BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Quaisquer palavras de meu basto vocabulário, em suas infinitas combinações possíveis, no labirinto borgiano das possibilidades, não passariam de sombras e pó para fazer jus a Carol.
Como Dante (não nosso imortal confrade, mas a persona drammatica do autor medieval), peregrinei por muitos infernos (no caso "piccoli inferni", inferninhos) até chegar ao Paraíso de Carol (quem é Beatrice perto de Carol?). Carol, xará da esposa de Machado, da canção de Neil Sedaka ("Oh Carol, I'm but a fool(...)") e também da de Seu Jorge ("Carolina é uma menina bem difícil de esquecer", definitivamente!).
Carol estava já há algum tempo na minha lista de prioridades (em primeiro lugar, junto com Nati Oliver e Lunna Aguiar, que ainda não tive o prazer de conhecer, mas que estão na minha trindade e às quais acompanho com interesse), mas por razões de ordem do imponderável da vida -os trabalhos, o prosaico da existência -não havia ainda marcado com a menina. Aproveitando a véspera de dia dos namorados e uma súbita animação, resolvi conhecê-la. As expectativas eram altas e não apenas foram alcançadas como superadas -como Dilma, chegamos à meta e depois dobramos a meta. Havia deixado marcado nosso encontro no Motel Condor, que ainda não conhecia. Chego pontualmente, e a espero. Ela corresponde exatamente às fotos que posta no Arena Social. É uma menina morena, cabelos cacheados, corpo com tudo em cima.
Após o banho, começamos um cálido beijo, ao qual se segue um boquete espetacular, com direito a Halls. Peço-lhe que deite para que eu possa lhe retribuir a gentileza. Esbaldo-me no corpo de Carol, em sua anatomia delicada, em seu sexo convidativo. Gott steckt im Detail, dizia o sábio alemão. Deus e o diabo moram nos detalhes, diria eu. Tudo em Carol me remete a uma certa delicadeza, mas uma delicadeza firme, incansável, sempre a clamar seu tributo justíssimo de gozo e suor. Após sentir a umidade em Carol, peço-lhe para penetrá-la de frente. É uma experiência ímpar poder observar as expressões enquanto estoco e olhar em seus olhos, abocanhar seus belos seios... e então fundo-me pela primeira vez na torrente do prazer. Sim, caros leitores, primeira vez. Este que vos escreve, julgando-se talvez incapaz de dar uma gozada sequer, deu 3. TRÊS, mas nos apressemos aos fatos.
Converso com Carol e troco com ela carícias na cama. Ela é inteligente e ótima companhia... Animo-me novamente, ela sugere estar por cima. De costas me cavalga, eu "a horse with no name". Quase gozo, mas novamente peço para eu estar por cima. E é a segunda vez que me afogo no oceano de Carol... o gozo, pétit-mort, como sabem os analistas. Carol faz-me saltar a alma ao infinito e voltar ao corpo com o gosto do imensurável.
Um novo round de carinhos e dengo e ela me lança o desafio que antes eu lhe lançara: "aguenta mais uma?!". Como vovó me criou para ser um cavalheiro, não se rejeita o pedido de uma dama. Desta vez tive-a de quatro, com a visão de seus quadris de violão, suas belas costas e os cachos que lhe caem em cascata. Ela me posiciona em seu recôndito... dou estocadas e novamente sou vencido por seus músculos e esfíncteres que me tiram o sumo. Vencido. A palavra é inexata: quisera ser vencido assim todas vezes. E eis minha terceira, para marcar como definitivo nosso encontro. Há a.C. e d.C.. Antes de Carol e depois de Carol.
Houve recentemente uma discussão no fórum sobre a fidelização e o que torna um atendimento especial. Concordo com o mestre Dante, Fazzo e tantos outros que disseram que o "tempero" do encontro é se sentir desejado, valorizado, etc. E tudo isso hoje me senti com Carol, à qual agradeço profundamente por nossos esplêndidos momentos juntos.