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Tópico da DUPLA – MANU BORGES & ALANNA ILEGARIO

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MANU BORGES
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ALANNA LLEGARIO
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12 de Maio de 2026 às 17:13
MANU BORGES
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Versão Multiverso Solvit- Versão realidade Dan Spock
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SOLVIT SEXUS NO MULTIVERSO DA LOUCURA E DO PRAZER


A REALIDADE DO COMANDANTE DAN SPOCK E AS DEUSAS VIP MANU BORGES E A ELETRIZANTE ALANNA LLEGÁRIO


Continuado...


Foi então que compreendi toda a explicação da anomalia.

Ao acessar a linha temporal da Eletrizante Flor Alanna e atravessar os corredores dimensionais do Éden Hotel… encontrei, sentada na recepção, uma presença extremamente familiar.

Ela.

Sim.

Manu Borges.

Naquele instante, o próprio ar do ambiente pareceu vibrar.

As luzes da recepção oscilaram levemente.
O painel temporal do Solvit Móvel apresentou interferências.
E os portais começaram a emitir pequenas descargas elétricas vermelhas.

Olhei para ela, ainda tentando entender aquela coincidência impossível dentro do Multiverso.

Então perguntei:

— Manu Borges…?

Ela levantou os olhos, surpresa.

— Eu…?

Então respondi:

— Eu sou o Solvit Sexus.

Ela arregalou os olhos imediatamente.

— Não acredito… você é o Solvit Sexus? Você aqui?!

Ao meu lado, a Eletrizante Flor Alanna apenas observava tudo sorrindo, sem imaginar que aquela simples interação estava prestes a iniciar uma nova ruptura dimensional.

Manu então se aproximou rapidamente e disse:

— Vem aqui! Deixa eu tirar uma foto sua!

Pegou o celular ainda desacreditada e continuou:

— Você sabe quem eu vou atender exatamente agora? O comandante Dan Spock!

Naquele instante, um calafrio atravessou minhas linhas temporais.

Dan Spock.
Outro viajante interdimensional.
Outro agente ativo do Multiverso Solvit.

Aquilo já não podia mais ser coincidência.

Ela então puxou uma cadeira ao lado dela e falou:

— Senta aqui! Vou enviar uma foto sua pra ele! Ele não vai acreditar!

Sentei-me na recepção enquanto as dimensões continuavam emitindo pequenas falhas gravitacionais ao redor do hotel.

Tiramos a foto.




A transmissão foi enviada através dos canais interdimensionais diretamente para Dan Spock.

Com isso, Manu cumprimentou Alanna enquanto eu subia novamente para minha realidade temporal.

Nossa própria ramificação.

Nosso próprio portal dentro daquele caos dimensional.

Mas o Multiverso… já não obedecia mais às próprias leis.

Portais se abriam.
Portais se fechavam.
Dimensões colidiam.
Realidades alternativas tentavam coexistir no mesmo espaço físico.

As paredes do Éden Hotel vibravam em pequenas ondas gravitacionais.

As luzes piscavam em vermelho profundo.

E tudo parecia reagir à presença dela.

A Eletrizante Flor Alanna.

Era como se sua energia estivesse alimentando o colapso.

Os portais piscavam.
Abrindo.
Fechando.
Abrindo.
Fechando.

As dimensões tentavam se sobrepor umas às outras.

Foi então que meu comunicador dimensional vibrou.

Mensagem recebida.

Dan Spock.

“Você está por aí também, né? Acabei de receber a foto na espera.”

Respondi:

— Não adianta mais me esperar… já subi para minha suíte.

Poucos segundos depois, ele respondeu:

— Qual suíte?

Então respondi:

— Suíte 41.

Naquele instante, compreendi que Dan Spock havia entendido a gravidade da situação.

Com precisão quase militar digna de um verdadeiro comandante intergaláctico… ele escolheu uma suíte estratégica no mesmo andar.

Suíte 45.

Os minutos passaram.

Os portais continuavam abrindo e fechando.

