11 de Junho de 2021 às 18:52
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

De antemão peço desculpas pela minha verbosidade de autor afetado...

Quaisquer palavras de meu basto vocabulário, em suas infinitas combinações possíveis, no labirinto borgiano das possibilidades, não passariam de sombras e pó para fazer jus a Carol.

Como Dante (não nosso imortal confrade, mas a persona drammatica do autor medieval), peregrinei por muitos infernos (no caso "piccoli inferni", inferninhos) até chegar ao Paraíso de Carol (quem é Beatrice perto de Carol?). Carol, xará da esposa de Machado, da canção de Neil Sedaka ("Oh Carol, I'm but a fool(...)") e também da de Seu Jorge ("Carolina é uma menina bem difícil de esquecer", definitivamente!).

Carol estava já há algum tempo na minha lista de prioridades (em primeiro lugar, junto com Nati Oliver e Lunna Aguiar, que ainda não tive o prazer de conhecer, mas que estão na minha trindade e às quais acompanho com interesse), mas por razões de ordem do imponderável da vida -os trabalhos, o prosaico da existência -não havia ainda marcado com a menina. Aproveitando a véspera de dia dos namorados e uma súbita animação, resolvi conhecê-la. As expectativas eram altas e não apenas foram alcançadas como superadas -como Dilma, chegamos à meta e depois dobramos a meta. Havia deixado marcado nosso encontro no Motel Condor, que ainda não conhecia. Chego pontualmente, e a espero. Ela corresponde exatamente às fotos que posta no Arena Social. É uma menina morena, cabelos cacheados, corpo com tudo em cima.

Após o banho, começamos um cálido beijo, ao qual se segue um boquete espetacular, com direito a Halls. Peço-lhe que deite para que eu possa lhe retribuir a gentileza. Esbaldo-me no corpo de Carol, em sua anatomia delicada, em seu sexo convidativo. Gott steckt im Detail, dizia o sábio alemão. Deus e o diabo moram nos detalhes, diria eu. Tudo em Carol me remete a uma certa delicadeza, mas uma delicadeza firme, incansável, sempre a clamar seu tributo justíssimo de gozo e suor. Após sentir a umidade em Carol, peço-lhe para penetrá-la de frente. É uma experiência ímpar poder observar as expressões enquanto estoco e olhar em seus olhos, abocanhar seus belos seios... e então fundo-me pela primeira vez na torrente do prazer. Sim, caros leitores, primeira vez. Este que vos escreve, julgando-se talvez incapaz de dar uma gozada sequer, deu 3. TRÊS, mas nos apressemos aos fatos.

Converso com Carol e troco com ela carícias na cama. Ela é inteligente e ótima companhia... Animo-me novamente, ela sugere estar por cima. De costas me cavalga, eu "a horse with no name". Quase gozo, mas novamente peço para eu estar por cima. E é a segunda vez que me afogo no oceano de Carol... o gozo, pétit-mort, como sabem os analistas. Carol faz-me saltar a alma ao infinito e voltar ao corpo com o gosto do imensurável.

Um novo round de carinhos e dengo e ela me lança o desafio que antes eu lhe lançara: "aguenta mais uma?!". Como vovó me criou para ser um cavalheiro, não se rejeita o pedido de uma dama. Desta vez tive-a de quatro, com a visão de seus quadris de violão, suas belas costas e os cachos que lhe caem em cascata. Ela me posiciona em seu recôndito... dou estocadas e novamente sou vencido por seus músculos e esfíncteres que me tiram o sumo. Vencido. A palavra é inexata: quisera ser vencido assim todas vezes. E eis minha terceira, para marcar como definitivo nosso encontro. Há a.C. e d.C.. Antes de Carol e depois de Carol.

Houve recentemente uma discussão no fórum sobre a fidelização e o que torna um atendimento especial. Concordo com o mestre Dante, Fazzo e tantos outros que disseram que o "tempero" do encontro é se sentir desejado, valorizado, etc. E tudo isso hoje me senti com Carol, à qual agradeço profundamente por nossos esplêndidos momentos juntos.