04 de Junho de 2021 às 11:03
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM




“Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta”.

(Camões)



Costumo me referir à doce Alícia como musa suprema. Não exagero quando a qualifico dessa forma, Alícia é o que chamamos de paradigma, ela se tornou um modelo de excelência no atendimento justamente por ter se afastado do padrão morno de quase todas as outras meninas. Há nela uma espontaneidade que não se dissimula, é talento, é vocação. Alícia não nos agracia somente com um sexo sem precedentes, mas nos contamina com um afeto único. Quem conheceu Alícia e não guarda a sensação de ter feito uma amiga verdadeira? Amante? Quando chamo Alícia de musa suprema, outras mulheres não deveriam invejar, mas se espelharem em seu exemplo, pois Alícia é presença plena que se destaca entre muitos rascunhos.

Todos nós percebemos que quando Alícia se ausentou do fórum, no mesmo instante se instaurou um vácuo. Onde está Alícia? — Logo vieram as perguntas. Faz falta porque nos completa. Ela não pode ser classificada como acompanhante, se tornou uma necessidade básica para todos nós. Não duvido que alguns tenham ficado ressentidos com súbito desaparecimento da musa, pois o ressentimento é fruto de um amor que se frustrou. A grande revelação brotou do seu desaparecimento é que Alícia desperta paixões e sonhos românticos. Com ela, nos sentimos únicos e não queremos que a magia se quebre. Quantas Alicias conhecemos? São raras, raríssimas. Se todas fossem iguais a você...

Soube do seu retorno e me propus a desafiar a agenda sempre lotada da menina. Afetuosa, ela arranjou o horário da minha preferência. No dia marcado, me informa o endereço do seu local provisório, pois ainda está reconstruindo sua base de atendimento. Chego à famosa rua A.V.37, mas por algum sintoma da minha esclerose precoce, me dirijo a sala errada e fico uns 10 minutos tocando a campainha sem que ninguém me atendesse. De repente, me dou conta do equívoco e corro para a sala correta.

Alícia me recebe numa lingerie branca, seu sorriso emana aquela luz que nos acalma e alegra. Ela me conduz ao quarto e já nos atracamos em beijos gulosos e despudorados. Entrega-me uma toalha e vou descalço para o banho, comigo não tem essa de chinelo molhado, travesseiro de pena de ganso ou lençóis de cetim. Não fui criado por avó e cresci na pelada de rua.

De volta ao quarto, os amassos prosseguiram. Não existe sarração melhor do que aquela que cometemos com Alícia, a entrega é total, absoluta. Os beijos são daqueles em que um quer engolir o outro. Ela se deita e chupo sua chaninha até que goze. Ela goza. Inverte a posição e engole o sempre preguiçoso Pikachu (Pikachu deixou de ser um pênis para se tornar um constante vexame). Fico embolado com Alícia por muito tempo, em um nó de luxúria delicioso, que eu preferia que fosse um nó cego e interminável. Peço que ela fique de quatro, aperto aquela bunda estratosférica com as mãos e penetro em seu templo libidinoso com a sede dos camelos do Saara. Foi quase uma ejaculação precoce, caí arfando no colchão.

Conversas, conselhos, mais beijos e nos despedimos. Não preciso de mais nada, deixo a sala saciado e com uma sensação de paz. Despeço-me do Centro com a certeza de que Alícia é uma obra-prima absoluta, faz que a beleza plena reine diante dos nossos olhos, inspirando este mundo de borrões, esboços e gente mal-acabada. Obrigado, musa. Você continua suprema. Reverência