A própria existência parecia falhar.

Então…

TOC.
TOC.

Uma batida na porta.

As luzes piscaram violentamente naquele instante.

O quarto inteiro sofreu uma distorção temporal.

Por alguns segundos…
Tudo apagou.

Quando a realidade voltou, ouvi novamente:

TOC.
TOC.

Mas algo estava errado.

Porque, durante os apagões dimensionais, a presença atrás da porta simplesmente desaparecia.

Hora existia.
Hora não.

Como se entidades de outras linhas temporais estivessem tentando permanecer naquela realidade… mas não conseguissem se estabilizar completamente.

O Multiverso estava entrando em colapso total.

Até que, em meio às oscilações da realidade, ouvi sua voz atravessando as dimensões:

— Solvit… acho que o Multiverso enlouqueceu…

A Eletrizante Flor Alanna caminhou lentamente até a porta enquanto as luzes do corredor piscavam em vermelho profundo.

Ela segurou a maçaneta.

Então abriu a porta.

E…

Não havia ninguém.

O corredor estava vazio.

Silencioso.

Frio.

Dan Spock… já não estava mais naquela linha temporal.

As dimensões haviam se deslocado novamente.

Outra Terra.
Outro fragmento do Multiverso.
Outra realidade paralela.

Foi então que meu comunicador vibrou novamente.

Mensagem recebida.

Dan Spock.


“Já estou na unidade 45. Não conseguimos permanecer aí por causa da instabilidade entre os mundos.”

A mensagem falhava.
Piscava.
Sumia por frações de segundo.

Então continuava:

“Quando terminarem aí… podem vir pra cá.”



Quase duas horas de aventura intergaláctica haviam se passado dentro daquele fragmento dimensional.

Mas o Multiverso continuava se deteriorando.

Então tomei uma decisão estratégica.

Para impedir que aquela entidade magnífica da minha realidade fosse arrancada para outro universo durante a travessia… prendi cuidadosamente a coleira dimensional nela.

Precisávamos sair da unidade 41…
E atravessar até a unidade 45.

Mas havia um problema.

O corredor do hotel.

Aquele corredor agora era praticamente um portal vivo entre dimensões.

Cada passo poderia nos lançar para outra realidade.

Segurei firmemente a coleira dimensional da Eletrizante Flor Alanna.

Então abri a porta da suíte 41.

O corredor oscilava.

Partes dele apagavam.
Outras reapareciam completamente diferentes.

Entidades surgiam e desapareciam no meio das falhas temporais.

Um garçom atravessou o corredor… e desapareceu segundos depois.

Uma camareira surgiu carregando toalhas… mas sua existência parecia incompleta, como se pertencesse a outro universo tentando ocupar o mesmo espaço físico.

Finalmente…

Unidade 45.

Ou pelo menos… aquilo ainda parecia ser a unidade 45 naquela realidade.

Parei diante da porta.
Olhei para a Eletrizante Flor Alanna ainda presa à coleira dimensional.

Então bati na porta.

TOC.
TOC.

Então a porta se abriu lentamente.

E naquele instante…

O portal definitivo se abriu junto.

Já não era apenas uma simples suíte de hotel.

Era como se todas as realidades do Multiverso tivessem começado a se entrelaçar dentro daquele espaço.

E então ela apareceu diante de mim.

A entidade VIP.

Manu Borges.

Os olhos dela percorreram imediatamente toda a cena caótica.

Então ela perguntou, quase desacreditada:

— Mas… quem é essa ultra anomalia?

Sorri lentamente enquanto segurava firme a coleira dimensional.

Então respondi:

— Essa é a Lana… a Flor que você conheceu lá embaixo.

Mas agora…

Ela já não era apenas Lana.

A energia do Multiverso havia personalizado completamente sua forma dimensional.

A Super Coelhinha Eletrizante.

Continuei:

— E eu precisei trazê-la na coleira. A energia dela está tão forte… que, se eu não mantiver uma conexão física estável, ela pode acabar sendo puxada para outra dimensão no meio do colapso.

