas, espremi suas coxas e massageei costas e pescoço. Puxei seus cabelos e ela me incentivou. Pode puxar à vontade, são de verdade. Enrosquei os fios na mão e puxei-a para tentar aplacar meu desejo. Não resisti e estalei um tapa na bunda dela. Não me bate, ela disse olhando pra trás. Achei que era uma restrição, mas o diabo tá nos detalhes e o paraíso também: se ficar batendo na minha bunda eu vou gozar.
Eu que não sou muito de bater, toquei o Olodum no tambor da baiana. Tapa após tapa, os gemidos cresciam e o meu tesão também. Senti que ela ia gozar quando começou a arquear e contrair as costas. Acelerei os movimentos, desferi mais tapas e gozei junto. Caímos lado a lado na cama.
Meu encontro com a Flávia teve muitas nuances, muitos detalhes que acabei deixando de fora pra não estender o relato ainda mais. Para quem gosta de resumos: ela é bonita, morenaça da cor da maldade. Cabelos, olhos e sobrancelhas, todos acastanhados, todos lindos. A boca é uma perdição: farta e macia, que ela sabe usar como poucas. Na língua, nos lábios e no pau. A baianinha tem uma energia do caralho, é muito simpática, comunicativa e divertida. Gosta da sacanagem, se entrega, mas tem uma gentileza no olhar, uma disposição muito grande para agradar. De fato, não houve um único momento em que eu não sentisse que ela estava ali exclusivamente pra mim e dedicada a me entregar a melhor hora de uma vida. Poderia ter ficado muito mais tempo e ainda pareceria pouco, apesar de termos feito muito. Experiência impecável, inesquecível e de muitos repetecos.