BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
É uma legítima Dantete provada e aprovada com louvor. Leva o selo:

As calçadas da Tijuca fumegavam às três horas da tarde. Confesso que ainda não me acostumei a sair durante a tarde para as desventuras mundanas. Sempre fui um homem da noite, das boates, das esquinas em penumbra. O Sol para mim ainda tem o mesmo efeito que assola os vampiros, parece queimar a minha pele. Durante o percurso até a sua sala, na bucólica Tijuca, a menina me envia uma mensagem pelo zap perguntando se posso levar um RedBull comigo. Não me custa nada um favor, confirmei que levaria. A Tijuca, como tantos bairros do Rio, sofre com a degradação galopante, está começando a se assemelhar a uma aldeia indiana, só faltando nos depararmos com vacas perambulando pelas ruas. O Rio inteiro parece estar se padronizando pelo Calçadão de Bangu.
O movimento intenso nos arredores da Praça Saenz Peña, agravava o calor. Driblando camelôs e me desviando de motoristas de Uber ao atravessar a pista, alcancei o prédio da rua Santo Afonso. O porteiro do lugar está sempre com um semblante de quem comeu algum cogumelo que dá onda. Passo direto pela recepção e subo. Um sujeito gordo, com jeito de quem também iria pecar, fica me encarando no elevador, por via das dúvidas encostei a bunda na chapa lateral da cabine, impedindo qualquer tentativa de estupro. O gordo, como eu, desce no terceiro andar. Para disfarçar, fico parado no corredor fingindo que estou trocando mensagens no WhatsApp. O gordo para na frente de todas as portas, menos na porta em que residem as bacantes. Desisto de disfarçar e me encaminho para o apartamento. Toco a campainha. Quando olho para trás, vejo o gordo de tocaia. A porta demora para abrir e eu com receio de ser assassinado por uma baleia psicopata de óculos. Finalmente, uma mulher abre a porta e pergunta por quem eu procuro. Constrangedor.
— Aline — informo.
PAFT!
Bate novamente a porta na minha cara. Atrás de mim, quase beijando a minha nuca, o gordo observa mordendo os lábios. Por via das dúvidas, encostei a bunda na parede. Trinta segundos depois, Aline reabre a porta e me manda entrar. Olha para o gordo e diz:
— Espera um pouquinho.
Não sei por quanto tempo o gordo ainda permaneceu gravitando no corredor como um corpo celeste desprovido de luz, mas suspirei aliviado e feliz por não ter sido deflorado.
Aline é uma garota impressionante. Rosto de ninfeta; bundão; um par de seios pequenos e durinhos, com formato de pera; coxas grossas e cabelo liso na altura dos ombros. Muito bonitinha e com jeito de ninfeta. O que impressiona é sua capacidade de gozar diversas vezes em um contorcionismo de músculos e gemidos que excitariam defunto cremado. É muito tesão quando a vejo gozar. Ela deveria cobrar ingresso por esses pequenos shows.
Namoramos, roçamos os corpos, fiz manobras perigosas com meu combalido pênis, chupei, fui chupado e por aí vai. Infelizmente, hoje a pressão hidráulica do meu velho e maltratado membro estava fraca, terminei pedindo um 69 e gozei hectolitros de sêmen no rosto e na boca da menina.
É estranho constatar que somente eu possuo TDs com Aline até o momento. Afeiçoado forista que me lê, corra e coloque essa ninfa em seu currículo sexual. É imperdível. Valeria pelo espetáculo pirotécnico de orgasmos que ela nos proporciona, mas também é muito gostosinha.
Desço. Quando atravesso a recepção, o porteiro continua com semblante de quem engoliu cogumelos que causam uma onda boa. Passo direto, ganho a rua. O Sol insistia em iluminar a vida, espantar as trevas. Caminhei sentindo a liberdade que me provoca êxtase, tudo brilhava refletindo a beleza do caos. Tudo passaria um dia, provando que a existência tem pouco sentido, mas de uma forma ou de outra eu me senti livre. A liberdade é poderosa e vicia.
A aventura continua...