Ao atravessarmos definitivamente o portal da unidade 45, a sensação era de termos deixado de existir em uma única realidade.

Agora… éramos fragmentos vivos de um Multiverso em colapso.

Sentamos.
Conversamos.
Comemos pipoca.
Tentamos compreender o impossível.

Ali dentro, o tempo parecia não existir mais.

Cada segundo criava uma nova ramificação.

E foi então que percebi algo assustador.

Quando atravessei aquela porta…

Não existia apenas “eu”.


Minha versão na realidade alternativa.

A ruptura dimensional havia começado a fundir versões alternativas da minha própria existência.

Eu já não era somente um homem daquela linha temporal.

Dentro daquela realidade colapsada…
Também existia o Lobo Solvit.




Duas versões Solvit na mesma realidade!

A entidade lupina interdimensional das realidades alternativas de Dan Spock.

E percebi imediatamente pelo olhar de Manu Borges…

Ela queria conhecê-lo.

Enquanto isso, Dan Spock observava a Eletrizante Alanna como quem enxergava o próprio epicentro do caos dimensional.

E talvez estivesse certo.

Porque cada sorriso dela fazia os portais vibrarem.

Cada toque gerava pequenas falhas gravitacionais.

Cada aproximação parecia aproximar ainda mais universos diferentes.

Foi então que Dan Spock se aproximou da Eletrizante Flor Alanna, segurando sua coleira dimensional enquanto os portais continuavam pulsando ao redor da suíte.






Enquanto isso…

Eu permanecia no sofá ao lado de Manu Borges.

A tigela de pipoca ainda entre nós.
O cheiro amanteigado misturado ao perfume dela.

Então nos aproximamos lentamente.

E ali aconteceu um verdadeiro beijo cinematográfico.

Um beijo digno de atravessar universos.

Até o gosto ainda carregava traços da pipoca compartilhada entre aquelas realidades instáveis.

Em meio ao caos dimensional, Manu Borges subiu sobre mim no sofá, envolvendo as pernas em minha cintura enquanto as dimensões tremiam ao redor da unidade 45.

Levantei-me lentamente com ela ainda presa ao meu corpo.

E então atravessei o quarto.

Ao nos aproximarmos da cama, precisei afastar levemente a perna de Dan Spock.

Foi então que deitei Manu Borges sobre a cama enquanto o Multiverso inteiro parecia pulsar junto conosco.

Tudo era uma única frequência.

Um único universo.

Um único colapso multiversal.

Os portais continuavam abrindo e fechando.

As dimensões colidiam ao redor da unidade 45.

Foi então que sorri para Manu Borges e disse:

— Acho que vou precisar buscar um artefato especial na outra realidade…

Ela riu.

Então atravessei novamente o corredor dimensional do Éden Hotel em direção à antiga realidade da suíte 41.

Vestindo apenas a cueca, caminhei rapidamente entre as distorções temporais tentando alcançar o artefato que havia deixado para trás naquela linha temporal quase destruída.

Mas algo estava errado.

Muito errado.

No meio do corredor, a camareira voltou a surgir.

Ou pelo menos…
uma versão dela.

Ela apareceu correndo desesperadamente entre as falhas temporais do hotel, como se estivesse tentando escapar de algo escondido entre as dimensões do Éden Multiversal.

Então virou rapidamente em direção à antiga realidade da suíte 41… mas imediatamente recuou.

Como se tivesse visto algo aterrorizante do outro lado do portal.

Foi então que eu atravassei correndo o corredor dimensional em direção à unidade 45.





As luzes explodiram em vermelho.

Os portais pulsaram violentamente.

E eu finalmente consegui retornar à unidade 45 carregando o pequeno artefato tecnológico que buscava na outra realidade.

Mas quando atravessei a porta…

Percebi imediatamente que o Multiverso já havia avançado mais uma etapa do colapso.

Dan Spock.
A Eletrizante Flor Alanna.
E Manu Borges.

