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09 de Janeiro de 2022 às 17:01
Eventualmente tenho finalizado a noite na Vila Mimosa, bebendo as últimas cervejas antes de ir para casa. Fico observando o movimento das mulheres, naquele eterno movimento de entrar e sair dos "estabelecimentos", aparecendo e se escondendo, dançando funk, me tocando, pedindo para subir, ofertando sexo, passando a mão no meu pau, etc. Mulheres feias e bonitas, obesas, mulheres de tetas de fora dançando funk ao som ensurdecedor, misturadas com homens em grupos, senhores, mendigos e catadores de latinhas. Público variado. Ou seja, uma muvuca.
Ando de lá para cá só olhado. Pego latão de Brahma a 8 reais num estabelecimento e procuro um lugar para sentar. As vezes sou assediado, As jovens não, têm ar de desdém para comigo, tipo uma soberba. Parecem marrentinhas.
Os fatos narrados a seguir ocorreram num estabelecimento do "U". Olhando de frente para a entrada do local, no corredor da direita, estabelecimento no lado direito, mais ou menos no meio do corredor. Me parece local bem movimento com boa quantidade de mulheres. O som é funk, Muitas dançam na frente, se exibindo, às vezes descem ao corredor, e saem em grupo para circular. Somem entrando em algum lugar. Depois reaparecem e voltam. Muitos caras ficam no corredor, parados e encostados na parede olhando para as mulheres com tetas de fora. Eu também. Vi algumas quietinhas no fundo do estabelecimento. Resolvi entrar. Peguei um latão e consegui um banco para sentar. Fiquei observando. Cuecas no local em grupos e alguns sozinhos como eu. Elas dançando funk freneticamente, Os caras entram em saem. Algumas mesas e cadeiras, refrigeradores com as geladas. Um banheiro com vaso sanitário e um chuveiro. Ali se mija, se faz "higiene". Os caras vão mijar com frequência. Vi uma mulher fazer higiene. Ficou nua com a porta entre aberta. E a escada caracol que leva para o andar superior.
Naquela noite pensei em finalmente subir a escada. Não foi decisão acertada. Abordei uma mulher de tetas lindas. Ela estava sentada e parecia pouco animada. Sem olhar para mim, me rejeitou. Abordei outra. Bonitinha a Vitória. Corpinho bacana, morena clara. Perguntei como funcionava: 70 reais por 30 min. Resolvi subir. Dei 70 reais ao gerente. Nisso ela pergunta se eu poderia pagar um refri. Concordei. O preço foi de 15 reais.
Subimos ao andar de cima pela escada caracol. Lugar lúgubre, escuro. Só penumbra. Três cabines todas ocupadas, outra sem colchão. Conversei rapidamente com a Vitória enquanto esperávamos. Ela me ofereceu oral sem camisinha por 30 reais. Pensei em não aceitar, seria furada e não razoável devido questões de higiene. Eu nem tinha lavado meu pau. Mas acabei dizendo sim. Na sequencia ela me pediu 10 reais para fumar. Também disse sim. Kkk. Liberaram uma cabine e entramos no pequeno espaço. Devido às paredes, estava mais escuro ainda. Mas clareava o dia e por uma fresta entrava uma luz que refletia numa pequena área da cabine, mostrado que estava imunda. Lixo pelo chão, copos, restos, papel, camisinhas, inclusive uma camisinha pendia colada na parede. Assim que entramos Vitória me pediu os 40 reais. Dei. Nisso Vitória fez jeitinho meigo e carinhoso e me pediu 30 reais para comprar um shortinho. Kkk. Vê se pode, parecia minha namoradinha! Rs. Neguei. Tiramos a roupa. De repente Vitória perdeu o jeitinho meigo. Pedi para que ela ficasse de pé para que eu observasse seu corpinho. Queria confirmar com ela pelada a impressão que tive lá embaixo. Negou ficar de pé para eu vê-la, vejam só! Insisti, ela fez de mau humor. Pedi o oral sem camisinha. Ela deu duas ou três lambidas e punhetou um pouco. Ela falou que era para por a camisinha e transar. Eu disse que era para ela continuar o oral porque havíamos combinado. Nisso começa uma balbúrdia no corredor, um falatório. Tentam entrar na cabine. Como não tinha tranca, abriram a porta para entrar. Gritei que tinha gente. Desistiram. Mas a zona no corredor continuou um pouco. Então eles desceram. Nisso me desconcentrei e broxei. Vitória observou e falou: coloca a camisinha para a transa. Já que ela não iria mesmo fazer o oral, pedi que me punhetasse para que ficasse duro. A malandrinha, para me humilhar, fez uns poucos movimentos no meu pau mole, parou e perguntou pela camisinha. Saquei a situação. Se eu não tivesse a camisinha, estaria criado um caso. Mas eu tinha, Peguei. Pedi para ela punhetar para endurecer. Então ela falou que faltavam cinco minutos e que era para por a camisinha e gozar rápido porque tinha que liberar a cabine. Estávamos uns 10 min na cabine! Ponto final, saquei que aquilo ali era enrolação, malandragem pura. Falei que o programa estava encerrado e pedi que ela saísse da cabine. Ela se vestiu rapidamente e saiu. Coloquei minha roupa com calma, verificando com atenção meus pertences. Desci, deixei o estabelecimento e parti da Vila Mimosa com o sol despontando no horizonte.Fui para casa dormir.
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