09 de Julho de 2020 às 00:14
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

A minha história como forista está muito ligada a alguns locais do Rio, um deles é a Mosaico. Eu ia ocasionalmente à Mosaico pelos idos e vividos anos de 2010, escrevia sobre a casa e sobre as minhas visitas. Foi um tempo de uma Vila Mimosa exuberante, que parecia uma grande festa popular que acontecia diariamente, eu frequentava quase todos os dias a zona acompanhado, inclusive, de cidadãos aqui do Gp. A Mosaico, porém, nunca fez parte da Vila Mimosa, sempre esteve à margem, com outra frequência de mulheres e com outros valores no menu.

Certo dia, abro meu e-mail, e estava lá uma mensagem de um dos donos da casa me agradecendo pela preferência e oferecendo amizade. Quando vi o e-mail, fiquei surpreso, mas depois estreitamos contato e eu decidi realizar a primeira festa de aniversário de um forista nos salões da Mosaico: a minha festa.

A festa se realizou numa noite chuvosa, que conspirava contra, mas que não conseguiu impedir a grandeza do evento. Teve anúncio no jornal O Dia, casa absolutamente lotada, não cabia nem ar, um mesão de frios, um bolo imenso e eu no centro das atenções. Foi lindo. Naquele dia, muitos foristas descobriram a Mosaico; naquela noite, a Mosaico descobriu os foristas. Fiquei feliz por ser a ponte, fico feliz até hoje. Depois da Mosaico, com mais empenho, muitas parcerias foram nasceram: a lendária Red Light, a Face Club e recentemente os melhores momentos da 65. Foi um período em que eu, meus amigos e um dos fóruns do Rio conseguimos erguer uma atmosfera única, uma alegria, um entusiasmo, o clima de confraternização. Sempre compartilhei as conquistas com a comunidade, amigos ou inimigos. Eram recordes de postagem. Surgiram o Clube do Pândego, o grupo dos Indomáveis... Quem viveu sabe e sente saudade.

É óbvio, iniciativas assim, que patrocinei e fiz parte, despertam adesões e recalques. Inevitável. Infelizmente, foram tempos que passaram. Passaram porque os fóruns mudaram o perfil, porque grupos de WhatsApp não possuem foristas com carisma e paixão para recriarem sozinhos a Belle Époque da luxúria. Foi-se. Fiquei eu, o velho e combalido Dante, ficou o Sucatão, restou à noite e a madrugada. A paixão promíscua é propriedade somente do legítimo libertino, é como o martelo de Thor, só os dignos a merecem.

Lembro do meu último TD na casa, a Vila Mimosa já havia entrado numa decadência da qual até hoje não saiu, mas a Mosaico ainda rodava num frenesi raro para a maioria dos estabelecimentos de entretenimento sexual. Estacionei na Rua Ceará e fui caminhando. A casa estava cheia, mas logo fui abordado por uma morena de proporção cavalar, corpo trabalhado, pele acetinada e perfume de flores do campo. Presença de mulher impressionante. Talia, um nome que depois ficou conhecido por vários foristas. A garota é um vício. Conversamos e bebemos um pouco e convoquei: alcova.

Morena, cabelos compridos, coxuda, boca carnuda, beijos com língua e saliva, bom papo. Uma pop-star feita. Como previsto, quando ela tirou a roupa fiquei olhando àquele corpo como se fosse uma estátua, como se estivesse vendo a Vênus de Milo. O que posso dizer de uma forma pouco estendida é que foi uma transa que repeti umas dez vezes consecutivas, sem exagero. Talia é um colosso e completa.

O TD não é recente porque pouca coisa é recente desde a pandemia, mas até pouco tempo Talia ainda estava na ativa e ainda frequentava a Mosaico. A conferir.