Agora compartilhavam a mesma frequência dimensional.

Entre brincadeiras, gargalhadas e confidências interdimensionais… permanecemos ali, os quatro, deitados na cama da unidade 45.

Cansados.
Relaxados.
Como sobreviventes de uma guerra entre universos.





Foi então que Dan Spock finalmente resolveu cumprir sua promessa intergaláctica.

Veio até mim…
olhou seriamente…
e então deu um tapa na minha bunda.

Por alguns segundos houve silêncio absoluto.

Então…

A unidade 45 inteira explodiu em gargalhadas.

A Eletrizante Flor Alanna ria sem conseguir se controlar.
Manu Borges praticamente caiu sobre a cama gargalhando.
E até o comandante Dan Spock perdeu completamente a postura de oficial interdimensional.

Naquele momento, o Multiverso parecia ter encontrado equilíbrio através do próprio caos.

Ali, naquela realidade improvisada do Éden Hotel…

Dan era Spock.
Spock era Dan.
Patrulhando dimensões instáveis entre galáxias colapsadas.

Manu Borges surgia como a entidade VIP querida entre realidades paralelas.

E Alanna Llegário se transformava oficialmente na Deusa Eletrizante da Flor do Prazer.

Mas toda travessia interdimensional possui um preço.

As linhas temporais começavam a se apagar lentamente.

Então compreendi que a linha temporal da unidade 41 estava se esgotando.

Segurei novamente a coleira dimensional da Eletrizante Flor Alanna e atravessei os corredores do Éden Hotel em direção à antiga realidade da suíte 41.

Foi então que o telefone da suíte tocou.

Atendi.

A voz da recepcionista atravessou a linha temporal:

— Senhor… está tudo bem com vocês? O período contratado já se encerrou. Gostariam de prolongar?

Então respondi:

— Não… está tudo bem. Pode fechar a conta.

Enquanto eu começava a me arrumar… Dan Spock também encerrava os procedimentos dimensionais ao lado de Manu Borges na unidade 45.

Foi então que meu comunicador vibrou novamente.

Mensagem de vídeo recebida.

Dan Spock.

No vídeo, ele segurava um pequeno artefato esquecido entre as linhas temporais.





Então ouvi sua voz:

— Ei… você esqueceu um brinquedinho da sua realidade aqui.

Assim que finalizei os pagamentos dimensionais da unidade 41, atravessei novamente os corredores do Multiverso Éden em direção à unidade 45.

Agora vestido.

Tentando parecer apenas um homem comum diante das entidades do hotel.

Peguei o artefato dimensional esquecido.
Troquei olhares rápidos com Manu Borges.
Sorri para a Eletrizante Flor Alanna.

Então segurei sua mão.

E finalmente descemos.

Mas antes que eu pudesse sair da garagem do Éden Hotel…

A recepcionista surgiu rapidamente.

— Senhor… o senhor não pode sair ainda.

O Multiverso pareceu congelar novamente.

Ela então continuou:

— Um objeto pertencente à realidade alternativa do Éden não foi localizado.

Olhei imediatamente para Alanna.

— Uma toalha — disse a recepcionista.

Respirei fundo.

Então precisei abrir o jogo dimensional:

— Essa toalha provavelmente está na unidade 45.

A recepcionista então entrou em contato com Dan Spock.

E naquele instante percebi imediatamente pelo tom da voz dele…

Que ele iria me sacanear.

Até que ele respondeu calmamente:

— Sim… realmente. Aqui existem três toalhas ao invés de duas.

Então ouvi a sentença final do comandante:

— O Solvit esqueceu uma toalha aqui mesmo.

Naquele instante, até a recepcionista começou a rir discretamente.

O Multiverso parecia finalmente estabilizar um pouco sua insanidade.

Fui oficialmente liberado daquela realidade.

Entrei no Solvit Móvel ao lado da Eletrizante Flor Alanna enquanto as últimas falhas dimensionais desapareciam lentamente do estacionamento do Éden Hotel.

