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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Antes de nosso encontro, trocamos mensagens e ela se mostrou uma menina muito agradável e doce. A conversa foi tão boa que decidi encontrá-la. Apanhei-a de carro e logo ganhei um beijo delicioso, apesar de rápido. Ela tem uma boca linda. No caminho para o motel, conversávamos e nos divertíamos com nossas histórias, ela me contava coisas de Minas, onde morava, e ria de quase tudo que eu falava. Seu sorriso pedia outro beijo; suas pernas cruzadas, descobertas pelo vestido jeans curto e delicado, pediam o atrevimento das minhas mãos; o seu pescoço e seus cabelos pediam que eu os cheirasse. Contudo, o bom desenrolar do transito não permitiu desvirtuar-me do volante antes de chegar ao nosso destino.
Já no motel, no momento em que ela saiu do banho enrolada na toalha e eu me encaminhava para o chuveiro, nossos corpos colidiram de leve, sem intenção visível, e, de forma muito natural, a pequenina se inclinou na ponta dos pés e eu beijei a sua boca molhada de lábios volumosos e língua abusada, num beijo que invade a alma. Coloquei-a em cima da pia do banheiro com suas pernas fazendo volta à minha cintura. Desci sutilmente a sua toalha e chupei os seus pequenos seios. Ela parecia gostar, e seus suspiros a entregavam. Em seguida, já tendo despido-a completamente, continuamos nos beijando até eu levá-la para a cama e me ater com toda atenção ao seu sexo, minha língua concentrava-se em seu clitóris. Ela gemia baixinho e eu podia sentir o seu corpo tremendo, em conjunto com o aperto rígido das suas mãos entrelaçadas nas minhas. Depois, pediu-me para deitar e ficou de joelhos com a bucetinha na minha boca, no controle da situação. Desta forma, eu a chupei até que ela gozasse de forma maravilhosa e caísse exausta para o seu lado direito me pedindo para abraçá-la. Ela me apertava contra o seu corpo com força e me dava beijos sutis no rosto, pescoço e ombros. Falou de forma suave e fatal no meu ouvido que queria que eu comesse o seu cuzinho. Completando a cena, ela pôs minha mão na sua vagina para me mostrar como ela estava molhada. E partimos para o segundo ato.
Começamos o sexo propriamente dito. O escândalo das batidas do meu coração passava despercebido, misturando-se às agitações dos nossos corpos e aos gemidos sutis e lascivos daquela menina bonita com semblante de anjo. Minhas mãos não se cansavam de descobrir e viajavam feito cigano por suas partes. Não esquecendo o pedido que me fizera, penetrei o seu cuzinho suavemente e depois passei meus minutos seguintes a admirando e sentindo todo o prazer que a situação pedia. Perdido do mundo e de todas as coisas, meu corpo só pensava naquele instante e minhas mãos na pele macia de sua bunda. Com o reflexo do espelho cuspindo na minha cara a maravilhosa realidade que tinha diante de mim, gozei exageradamente no seu interior.
Em seguida, ficamos abraçados conversando sobre coisas banais, entre beijos e carinhos. Um pouco mais tarde, vestimo-nos e ficamos esperando a conta que demorou a chegar, ela deitada e eu de pé ao pé da cama. Então ela me pediu para deitar pertinho e me abraçou bem forte. Ficamos nos beijamos durante toda a eternidade que tardou para a chegada da conta. Devo confessar que adorei a demora.
Durante todo o trajeto volta ela ficava fazendo carinho na minha perna e eu, quando tinha oportunidade, fazia o mesmo com ela. Yasmin foi um ótima companhia, se entregou de uma forma impressionante e foi muito divertida. Deixei-a no local em que me pediu e voltei à realidade do mundo, carregando por dezenas de quilômetros de volta à minha casa o gosto de seus beijos. Estava feliz e as sinfonias de Richard Wagner que tocavam no carro quase explodiram meu coração.