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04 de Setembro de 2020 às 21:09
GIOVANA BRANCA - http://gparena.net/social-feed-user.php?id=7900
Bom dia, boa tarde, boa noite a todos.
Para este relato, vou me inspirar num confrade ao qual texto aprecio bastante. Sua construção textual, injustamente criticada por alguns, enobrece a existência de fóruns como este. Refiro-me ao à companheiro Dante-RJ, pedindo licença desde já pela apropriação cultural de alguns termos por ele cunhados.
Vamos lá: depois de uma experiência HORROROSA na semana passada, pensei em voltar ao anonimato. Mas não fui um "forista sem fé" e acreditei, me dei mais uma chance.
E foi necessário um pequeno drama antes. Porque quem está entre a perda da fé e a esperança, o próximo passo é sempre complicado. Estava entre passar 1h numa casa de respeito, cujas referências são positivas ou conhecer a Giovana por 30 minutos, que era o tempo que lhe sobrava.
Tomei a decisão no saguão do prédio, já que as duas opções ficavam no mesmo lugar. Ressabiado. "Mas acredite, forista sem fé", os fóruns são a nossa bússola nesse mar de desilusões. Lembrei dos relatos positivos de vários confrades e preferi a diversão por meia hora.
Chegando ao local da nobre donzela, sou recebido pela própria numa lingerie preta, que chamava tanta atenção quanto seus olhos verdes. Difícil se concentrar em algum lugar no corpo alvo da Giovana, tudo ali faz você se perder. A dama me ofereceu um banho, coisa que aceitei e me preparei para o desfrute.
Se na última experiência com uma inominável cidadã combinei 1h e não desfrutei nem 20 minutos direito, dessa vez a sorte me sorriu. Giovana me ofereceu um dos melhores 30 minutos da vida.
A começar pelo oral dedicado, babado, cuspido, cuja contemplação poderia se converter numa tela e ir direto para uma galeria de arte. Depois deste deslumbrante primeiro ato, a estrela se despe, revelando seu corpo, ao qual precisei recompensar a tamanha beleza devolvendo o oral que recebi.
E que boceta, senhores. Quem aprecia a arte de chupar uma, a Giovana tem uma perfeita para a prática. Fiquei ali nesta nobre função até ela se desmontar e confessar que não estava preparada para aquele auge que acabara de presenciar e sentir.
Dali, a artista recuperou seu fôlego com mais um pouco do seu trabalho com a boca no meu parceiro de batalha, colocando a famosa capa para poder sentar.
Disse-lhe que sentar era um calcanhar de Aquiles para mim e ela ouviu com carinho, sentando de uma forma que poderia ficar todo o tempo ali apenas sentindo sua bocetinha subir e descer sem encher o látex. Depois, precisei conferir a menina de 4, penetrando e contemplando aquela bundinha esculpida com todo zelo. E, para encerrar, utilizei a energia que me restava num tradicional PPMM, quando a nobre dama, respeitosamente, pediu-me para dar-lhe "leitinho". Sim, "forista sem fé", há como o termo ser dito respeitosamente, principalmente quando o tempo está por terminar.
Como ela me pediu, dei-lhe a oportunidade de retirá-lo na fonte. Bastaram algumas mamadas e uma punheta lubrificada pela sua própria saliva para eu jorrar o "leitinho" que ela pediu. Jorrar forte, bastante, como há muito não fazia. Aliás, perdão mais uma vez, Giovana, nem eu mesmo esperava que ainda poderia "jogar o leitinho" tão forte e tão longe.
Enfim, confrades: não fui um "forista sem fé". Acreditei e saí da "alcova" com a promessa de voltar (que será cumprida), leve e flutuando.
OBS.: As palavras em devaneio só refletem a sensação há muito não experimentada.
Até a próxima!
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