Durante o trajeto…

Apenas risadas.

Muitas risadas.

Ela havia gostado demais da experiência.

E como não gostaria?

Sua estreia no Arena não foi apenas uma estreia.

Foi um evento multiversal.

O nascimento oficial da Eletrizante Flor do Prazer dentro das linhas temporais do Multiverso Solvit.

E ainda comentávamos sobre o quão surreal havia sido aquela convergência dimensional:

Eu.
Dan Spock.
Manu Borges.
E a Eletrizante Flor Alanna.

Quatro entidades.
Quatro energias.
Quatro linhas temporais diferentes colidindo na mesma realidade.

Uma dupla?

Não.

Aquilo já havia ultrapassado qualquer conceito terrestre.

Era um crossover intergaláctico.





Câmbio.
Desligo.

Multi-Solvit falando…
do outro lado do Multiverso.
Mítico 13/05/2026 23:50

Simplesmente uma farra intergaláctica

cookie_eh_bom 13/05/2026 10:21

Kkkkkk, sensacional

Grisalho4.2 13/05/2026 03:15

CARO SS:

Este texto não é um TD…

ISTO É UM ROTEIRO COMPLETO DE UM EPISÓDIO QUALQUER DE SITCOM (SITUATION COMEDY)!

Dá até para “negociar” os direitos autorais com os produtores hollywoodyanos!

👏🏻👏🏻👏🏻

MRio 13/05/2026 00:26

Muito bom, que farra... diversão em alto estilo... Parabens amigos, parabens para a Manu e para a Alanna !!!

Gilmour 13/05/2026 00:23

Digo e repito: ÉPICO!

EscorpioAanonimo 12/05/2026 22:22

Solvit, ficou sensacional essa continuação da aventura multiversal! Muito bacana ver o encontro entre você, Dan Spock, Manu e Alanna sendo construído de forma tão cinematográfica, misturando humor, caos dimensional e uma interação excelente entre os personagens. O mais interessante é justamente acompanhar os mesmos acontecimentos sob diferentes perspectivas, como se cada relato abrisse uma nova linha temporal dentro do próprio Multiverso Solvit. E essa ideia do crossover intergaláctico ficou criativa demais, transformando o encontro em algo muito maior do que um simples relato. Parabéns por mais uma viagem completamente fora da curva, divertida, original e cheia de personalidade.

Mordekaiser 12/05/2026 19:34

Brincadeira sinistra de boa 🫡

Manu Borges 12/05/2026 18:07

É por esses encontros maravilhosos que entram na nossa história ,que afirmo que sim, vale apena . E quando vc vive se entrega ,algo divinamente mágico acontece, realmente o portal do multi verso se abre e você vive algo extraordinário.
Como é bom sexo misturado com diversão,entrega...
Que vivência do caraleo nosso quarteto teve o prazer e privilégio de compartilhar.

Brand 12/05/2026 17:49

muito bom!

Dan Spock 12/05/2026 17:34

Camarada... Foi um prazer inenarrável viver esta aventura, essa brincadeira, essa resenha, essa safadeza gostosa e totalmente imprevisível e imprevista (ou terá sido um sinal dos Céus? do Além? do One Above All?). Vocês três são foda!! Prazer enorme ter conhecido a Alanna! Parabéns para todos e que venham muitos outros crossovers.

abobrinha, Dan Spock, Portugal, Brand, Malvadão Carioca, Manu Borges, Top Gun, PGMB, Raf, PauloCesar, EscorpioAanonimo, Sr. Popo, MRio, Gilmour, Alanna llegário, HC, Grisalho4.2, rafael.oliveira, Peter White, Pauros, onlyhaters, Luizinho90s, Mítico, Y@N, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, Pulga, El Zorro curtiram esse relato.
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Dan Spock
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SE VOCÊ CAIU AQUI DE PARAQUEDAS, LEIA ANTES O RELATO ANTERIOR PARA ENTENDER COMO ISSO TUDO COMEÇOU! --> https://gparena.net/tdfull.php?td=56073

RECAPITULANDO...

