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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
CONSIDERAÇÕES INICIAIS (Galera podem pular essa parte. O TD começa mesmo no tópico "NANDA MARTINS")
Encontro marcado no dia anterior com a Nanda, entretanto, ainda não sabia o horário. Somente no dia do encontro que confirmei. Costumava agendar com dias de antecedência. Contudo, tal prática provocava-me muita desconcentração tanto em minhas obrigações profissionais quanto nas pessoais, por mínimas que fossem. Como ler um livro, por exemplo. Fico ansioso pela chegada do dia. Aliás, sou uma pessoa muito ansiosa. Várias vezes durante o dia procurava relatos e fotos das damas. De certa forma, tal conduta prejudicava-me. Hoje, de preferência, procuro marcar até no mesmo dia. Sei que dessa forma perco boas oportunidades, mas também, sou surpreendido por experiências maravilhosas.
Depois de viver uma epopeia para chegar ao Centro do RJ - posso dizer que ajudei mulheres, velhinhos e crianças antes dos fatos narrados abaixo, consegui encontrar essa gata. Sei que é um blábláblá, confrades. Porém, escrevo tais fatos para no futuro eu ler e tentar relembrar os fatos com muitos detalhes.
Estou dentro do metrô conversando com a Nanda e pedindo desculpas por um provável atraso - o que não aconteceu. Ela, muito gentilmente, contornava a situação e dizia que daria tempo.
Em determinado momento, ela me manda uma foto mostrando apenas uma peça da roupa com a qual ela estaria me esperando. Causou-me surpresa, pois brinquei com ela no chat, há alguns dias, que a queria vestida exatamente com aquela peça. Não é que a safadinha lembrou? Não dava para ver nada demais na foto, apenas parte de sua perna e a vestimenta que tanto queria.
Neste momento, esqueci-me que estava num vagão de metrô e tinham três jovens mulheres e uma senhora sentadas de frente para mim. Eu estava de bermuda e "meus países baixos" ficaram bem volumosos. Das quatro, apenas uma jovem olhou-me com estranheza. As outras não notaram. Disfarçadamente coloquei minha mochila na frente e assim prossegui viagem.
Desembarco no Largo da Carioca apressado, tentando não esbarrar nas dezenas de bancas de camelôs ali montadas. Nanda, envia o número da sala e entro rapidamente no prédio. Neste momento, ouço alguém gritando em minha direção. Pensei: fodeu, quem será? Olho para trás e era o segurança querendo aferir minha temperatura.
Elevadores rápidos! Gostei muito.
NANDA MARTINS
Chego em seu apê e toco a campanhia. Confesso, que todas as vezes, sinto um frio na barriga pela expectativa de como será realmente a pessoa que me receberá.
Porta aberta rapidamente. Grata surpresa! Uma linda mulher, do jeito que eu gosto, me atende com um lindo sorriso e um olhar arrebatador. Beijinho e abraços dados e a Nanda continua a olhar-me de forma muito sedutora. Achei a Nanda muito enigmática. Fiquei apaixonado por isso! Rsrsrsrs.
Naquele momento percebi qual seria a tônica do nosso encontro. O olhar dessa mulher assemelha-se ao olhar de um predador para a sua presa.
Ela disse: "Vem comigo!". Deu alguns passos e pude notar seu belo corpo e aquele shortinho safado que eu disse brincado que eu queria que ela usasse. Gostei, pois mesmo sem eu pedir, ela se lembrou da minha vontade. Voltando...passei a segui-la, sei que percorremos talvez um corredor. Na verdade, fui guiado por sua bunda! Quanto mais andava e rebolava, aquele short ia entrando e eu continuava hipnotizado.
Entrei em seu quarto. A Nanda me oferece uma toalha ensacada e me beija. Batom numa cor forte. Não lembro da cor. Acho que era roxo e contrastava perfeitamente com seu tom de pele. Ela sempre com aquele olhar penetrante. O box fica dentro do quarto. Ótimo! Enquanto tomo banho, conversamos. Ela sabe conversar, envolver. Quando saio do box, ela pergunta meu nome. Ninguém merece ter que ficar falando essa salada de letras que é meu nick. Surpreendentemente, digo meu nome do RG. No mesmo instante disse: pqp, falei meu nome real, não o de putanheiro! Foda-se e sorri! Ela, com aquele jeito safado, disse: "eu não te obriguei a nada" e sorriu sarcasticamente. Acho que passei até meus números de cartão de crédito para ela sem perceber. Rsrsrsrs.
Neste momento, ela se levantou e dirigiu-se a um móvel aos pés da cama. Onde havia um espelho. Aliás, uma das paredes laterais é repleta de espelhos. Muito bom!
Peguei minhas camisinhas. Ela disse que estava na hora de tirar sua roupa e colocou as mãos para trás para poder tirar o sutiã. Neste momento intervi e disse que quem deveria despi-la seria eu. Aliás, esse foi o único momento em que estive no controle da situação. No restante do tempo, direta e/ou indiretamente, a Nanda tomou as rédeas da situação.
Comecei tirando o sutiã e pude ver aquele belo par de seios naturais com uma marquinha de biquíni que parece feita por computação gráfica. Perfeita! Antes de continuar, não aguento e já mamo aqueles seios. Ajoelho-me e começo a tirar aquele short. Quando o retiro, vejo um lindo fio dental preto. Peço que dê uma voltinha. Enlouqueço. Já começo a chupar, a lamber e a morder ali mesmo. Tirei sua calcinha e pedi que dessa outra voltinha. Bunda e buceta lindas, com aquelas marquinhas "tatuadas" nelas.
