09 de fevereiro de 2021 às 12:22
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Acredite, forista sem fé. Digo a você: Iza não é uma mulher, é um milagre. Aguentei somente um intervalo de dois dias antes de procura-la novamente. Há mulheres que não valorizam os clientes que encontram, Iza dá valor.

A verdadeira posse é o beijo na boca”, dizia Nelson Rodrigues. E como Iza beija, beija com entrega, com saliva, com gemidinhos, com língua feroz. A pele morena jambo coberta por leves pelinhos aloirados é um afrodisíaco para qualquer visão. Após acertos e desacertos, confirmamos um novo encontro para às 17h.

Pego um táxi e desço na frenética rua São Francisco Xavier, um bar é o meu ponto de referência para a morada deste mito sexual que chamo de Iza Fernandes. A entrada é escondida, camuflada por uma banca de jornal. Ela abre a porta pelo interfone e subo três lances de escada para me deparar com Iza decorada por um minúsculo biquíni de oncinha. Faltou ar, afeiçoado forista. Essa mulher abala o meu combalido e sofrido coraçãozinho mundano. Ela me conduz até o quarto e recebo o primeiro beijo. Se vampiras fossem reais, elas não morderiam nosso pescoço, elas beijariam como Iza beija, pois desse modo fariam muitos mais servos fieis do que dilacerando carótidas.

A morena tira a roupa e o que vejo não é um corpo, mas um palácio monumental dedicado à luxúria, ao prazer absoluto da carne. Deitamos na cama, chupo os seios perfeitos, deliciosos. Fico nos peitinhos por muito tempo, Iza de olhos fechados, gemendo baixinho. Esqueço da vida lá fora. Voltamos a nos abraçar, ela enlaça uma de suas coxas grossas entre as minha pernas, pego na sua bunda revestida em aço de tão dura, continuamos nos beijando, em um namoro inebriante, em amassos capazes de enlouquecer as mentes fracas.

Iza se movimenta e cai com seus lábios carnudos e pecaminosos no meu debilitado pau. É uma mamada intensa, de quem gosta, no melhor estilo do boquete rapel. Sobe e depois desce pelo pênis numa queda vertiginosa até engoli-lo completamente. Ela fica de quatro e eu me ajoelho, sinto vontade de rezar diante daquela paisagem erótica. A bunda de Iza é uma escultura que alcançou a perfeição, deve ter sido esculpida em pedra, pois é firme, do tipo que jamais cederá ao efeito nefasto da gravidade. Um tobogã sensual. Ela me deita e volta a me chupar, agora com sua bunda colossal virada para o meu rosto. Enquanto sou mamado, dedilho a sua boceta encharcada, seu cuzinho faminto. Ela geme, ver seu rosto de safada quase me leva a ejaculação precoce. Ela morde os lábios, os olhos meio fechados. Gozei um pedaço da minha alma naquela cama.

Ficamos namorando e conversando no quarto amplo em que ela atende. Iza, além de belíssima, é inteligente, uma maravilhosa companhia. Estava tão bom que senti vontade de pagar para ficar umas três horas ali com ela. Tentação quase irrefreável. Soube que um forista esteve no aposento antes de mim (os famigerados sonegadores). Estava com muita vontade de continuar com Iza, mas resisti. O melhor será marcar novamente, com certeza farei isso.

Hora da despedida, quase esqueci de deixar o cachê da menina, o clima de romance me fez esquecer do pagamento.

Retorno para casa caminhando, naquela misteriosa alegria de quem alcançou a realização do corpo e do espírito por alguns instantes. Vou saboreando tudo pelo percurso: casas, pessoas, prédios, árvores... Iza é um pedaço de felicidade.

Ave, libertino.