Consulta médica com a Doutora Manu Borges. Exames, tratamento, muito sexo e putaria gostosa. No meio do encontro, um plot twist digno dos melhores filmes de M. Night Shyamalan.

– Tu não sabe quem eu encontrei aqui embaixo na recepção, chegando um pouco antes de você.
– Quem?
– O Solvit.
– Pera aí... Tu tá me dizendo que esse puto tá hospedado aqui também?

CONTINUANDO...



Imediatamente entro em contato com o sacana. Pouco tempo depois, a campainha toca e a Doutora vai atender a porta (ainda vestida de médica, ela não tirou a roupa em momento algum). Eu ouço uma voz conhecida.

– É uma veterinária? Preciso de alguém para cuidar da minha gatinha!

Solvit passa pela antessala e entra no quarto, de toalha, puxando uma verdadeira gatinha, de orelinhas e tudo, por uma guia presa em uma coleira em seu pescoço. Uma gatinha pequenininha, magrinha, branca de cabelos, digo, pelagem capilar preta comprida, toda timidazinha. "Essa é Alanna!"

QUEBRANDO O GELO

Apresentações feitas, engatamos um bate-papo fenomenal e enriquecedor, sobre a vida, o universo e tudo mais. 42 lições de vida, aprendizado, curiosidades. Manu e Solvit certamente precisam se unir e lançar um treinamento para jovens iniciantes neste mundo da sacanagem – para GPs e clientes.

E Alanna ali, com frio, com um olhar curioso que ultrapassa sua timidez, perguntando, ouvindo tudo com atenção, absorvendo o que era dito. Com pena dela, pego o jaleco da Doutora Manu e o coloco sobre seus ombros. Ganho um beijinho de agradecimento.

PROSSEGUINDO COM O TRATAMENTO

No meio do papo, lembro que eu deveria repetir a dose completa do remédio prescrito pela Doutora. Mas antes, me aproximo da gatinha Alanna, sentado ao seu lado na cama, e começo a acariciar seu corpinho. Ela ronrona e me beija. Um beijo com vontade, que se intensifica mais e mais. Quando olho pelo canto do olho, vejo Solvit sentado no sofá com a Doutora Manu em seu colo, fazendo um exame profundo na boca e garganta do meu amigo. Tiro os olhos da bunda da Doutora, que subia e descia e se esfregava no meu camarada e volto minha atenção para a gatinha manhosa.

Solto a guia de sua coleira, para evitar acidentes. Coloco-a deitada na cama e lhe apresento minha venda e minha pena. A resposta é um "Aiii!!... Isso é booommmm...." sussurrado. Percorro todo o seu corpo, dou atenção especial para os seus pés. Sigo a recomendação médica de chupar uma bucetinha. E que bucetinha! Pequenininha, deliciosa, cabe inteirinha na minha boca. Sinto um tapa na minha perna. "Ô! Com licença!" Levanto a cabeça, olho para trás e vejo Solvit caminhando para o outro lado da cama com Manu pendurada em seu pescoço e as pernas atracadas em seu corpo. Musculação tá em dia para esses dois!

Volto para a gatinha, que continua ronronando e me acariciando. Seu corpinho tremelica lindamente, seguro por minhas mãos. Ela é pequenininha, é fácil alcançar qualquer parte do seu corpo enquanto a chupo. Acaricio seu pescoço, seus pequenos seios, sua barriga, suas pernas, até extrair dela o seu gozo, seu orgasmo, seu prazer.

Invertemos nossas posições, eu me deito, ela vem por cima de mim. Ao nosso lado, Solvit parece estar ele mesmo examinando a Doutora. Ela com certeza sabe o que está fazendo, pois ambos estão rindo e sem se desgrudar. Fica até difícil identificar qual pedaço ali é de quem. Sinto algo em meu pau e encaro a gatinha. Sua boquinha minúscula se mostra elástica, engolindo meu pau. Uma demonstração gostosa e com muita desenvoltura de seus dotes orais. Infelizmente – não que isso tenha me deixado triste – a Doutora Manu já havia extraído tudo que meu corpo tinha a oferecer neste dia, então fico devendo dar leitinho para a gatinha.