Aproveitei que já estava ajoelhado e comecei um oral ali mesmo. Nesse momento a Nanda se rendeu. Ela disse que era fraca para isso. Pensei: problema é seu, minha filha! Fiquei uns dois minutos naquela posição até que ela se deita na cama e convida-me a continuar o ato. Fiquei um bom tempo ali. Não sei quanto tempo se passou, mas estava tão bom que gostaria que cada segundo durasse uma eternidade. Após um tempo, sinto espasmos em suas pernas e grande lubrificação vaginal. Suponho que gozou. Pergunto e ela confirma. Não me considero um bom praticante dessa arte, embora goste muito de fazer.
A deixei deitada por uns minutos, mas não a deixava em paz. Fui aos seus seios novamente. Que delícia! Trocamos beijos deliciosos.
Ela se recompôs e pediu para que eu me deitasse e começou a olhar-me com um olhar safado. Ia progredindo: glande, corpo do pênis e saco. Que delícia! Em determinado momento adjetivei o oral dela. Ela gostou, mas me proibiu de relatar o que eu disse. Tudo bem, respeito. MAS QUE BOQUETE! PQP! Eu a olhava me sugando a alma de frente, pelos espelhos laterais e amontoava o travesseiro para apoiar minha cabeça para que eu pudesse olhar o espelho nos fundos do quarto para que eu admirasse a exuberante bunda da Nanda.
Ela continua num oral longo...alguns momentos mais lentos e por vezes, mais voraz. Contudo uma coisa não mudava: o seu olhar! Cito características do olhar de Capitu, personagem do livro Dom Casmurro (Machado de Assis): "Capitu apesar daqueles olhos que o diabo lhe deu... Você já reparou nos olhos dela? São assim de cigana oblíqua (no sentido de maliciosa) e dissimulada."
Sim, olhos que o diabo lhe deu, olhar malicioso e dissimulado. Enquanto eu me segurava para não queimar a largada, mas ela chupava olhando nos meus olhos como se proibindo a saída de meus herdeiros. Como se dissesse no olhar: "Está difícil segurar? Problema é seu. Segure!". Um olhar de quem não se importava com meu prazer-sofrimento. Eu disse que ela era o diabo usando calcinha, só pode! Ela sorriu e decidiu o momento da penetração. Ela é mandona. Com jeitinho, mas é mandona. Adoro! Colocou a camisinha e veio por cima. Quicou maravilhosamente bem. Eu apertava seus seios e ela continuava com aquele olhar de predadora voraz. Trocamos mais beijos.
Em determinado momento ela para e diz que quer me dar de quatro. Restou-me obedecer. Ela apenas me deixou escolher o lado da cama em que eu ficaria de pé. Preferi ficar de lado, aos pés da cama, para os espelhos da parede lateral. Passei longos minutos ali na socação. Ela gemia de forma gostosa. Sorte a minha ter dificuldades para gozar rápido, senão teria sido eliminado já no oral. Imagine comendo essa mulher de quatro toda trabalhada na marquinha de biquíni. Pqp. Em determinado momento, ela pede mais forte, pois iria gozar. Não deu outra. Gozou novamente, relaxou o tronco no colchão e sorria de olhos fechados. Contudo, deixou a bunda levemente levantada. Eu estava louco de tesão e mesmo ela estando esmorecida, continuei socando, só que devagar. Eu estava quase cobrando cachê. O placar da gozada estava Nanda 2x0. Isso aconteceu não por eu ser lindo, gostoso e maravilhoso. Muito pelo contrário, sou exatamente o oposto disso tudo. Entretanto, ela me envolveu de tal maneira que entrei no jogo dela e acabei fazendo tudo do jeito que ela planejava. Ela fez com que eu sentisse prazer em vê-la tendo prazer. Não é nada mecânica! Pqp, que mulher! Como não conheci antes? Essa furou a fila legal.
Voltando ao ato ainda incompleto... Nanda se recompôs, e decidiu que era hora para eu gozar. Kkkkkkkk. Ela vem de frente, quicando freneticamente. Contudo, eu disse que estava faltando uma posição. Ela pergunta qual era? Eu disse que era ela de costas virada para mim. Cena digna de filme pornô. Assim ela fez. Quicava com vontade com o corpo inclinado para a frente. Eu sabia que o final se aproximava. Pedi para que diminuísse o ritmo e deixasse seu corpo perpendicular ao meu, fazendo movimentos suaves, mais lentos. Queria contemplar aquele espetáculo de mulher à minha frente.
Estava em êxtase pela proximidade do gozo, contudo triste, pois desejava a eternidade daqueles últimos minutos. Aquela visão que não saiu de minha cabeça até agora. Enfim, pedi que rebolasse mais rápido, até que finalmente gozei! Terminei desidratado! Rsrsrsrs. Ela me limpou e beijou-me! Fomos tomar banho, cada um na sua vez. Pagamento feito, outro beijo. Ela enrolada na toalha, leva-me até a porta. Despedida e outro beijo! Saio satisfeito pelos momentos vividos em apenas uma hora, porém triste para mais um compromisso cotidiano. A Nanda é mulher para se desfrutar em, no mínimo, duas horas. Contudo, diante dessa minha nova diretriz de marcar sempre em cima da hora, não foi possível. Não tem como não repetecar! O próximo será de pelo menos 2h. Ah, Nanda, tenho que voltar, pois faltou fazermos o básico: a posição "papai e mamãe"!
Nanda, beijos!
