BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Confesso que hesitei antes de decidir me aventurar em algum bordel, não sei se será possível evitar, mas quero postergar ao máximo a possibilidade de ser contaminado pelo novo vírus. Provavelmente, foi a minha última visita até que o risco diminua. Caminhei em direção ao clube 26 atravessando a turba que prolongava o horário do rush. Olhos desconfiados por todos os lados, uma tosse seria capaz de causar um estouro da boiada incubada pelo pânico. Alcancei a sombria Praça Monte Castelo e ingressei na boate. Logo na entrada, esbarrei com a maravilhosa Angel em um dos seus habituais biquínis microscópicos, detectados apenas em exame de laboratório. Não cultuei dúvidas, parei ao lado dela certo de repetir a experiência sexual com a menina. Carinhosa, me abraçou e aplicou beijos avassaladores no salão. Observo que não há restrições à pegação dentro da pista da 26, ao contrário de outros bordéis que parecem geridos por sacristãos de igreja.
Não conseguindo mais resistir aos ataques soviéticos de Angel, subi à alcova de luz azul da casa. A menina foi para o banho enquanto eu me livrava das roupas, ela voltou nua e me agarrou como sede de sêmen. Mais beijos, beijos de línguas enroscadas, de troca de saliva, sem medo de qualquer pandemia cinematográfica. Pedi que ela se deitasse e caí de boca nos seios pequenos e durinhos da garota, ela gemia baixinho, num ronronar excitante para quem ouve. Desço para a vagina cheirosa e empapuçada de tesão. Mais gemidos. Ela ergueu o corpo, como se quisesse evitar o orgasmo, me empurrou e despencou a boca num boquete que me fez pensar que eu havia aterrissado em Saturno. Que chupada! Sim, afeiçoado forista sem fé, sei que estou sendo repetitivo, mas para alguns boquetes é necessário a utilização de artifícios meditativos que impeçam a ejaculação precoce. Novamente, mentalizei as cotias do Campo de Santana, as girafas do Jardim Zoológico, os coalas das Austrália...Consegui sobreviver ao boquete implacável.
Coloquei a moça de quatro. Que visão. Bunda perfeita, simétrica, o mapa múndi de um reino encantado. Penetrei na boceta como quem sorve um vinho saboroso. Angel volta a gemer, a sussurrar palavras que não entendo. Aumentei o ritmo, ela rebolava como se pretendesse me sentir mais fundo, passei levemente o dedo em seu cuzinho enquanto o pau continuava explorando a escuridão do útero. Sou um velho libertino já sem muita resistência, gozei a minha alma naquela mulher magnífica. Conversamos um pouco antes de encerrar o encontro e saí extasiado do antro de prazer que batizei de masmorra libidinosa.
Voltei ao metrô caminhando pela Rua da Uruguaiana ainda febril, cruzei com uma mulher num vestido escandalosamente decotado, um pedaço pecaminoso de fêmea. Desço pelas escadas da estação. A noite termina para a vida real ansiosa por se embrenhar pelo mundo dos sonhos. A aventura continua...