UM BEIJINHO A TRÊS NÃO FAZ MAL A NINGUÉM (MUITO PELO CONTRÁRIO)

Solvit sai rapidamente do quarto para buscar algo no outro quarto. Enquanto esperamos, a Dra. Manu confidencia que não sente tesão em outras mulheres, mas que não se incomodaria com um beijo triplo. Eu adorei esse tratamento que me foi dado! Eu ali, entre duas gatas, sendo beijado ao mesmo tempo por ambas, três lábios e três línguas se debatendo e se enfiando de uma boca a outra. Eu juro que deu para sentir a respiração ofegante de Alanna e a sua empolgação!

TUDO TEM UM FIM

Solvit volta para o nosso quarto e ainda resenhamos por mais um tempinho, antes dele sair levando sua gatinha embora – ganhei um último beijinho e um "miau" da gatinha. Eu e Manu aproveitamos a deixa para também nos arrumarmos.

Enquanto estou me vestindo, uma penúltima surpresa: coloco meu sapato e imediatamente sinto algo vibrando. Assustado, chacoalho o sapato e de dentro dele cai um pequeno vibrador preto. Ligo para o Solvit, que já está no corredor esperando o elevador. Ele volta correndo para pegar seu apetrecho, nos abraçamos e ele e Alana partem em definitivo.

Eu volto para o quarto, digo, para o consultório e termino de me arrumar. O telefone toca. "Senhor, por acaso o seu colega do quarto 41 deixou uma toalha aí?" Passo os olhos pelo quarto e conto três toalhas em cima da cama – um item a mais, resquício de outra dimensão deixado ali, como que para marcar território. Lobo safado. Penso em demorar para responder para sacaneá-lo um pouco na portaria, mas apenas rio e digo que está tudo certo.

Saio junto com a Doutora Manu, que me recomenda permanecer monitorando minha saúde e retornar em caso de qualquer recaída. Ou pelo menos voltar dentro de 15 dias para a consulta de revisão.


A Médica e a Gatinha


O Quarteto Fantástico


Já que esse vibradorzinho apareceu por aqui, deixa eu ver como funciona...


O espaço, a fronteira final. Estas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de muitos anos para explorar novos prazeres, para pesquisar novas mulheres, novas safadezas, audaciosamente indo onde nenhum cretino jamais esteve!


Até o próximo encontro, Comandante Solvit, em qualquer universo, multiverso ou dimensão!


PARA NÃO PERDER O COSTUME, MAIS UM PEQUENO CONTO COM MANU:







Mítico 13/05/2026 23:52

A escapada da brincadeira foi de 8 a 80 kkkkkkk
Mandaram bem demais, o Éden ficou pequeno

Manu Borges 12/05/2026 18:15

Solvit, muito phoda esse multi verso.
Que venham mais mais.
Que n nos falte nunca a alegria de viver, gerando sincronicidades épicas como a de ontem....

Manu Borges 12/05/2026 18:12

Ck, gatíssima...
Aprovadissima.

Dan Spock 12/05/2026 18:02

CKONECOCK: Ela com certeza vai entrar na lista de muita gente e merecidamente.

LUIZINHO90S: E inesperada, o que apimentou ainda mais as coisas!

SOLVIT SEXUS: Eu não falei que ela é envolvente e sensual??? Falha minha! Pensei que isso tinha ficado evidente, pois desde o momento em que ela se sentou ao meu lado eu só pensava em atacá-la, mas vocês engrenaram no bate-papo... 😅 E eu também te agradeço, e a Manu e a Allana por tudo isso.

abobrinha 12/05/2026 17:33

Que ótimo viver essa aventura intergaláctica! Manu Borges é uma deusa no meu Multiverso!
DAN SPOCK, obrigado por me proporcionar uma das aventuras mais épicas do meu Multiverso.
Não pode deixar de falar da Alanna que é uma mulher envolvente e muito sensual!
Não poderia ser de outra forma!!! Um Multiverso colapsado pelo prazer!

