23 de fevereiro de 2020 às 22:01
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Há quem não tenha filtro, desconfio de quem diz gostar de todo mundo. Eu desenvolvi um filtro rigorosíssimo para amizades, sou difícil para cultivar novos companheiros. Mesmo assim, às vezes, ainda me misturo com gente que não merece o amor que dedico a quem elevo a amigo. No caso dos fóruns, é pior. Forista não quer amigo, quer plateia, quer público. Os que conseguem público pela sedução natural das narrativas viram objeto de ressentimento e recalque dos medíocres. Pelo menos, é o que ocorre na maioria das vezes. São poucos os foristas capazes de apreciar bons relatos sem ficarem ciúmes da habilidade do autor. Porém, seria uma tragédia se a vida fosse uma regra sem exceções. Há exceções. Neste resumo, está a introdução que explica, em parte, amores e ódios que sempre despertei em Fóruns desde 2002. Aprendi no percurso que o talento é medido pela quantidade das reações que desperta e dos plágios que sofre. Acabei me acostumando com a ideia de que não sou blasé. Tudo que estimula provoca paixões ou rancores.

Quinta-feira, a rua da Uruguaiana fervilhava nas horas que antecediam o carnaval. Desço do metrô e sou empurrado pela corrente humana que seguia um fluxo sem destino. Tomei meu leme e rumei para o Clube 26, na Praça Monte Castelo, próxima ao camelódromo. Entro na boate e havia uma boa quantidade de mulheres, numa diversidade eclética. Recebo mensagem do camarada 300 (este, um bom companheiro), estava a caminho para me encontrar. Dizem que a 26 é um trash arrumadinho, considero mais do que isso. É uma boate agradável, limpa, com bom preço, o atendimento é legal e as mulheres costumam ser simpáticas e receptivas. Ao contrário de locais como 502, 21, Cancun etc., as meninas se apresentam espontaneamente, sem prepotência, sem sufocar.

Avistei Paulinha, uma mulata sensualíssima que saí na noite anterior. Gostosa, rabuda, alegre e de alto teor sexual. Toda lambuzada em purpurina, veio me abraçar e fiquei com glitter grudado até no pau. Tudo bem, sou solteirão e ainda não deixei para ninguém o legado da minha miséria. Peço um balde de latões da Brahma e ficamos eu, Paulinha e 300 bebendo com o brilho pré-carnavalesco. Quando me dei conta, minha pequena mesa estava cercada de uma horda de mulheres, balde de cerveja é isca para cardumes de piranhas.

Rebolando e esfregando a bunda sem parar à minha frente, Paulinha só interrompia o gingado para me aplicar beijos colossais, introduzindo em minha boca uma língua capaz de abduzir extraterrestre. Difícil resistir. Alcova.

O quarto da 26 tem uma cama confortável, banheiro externo com chuveiro e é satisfatória para o forista que mija em pé. Para aqueles que pensam que puteiro precisa ser igual à pérgula do Copacabana Palace, eu sempre digo que o mundo gay seria melhor opção. A menina demora um pouco para retornar do banho, mas meu tempo de uma hora foi respeitado. Paulinha deixa cair a toalha e agarro aquele corpo moreno, coberto por quilos de purpurina que resistiram ao chuveiro. Mais beijos na boca e deslizo até a vagina, começo a chupar, a menina se contorce, geme e goza. Inverte a posição e mergulha em mim num boquete rapel, chupa se masturbando. Delírio. Sou obrigado a apelar para a meditação ou terminaria o encontro numa ejaculação precoce. Pensei na Quinta da Boa Vista, no Museu do Amanhã, no Jardim Botânico, nas cotias do Campo de Santana. Resisti...

Peço que Paulinha fique de quatro. Sem que eu peça, ela empapuça o cu com gel. Para bom entendedor, meio gel basta. Comecei a penetrar com cuidado a bundinha, ela rebolava querendo sentir a penetração integral. Começo a estocar em ritmo lento, vou aumentando a velocidade, ela rebola mais, geme alto. Tendo esgotado todo o meu arsenal meditativo, gozei até a alma. Que mulher!

Conversamos mais um pouco, nos despedimos e ganhei novamente as ruas, que mostravam rastros de chuva recente. O ar era fresco, a noite agradável e eu me senti feliz.