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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
que decide o desfecho, simplesmente aceito pelo devoto. A deusa colocou em meu caminho a farfúncia, a azáfama de ritualizar de forma completa e inequívoca o plantel completo. Devo confessar que fiquei tentado a realizar os ritos sagrados/profanos com uma outra moça já listada mas preferi não testar a solidez do granito que compõe o órgão pulsante dentro do peito, temendo que fosse somente uma frágil escultura em areia. Conceber a ideia e a materialidade das sacerdotisas que ali promovem o trabalho espiritual/carnal, para aqueles degenerados conscientes de sua própria natureza (ou não), é minha incumbência. A lei da sorte deve ser cumprida...
Início: Jogando a escolha à roda de Fortuna, esta caiu com Andressa. As fotos foram me agradaram (na verdade já vi as fotos de todas e nenhuma me desagradou) e de qualquer maneira foi a decisão inquestionável da deusa. Agendamento realizado com inominável do Zapzap, cheguei ao local pouco antes da hora.
Local: Evitarei a repetição da qualidade do local. Isso me cativou fortemente, sendo talvez 50% do que me chama de volta.
Atendimento: O local é muito organizado em termos de tempos eventos. Sempre sou atendido por quem deveria conduzir o ritual.
Andressa aparenta ter um pouco mais idade que as outras moças que vi. Não tão bonita como as demais que encontrei, ainda assim bela. Tem um ar de “mulher casada que entra no buteco procurando um homem pra trair o cônjuge”. Dessa vez não fui acomodado no quarto VIP, mas um outro que já havia visitado. O local é um labirinto de corredores bifurcados e escadas e sempre gera uma ansiedade quando a menina é perdida de vista em uma das curvas. Diferentemente do projeto arquitetônico, a ansiedade do cabra era se perder nas curvas de Andressa. Seios pequenos, coxas grossas, asinus protuberante. Comecei da maneira que gosto, com praevia de qualidade, beijos bons doravante um tanto quanto curtos. Ela, aparentemente, tem predileção por beijos no pescoço. Passei a trilhar com a língua o vale da lascívia, sempre atento à torre impudica do prazer eterno, até que o vale fosse preenchido pelo córrego da felicidade. Deitei-me e aí sim, entendi porque a deusa colocou está sacerdotisa no meu caminho. Mais que sexo, mais que experiência, Fortuna promove elevação do espírito, sendo que a chupada foi esse momento.
Um bom oral é como a medicina: arte e ciência, ao mesmo tempo. Existe a técnica e o conhecimento, mas o primor da execução é que torna a pintura memorável. Enquanto ela chupava o membro com a boca, também chupava meus olhos com os dela, combinando o material e o imaterial. Trabalhou de forma variada, dedicando-se desde a base do mastro até o ápice da torre de observação, aplicando técnicas manuais e bimanuais, que sempre estimulavam áreas não abocanhadas no momento. Gostei muito da atenção dadas às pedras ovais, sucção e língua se alternando, enquanto a mão lustrava o pilar e da manutenção do contato visual, 90% do tempo sustentado. O olhar de quem estava se esbaldando contribuiu muito. Ela soube conduzir, mantendo a paudurescência, sem aquele excesso de estímulo que eventualmente pode promover o estouro do champanhe antes da meia-noite. Proativamente colocou-se de 4 e foi incrível ver a aquela bela bunda, armadas sobre largos quatis, indo e vindo. Mais de 20 minutos após o exercício da musculatura abdominopélvica, estourei o champanhe no tempo desejado.
Passamos um período de conversa jogada fora, onde é simulada alguma intimidade. O dia havia sido cansativo, o efebo que dava 2 seguidas morreu há alguns anos, dando lugar ao um indivíduo mais sábio, entretanto menos voraz. A sacerdotisa percebe a necessidade de repetir o ritual, parte novamente para atacar o pedestal, que já sinalizava retorno à posição de meio-dia. Novamente com aquela chupada hipnotizante, precedendo uma cavalgada invertida que permitiu o teste de forma e consistência glútea. Já depauperado pelo dia laboroso (que estava ainda pela metade) peço um PpMm pra ter mais controle e finalizar a ciranda. O pouco tempo restante foi preenchido com uma tertúlia.
Conclusão: Antes de tudo a sensação extática de ter mantido o foco, comprometimento e força de vontade para cumprir os desígnios de Fortuna. Depois a lembrança de um oral que entrou no top 3 da vida. Lembrar-me-ei de requisitar a finalização nessa modalidade na eventualidade de um repeteco. Evitarei, até o próximo ano, visitar o local, pois variedade é o tempero da vida e a lei de Fortuna.
A casa e a dama mantiveram o padrão de qualidade que me foi entregue anteriormente, o que me causa angústia. Temo que, talvez, alguém falhe e minha admiração ao templo seja maculada. Mas quem decide isso é Fortuna, não o degenerado que ela guia...
Salvete omnes!!!
