BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Assassinando o mistério, a senhorita com quem estive foi Flavia Moraes, cuja formosura me encantara. O nosso encontro foi num dia bonito, com o sol a fazer sombra de um lado da rua e os pássaros a correrem no céu como os carros no asfalto. Em meio à arquitetura de concreto, ela veio em minha direção, irrespondivelmente desejada e naturalmente cintilante, contrastando com o cinza morto da calçada e exacerbando o requinte do dia, que usara como um adereço por sobre o vestido preto e a pele clara e dourada do sol de julho.
No quarto do motel, relacionei-me com uma menina de riso natural e humor agradável. A sua bela idade reluzia no seu corpo esbelto, de seios pequenos e formosos e uma barriga alinhada. Dada a queda de seu vestido negro, tudo que lhe restou foi um conjunto discreto de calcinha e sutiã florido, especialmente compatível com a perfeição de seus vinte anos. Ela, porém, tinha intenções lascivas que iam além da jovial roupa íntima e transpareciam no reflexo de seu olhar marcado a lápis e de seus lábios úmidos como um oceano. Aprisionado no fascínio do momento, toquei o lado esquerdo de seu rosto e beijei a sua boca pequena de lábios intensos, sob a luz foragida da porta aberta do banheiro que nos cercava, fazendo a sombra destes seres entrelaçados na parede oposta.
Eu fitava o seu olhar envolvente e ela sorria, fixando-me também com os olhos e a boca. A partir dali, com meus braços a fazerem roda em toda a volta de sua cintura, tive-a para mim intimamente, especialmente minha, e, naquele momento, tudo que não cheirasse como ela ou não tivesse a forma dos cabelos e da pele dela não me furtava atenção. Tinha a sensação que passara repetidas tardes na presença dela, embora definitivamente não seja verdade, devido à tamanha cumplicidade.
Na cama, passeei por todas as linhas de seu corpo, por cada endereço secreto de prazer que eu descobria. Visto que estava consumido pelo desejo de macho, não subtraí emprenho aos seus seios e ao seu belo sexo, passando a língua por seu clitóris e adentrando o seu interior profundamente úmido. Enquanto eu deslizava as mãos por suas pernas, ela segurava os seios e suspirava, comprimindo os lábios com os dentes. Num dado momento, comecei a sentir o seu corpo ceder, com terremotos em suas pernas e espasmos por baixo de sua pele, anunciando um orgasmo que se efetivou divinamente.
Depois, ficamos abraçados sem dizer nada, embora muito se dissesse naquele abraço apertado. Mais adiante, ela quis chupar o meu pau e o fez, introduzindo-o em sua boca aquecida de movimentos repetitivos e apimentados. Eu ficava olhando em direção ao seu rosto bonito, com o cabelo liso caindo sensualmente na sua face. Fascinado com a cena, não demorei a destituí-la de seu domínio e a deitei no lençol branco, adentrando o seu delicioso sexo.
O envolvimento se manteve com carinho e afinidade. A jovem loira parecia uma patinadora russa dando espetáculo na pista de minha alma. Ela mordia os lábios e eu a apreciava em sua expressão ardente. Ela pôs-se de quatro e, desta forma, eu apertava a sua bunda perfeita e sentia no meu pênis as paredes do sua vagina. Em seguida, como uma tempestade que se anuncia e se concretiza em milhares de vultuosos pingos, eu derramei o meu gozo na realidade do mundo.
Confrades, Repeteco certo.