Luizinho90s 12/05/2026 14:30

Putaria da boa! Kkk 🔥🔥🔥

PGMB 12/05/2026 14:28

Kkkkk que relato foda... parabens aos envolvidos...Alanna acaba de entrar na lista do CK...

Dan Spock 12/05/2026 14:17

Manu, muito obrigado a você e a Alanna por toparem fazer essa brincadeira inesperada! Vocês são demais! Quero agora é ler um relato teu com o Solvit, curioso para saber o que vai sair de um encontro desses! E ao amigo Solvit, mais um forte abraço! #TamoJunto

Dan Spock 12/05/2026 14:17

LOKKI: Ainda bem que o meu cardio tá em dia!

PETER WHITE: "Diversão" é uma excelente palavra para descrever isso tudo! A gente riu e se divertiu muito com toda essa situação inusitada!

GRISALHO4.2: Essas surpresas que a vida nos apresenta não podem ser desperdiçadas!

HC: Essa gatinha é mignonzinha!

ESCORPIOAANONIMO: Muitíssimo obrigado! O beijo triplo não me sai da cabeça até agora... Ai, ai...

GILMOUR: FENOMENAL!

Gilmour 12/05/2026 14:04

ÉPICO!

Manu Borges 12/05/2026 13:56

Inesquecível.
Todos sabem que n faço dupla por não curtir toques femininos. Mas a Alana é uma linda.
Beijo triplo foi bom demais.🥰
Que quarteto meus amigos. Que quarteto...
Amo muito tudo isso.
Solvit que encontro, literalmente que encontro...🔥🥰

EscorpioAanonimo 12/05/2026 13:31

Mais um relato sensacional, meu amigo Dan. E esse final foi simplesmente perfeito! A Enterprise realmente invadiu o universo do mestre Solvit em grande estilo, deixando até resquícios interdimensionais pelo caminho. A cena do vibrador escondido no sapato foi digna de encerramento de comédia premium do Arena , inesperada, divertida e totalmente dentro do espírito dessa aventura caótica e deliciosa.
E claro, com duas mulheres espetaculares como Dra. Manu e a irresistível Alanna, o sucesso era inevitável. A química entre todos os envolvidos transbordou no texto, deixando tudo muito leve, divertido e extremamente envolvente. Parabéns a vocês pela excelente escolha das meninas e por proporcionarem um momento tão único, marcante e memorável. Relato de altíssimo nível!

HC 12/05/2026 13:17

Gosto de gatinhas pequenas. Mto bom :)

Grisalho4.2 12/05/2026 11:30

CONFRADE DAN:

Quando o Universo “conspira” a nosso favor, “abrem-se” múltiplas linhas temporais a nosso favor!!!

A “casualidade” inexiste!

Se o “date”, seu e do SOLVIT, teve um plot twist, tão inusitado e aprazível, é por que vcs fazem por merecer!

Peter White 12/05/2026 11:13

Kkkkk muito bom. Muito divertido
Vc6 são foda hahaha

Lokki 12/05/2026 11:07

De uma consulta médica evoluiu para uma aventura multi-versal no reino animal com o Lobo Solvit e a gatissima ALANNA ILEGARIO

Lokki, SiriusB, Peter White, Ghost Shady, Grisalho4.2, Strauss, onlyhaters, cad, Tenista, Dan Spock, Portugal, HC, EscorpioAanonimo, Chris Kyle, Andrews, Saulo Top, Gilmour, PGMB, Luizinho90s, Manu Borges, abobrinha, Top Gun, Raf, Brand, Alanna llegário, Queromais84, Mítico, Y@N, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana curtiram esse relato.
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