BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Saí de casa e o meu dia se desenrolou como todos os outros, como se houvesse só um dia e os outros fossem repetição deste. Entretanto, no fim da tarde já no motel, quando tocou a campainha e pude abrir a porta, compreendi, diante da minha visita, que não era um dia ou instante qualquer, deparei-me com uma moça belíssima e muito bem vestida. Seu confortante e carismático sorriso tocou a minha alma muito antes de seus pequeninos pés, sobre o salto alto, tocarem, pela primeira vez, o piso frio e brilhante do interior do recinto. Ela me deu um beijo e senti o seu perfume durante muito tempo, nem o término do beijo, nem o término da pequena distância e nem o passar de alguns dias foram suficientes para a subtração daquela fragrância, que sinto agora com a mesma intensidade que senti tocando os seus lábios. Na tranquilidade do quarto, observava cada peça que ela arrancava, despindo o seu ser entrar no banho, surpreendia-me como se seu corpo fosse feito para me entreter e acompanhava com os olhos as curvas muito bem desenhadas se revelando, pernas grossas e uma bunda bem redonda e arrebitada, seios perfeitamente harmônicos e que, no desenrolar do programa, se encaixaram perfeitamente nas minhas mãos, cabelos negros compridos até a metade das costas com um penteado que prendia uma mecha frontal de seus fios no alto de sua cabeça. Muitas mulheres, naturalmente, sobem ao salto para encantar, porém com Nanda Pimenta foi a sua descida que me fascinou, pude ver como me sinto atraído por mulheres mais baixas. A pequenina estava completamente nua em minha frente, com as roupas perdidas pelo chão do quarto, e conversávamos, concentrando-me para me ater às próprias palavras e vacilando, admirando-a, num turbilhão de fantasias, sobretudo olhando o seu belo rosto de estudante de ensino médio.
Após o banho, ela me questionou sobre o porquê de eu ainda estar vestido e me beijou de forma intensa, com uma língua bem atrevida, do jeito que gosto. Eu desbravava a sua boca e ela desabotoava a minha camisa, e também apertava as suas pernas e sua bunda firme e me deleitava com seus seios. Por vezes, ela levantava a perna e eu segurava a sua coxa, escorrendo a mão por toda a sua extensão. Nesta hora, eu já compreendia o significado exato do seu pseudônimo Nanda Pimenta, pois eu sentia seu sabor ardente em cada beijo e em cada centímetro de pele percorrido, abraçava seu corpo contra o meu e eu sentia ainda mais vontade de aperta-la contra mim. No momento seguinte, ela se abaixou com charme e ficou de joelhos se lambuzando com o meu pau em sua boca firme, eu estava de pé e seu boquete feito com uma pressão maravilhosa fazia-me recorrer ao apoio da parede para suportar tamanho prazer. Nanda tem uma das bocas mais talentosas que tive o prazer de conhecer. Por isso, deixei-a se demorar no carinho. Depois, segurei a sua mão e a levantei e beijei a sua boca, deitando-a na cama para retribuir o carinho. Antes de tudo, beijei novamente a sua boca e senti mais do seu corpo, depois lentamente beijei o seu queixo, pescoço, seios e sua barriguinha linda. Em seguida, fiz um oral com muito capricho, passando a língua por seu clitóris e beijando a sua bucetinha exageradamente, e ela se esfregava na minha boca dando gemidos, enquanto eu apertava com carinho os seus seios. Era ótimo ouvir os seus gemidos e passar as mãos por suas coxas grossas, sentido sua tez branca e macia, ainda melhor foi vê-la se reclinar e sem nenhuma palavra, além das que se lia em seu olhar, convidar-me para adentrar o seu estreito sexo com o meu ímpeto voluptuoso de macho.
Na intensidade dos nossos corpos se descobrindo, ela continuava com o mesmo comportamento apimentado, gemia e dizia coisas indecentes no meu ouvido, eu perambulava por sua pele com os dedos, principalmente em seus seios, e a observava se desfazendo deliciosamente na cama. Não posso deixar de dizer novamente que me senti muito atraído por ela, como se fosse um encomendada a mim. Adiante, com a mocinha de quatro, eu ficava olhando as suas curvas e seus peitos no espelho, ela me encarava com uma face safada e ordinária. Meus pelos se encresparam e meu suor caía nos olhos e na sua anca imodesta e excitante, com uma marca de sol tentadora. Com meu ser todo retesado, derramei, como numa tempestade, todo o meu gozo no interior de sua vagina apimentada, depois beijei-lhe as costas e ela riu com a graça de um filhote de antílope, deitei-me ao seu lado, ela deixou-se cair na cama e ficou me olhando com a cabeça no travesseiro. Eu fazia o mesmo, rico de sua presença.
Tivemos uma ótima conversa no tempo que nos restava, ela mostrou-se uma menina com conteúdo e letrada, nós nos demos muito bem e foi uma tristeza e uma saudade quando o taxi chegou e a apanhou. Encontramo-nos no Condor no Meier, que é o meu motel preferido na região. Ela se foi e todo o quarto ficou vazio, só havia eu e meu coração batendo e as coisas pelo chão. Desci as escadas até o carro sentindo o seu cheiro e parti com seu gosto temperado na boca.
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