BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
— Oi?
— Eu quero!! Eu sempre atendo as suas vontades...
— Eu farei... Farei duas coisas.
— O que???
— Você disse que quando eu quisesse era para falar.
— O QUE???? EU QUERO!
— Me faz gozar bem gostoso! Estou na semana tarada kkk
E lá vou eu, satisfazer as vontades da dama... E as minhas também, por que não?
Quando chego em seu apartamento, ela já está praticamente pronta para o combate: vestida APENAS com uma micro calcinha, seus peitos lindos apontados para mim. Beijo, banho rápido e simbora para aquele quarto à meia luz...
Muitos beijos e abraços e logo eu já sinto as mãos de Fabiana roçando pelo meu pau – que já está em posição de sentido e pronto para a batalha.
— Deixa eu tirar essa calcinha, tá um calor aqui...
— Verdade, deixa eu tirar minha cueca também.
— Vem aqui pra perto, vem!
Fabiana sobe na cama, fica de quatro, segura minhas pernas e me puxa para perto de si, engolindo meu pau, com aquela bundinha linda arrebitada. Ela mostra toda sua competência, me chupando deliciosamente. Eu seguro seus cabelos e lhe afago a cabeça, passo as mãos por suas costas. Sua língua marota me arranca suspiros.
Pego a camisinha e Fabiana prontamente se vira para mim, ainda de quatro. Agora minha visão de sua bundinha é total, o que me enche ainda mais de tesão. Seguro seu quadril e vou controlando a velocidade, com os gemidos de Fabiana servindo como trilha sonora do encontro. Depois de um tempo, me deito de costas na cama e Fabiana se encaixa sobre mim. Nos beijamos candidamente, falamos sacanagens um para o outro. Ela sobe e desce no meu pau. Quando ela se agacha, aí é loucura total: ela sobe a ponto de quase sair e depois desce para me engolir inteiro em sua ppkinha.
— Fabi... Posso ganhar meu presente?
— Quer agora, seu safado?
Saio da cama e fico em pé, Fabi lubrifica meu pau e novamente fica de quatro. Ela pega meu cacete, coloca-o na posição certa e eu vou adentrando aquele centro de prazer bem devagarinho, até tudo se encaixar. E aí é só alegria! Vou bombando de forma ritmada aquela bunda arrebitada enquanto Fabi enfia a cara no colchão, uma mão puxando o lençol e a outra se masturbando. Ela atinge o orgasmo primeiro e eu, alguns minutos depois. Que foda!
— Nossa! Fazia muito tempo que eu não gozava dando o... ai... na verdade, fazia um tempão que eu não dava...
— Moça, fazia um tempão que eu também não gozava transando assim, gozando dentro de uma bun...
— Me dá um beijo!
Nos beijamos mais e me lembro de que só ela me chupara. Mas que falha minha! Que falta de educação! Sem perder mais tempo, já me deito entre as pernocas da dama e caio de boca e língua em sua ppkinha. Ela segura as minhas mãos, me afaga os cabelos e segura minha cabeça quando atinge o orgasmo.
— Nossa! Agora você me deixou molinha...
— Ai, Fabi... Você vai ter que me desculpar, mas te ver assim... Você é linda... Posso te comer mais?
— Deve!
Nova camisinha e já fico por cima de Fabi. Me excita demais ver seus seios, seu rostinho, seu sorriso, ouvir seus gemidos e sua respiração ofegante. E, no meio de um beijo, eu gozo de novo.
Nós dois caímos lado a lado, exaustos e sem forças. Jogamos um pouco de conversa fora.
— Você tem algum óleo aí? Quer uma massagem?
— Eu tenho um creme, serve?
Ela pega um creme de maracujá muito cheiroso e se deita de bruços – meudeus, que coisa mais linda aquela bundinha me encarando. Massageio suas costas, ombros, braços, coxas, pernas, pés... e a bundinha, claro.
— Eu adoro esse creme de maracujá.
— Eu amo maracujá! Adoro suco de maracujá, adoro musse de maracujá, amo Fabiana de maracujá...
— Vem cá beijar este maracujá então!
Mais e mais beijos. Definitivamente eu estou tendo uma sorte, uma química, sei lá, alguma coisa absurda em relação a beijos. É uma sequência de encontros com beijos cada um mais gostoso do que o outro. E eu beijo e chupo seu corpo coberto de maracujá. Sou atraído pelo seu cheiro, mistura do azedo do maracujá e do doce de seu sexo. Me esbaldo em sua ppk de novo e a faço gozar de novo e de novo eu me delicio com seu gosto em minha boca. De novo e de novo e de novo, quantas vezes forem necessárias e eu puder.
Pelo visto o Carnaval chegou e eu não perdi a oportunidade. Fabi me encara.
— Quer massagem nas suas pernas também?
— A casa é sua, você que manda!
Fabiana se ajoelha entre minhas pernas, eu deitado, e começa a massagear minhas coxas com o creme de maracujá. Que coisa relaxante... Eu quase durmo ali mesmo, mas aí sinto a massagem se deslocar para o meu saco. Isso acorda a mim e ao meu pau, que também ganha massagem. E um beijo. E uma linguada. E uma boca inteira. E eu não o vejo mais, oculto que ele está pela boca gulosa de Fabiana. Eu coloco a mão no meu pau.
— Ah!! Se masturba para mim! Eu adoro ver!
Que garota mais safada... Eu começo a me masturbar e ela a me beijar, minha boca, meu peito e meu rosto.
— Vai gozar na minha boquinha, vai?
Ouvir isso dispara em mim uma descarga elétrica, que sai da minha cabeça e desce pela minha espinha até chegar ao meu cacete, dando tempo de Fabi se posicionar e receber em sua boca a explosão do meu jorro. Ela finaliza me chupando para não deixar nada escapar.
Depois desse hat trick, ficamos deitadinhos mais um tempinho, só para eu conseguir ânimo e energia suficientes para ir até o banheiro me arrumar para, infelizmente, ir embora.
Me despeço de Fabi com um último beijo gostoso e um pedido dela para o próximo encontro, que eu tentarei arrumar! Aguarde!
Na rua, à procura de um lugar para lanchar, lembro dos beijos e do cheiro de maracujá de Fabi e coloco no Spotify Chico Buarque cantando para mim:
Quem me vê sempre parado
Distante, garante que eu não sei sambar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tô só vendo, sabendo
Sentindo, escutando e não posso falar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu vejo as pernas de louça
Da moça que passa e não posso pegar
Há quanto tempo desejo seu beijo
Molhado de maracujá
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me ofende, humilhando, pisando
Pensando que eu vou aturar
E quem me vê apanhando da vida
Duvida que eu vá revidar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu vejo a barra do dia surgindo
Pedindo pra gente cantar
Eu tenho tanta alegria, adiada
Abafada, quem dera gritar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Mas eu já tô indo embora
Um outro que agora me tome o lugar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar












