24 de Agosto de 2014 às 01:57
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Caros companheiros de fraternidade, no fim da tarde de hoje, quando termina o dia e a noite assume o seu posto, encontrei-me com uma dama de olhar altivo, quase sério, que atende pelo nome marcante Eloah. Redigindo o relato, sinto vontade de rabiscar versos e olhar a natureza para acalmar a felicidade saltitante no meu peito. Estou atônito e alegre e triste, pois não tenho mais a realidade que tive há pouco. Com os cotovelos apoiados sobre a mesa, erguendo este espantalho de sensações, e o coração pulsando nos pulsos, como se tivesse dois corações, eu escrevo a carta de recomendação da moça aos amigos. Assim posso reviver o momento, abrir a porta e a janela do quarto para aquela tarde, que, na minha opinião, deveria se repetir eternamente.

A dama Eloah não foi por mim conhecida como resultado apenas dos bons relatos que encontrara aqui no fórum, mas, sobretudo, pela dica de um confrade do qual tenho muito apreço e confiança, chamado Rovina. Agendei com a bela, certo de uma boa aventura, que, de fato, concretizou-se na mais inteira harmonia.

Marcamos nosso encontro no Motel Amarelinho entre a Barra e Jacarépagua. Não sei se é Barra ou Jacarepaguá ou se é outra coisa. Isso não importa. Cheguei antes e tomei um banho para esperá-la. Estava ansioso e não pensava em nada senão nela. Ouvi o som da campainha e meu pensamento aprontou-se para se tornar realidade. Abri a porta e a recebi com um beijo no rosto. Ela é uma mulher bonita e pequenina, como uma estrela. Cabelos lisos, com ondulações suaves e luzes, e compridos até os ombros. Quando eles caem para o lado direito fazem com que uma leve franja espontaneamente se forme e termine no fim de sua sobrancelha. Seus olhos são verdes e redondos e sua boca é bela e atrevida. Ela tem o corpo todo perfeito e delicado, que cabe muito bem num abraço. Seus seios são absurdamente belos: Firmes e de tamanho pequeno para médio, como os seios de uma deusa. Após observá-la e, consequentemente admirá-la, sem que ela se desse por isso, trocamos algumas palavras. É uma mulher com uma personalidade mais madura e não passa aquele ar de menina. Decidida, ela se aproximou e me beijou com doçura e carinho. Ali comecei a compreender o fascínio que a acompanhara.

Por baixo de suas peças recatadas, um shortinho com brilhos e uma camisa de seda, ela vestia um conjunto de calcinha e sutiã num tom azul marinho, que combinava com o dourado de seus cabelos. Fiz essa observação e ela disse que adora azul. Não me dei conta, mas era o dia da lingerie e sua homenagem, que tanto seria bem vinda neste fórum, foi restrita a mim. Aproximei-me a ponto de estar quase dentro dela e beijei sua boca, seu rosto, seu pescoço, suas orelhas e seus peitos repetidas vezes. Agarrava-me a ela e ela a mim. Beijava-me sem parcimônia tanto na boca quanto no pescoço e orelhas, gemendo baixo e suave em meu ouvido. Eu não pensava em nada, apenas sentia a vida, como num poema do heterônimo Alberto Caeiro.

Ela se ajoelhou na cama, com um joelho tocando o outro e seu bumbum quase se apoiando em seu calcanhar, e chupou meu pau com o capricho e com o talento de poucas. Eu tocava seus cabelos para sentir que estava vivo e que aquilo era real. Depois, ela se sentou sobre mim e senti o meu pau entrar vagarosamente no seu interior. Ela navegava sobre mim, com ondas a balançar o seu corpo e desfazer os seus cabelos, e eu apertava os seus seios com volúpia de quem está mil anos sem estar com uma mulher. Sentia-me como uma criança brincando numa poça d’agua. Pedi para que ela ficasse de quatro e a penetrei por trás. Ela aceitou fazer um anal e eu o fiz com um vasto sorriso pregado à cara. Enquanto ela deslizava repetidamente o rabo no meu pênis, eu apertava os seus seios e segurava em sua cintura. Poucas coisas no mundo me deram a alegria daquele instante.

Quando senti que estava prestes a externar, como um vulcão, o caos que há dentro de si, pedi que ela chupasse o meu pau. Sua boca aquecida pelo seu corpo, também em erupção, tocou o meu membro e me fez sentir o máximo que se pode sentir de prazer na terra. Derramei toda a lava nos seus seios de deusa. Após este momento, recuperei a razão e passei os minutos seguintes a admirar aquela bela dama. Ela me contou algumas coisas engraçadas e eu fiz o mesmo. Ficamos ali deitados com o espelho do teto a refletir o nosso abraço e nossa conversa.

Dialogávamos quando, de repente, me meti a beijar suas pernas e me demorar no seu sexo. Chupei a sua vagina cheirosa e deliciosa, acariciando sua barriga e seus seios. Por algumas vezes, eu segurei a sua mão fazendo um carinho. E ela tocava o meu ombro com o pé e sem dizer nada pedia que a fizesse gozar. Permaneci beijando o seu sexo com talento até ela chegar a um orgasmo maravilhoso.

Ainda ficamos juntos por um tempo naquela tarde, mas nada de diferente do que eu já disse nesta narrativa. Eloah é uma mulher bonita e que tem um talento imensurável na cama. Uma das melhores mulheres com as quais já estive. Fiz a mala e parti como quem quisesse ficar e não podia. Como se estivesse em um trem em movimento, e sem porta, que passasse do meu ponto. Mas precisamos disso para sabermos o sabor da vida.