21 de Julho de 2021 às 22:42
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM




Alguém poderá dizer que é “exagero do Dante”. Acredite, forista sem fé, não é exagero do Dante, Iza é um exagero genético. Mulata colossal, digna do melhor time do saudoso Sargentelli. Quando ela abre a porta, temos que segurar o risco da ejaculação precoce. O sorriso que parece ornado por pérolas branquíssimas e irrepreensíveis; o corpão de pele acetinada, marquinhas de sol e curvas transbordando do fio dental; o beijo na boca com o qual ela nos recebe. Puta que pariu. Quem conhece sabe do que falo.

Foram meses sem vê-la, a menina havia migrado para São Paulo. Voltou esta semana, fui avisado por um amigo. Eu bebia um chope meditativo na bucólica Tijuca, em um bar próximo à romântica Praça Saenz Peña chamado “Mané” (me identifiquei), quando decidi contactá-la. Simpaticíssima, como sempre, demonstrou saudade e interesse em me rever. Papo gostoso, respostas rápidas no Zap (não aturo mais mulheres que demoram 45 minutos para responder, isso quando não esquecem com quem falam). Marquei.

Pego um táxi para a rua São Francisco Xavier, salto próximo ao endereço e aviso que cheguei. Subo os degraus do antigo e pequeno prédio; quando Iza abriu a porta para me recepcionar, senti escorrer uma baba senil sob a minha máscara. Mulherão impressionante. Que me desculpem as outras, mas não conheci neste ano outra mulher que possua o corpo mitológico da Iza. É de deixar caboclo maluco. Iza é daquelas mulheres que saiam no poster da edição especial da Playboy. Impecável e sem photoshop.

Ela tira a roupa e o meu coração palpita avisando ao celular para ficar de sobreaviso caso seja necessária uma ligação de emergência para o Pró-Cardíaco. Caio em cima das suas curvas e começo a mamar os seios durinhos em forma de peras maduras, desses que cabem na boca. Mordisco os biquinhos, engulo inteiro, ela geme, fecha os olhos, acaricia meus cabelos e eu me farto. Passo um bom tempo lambendo seus peitos, beijando a boca, cheirando seu pescoço. Ela geme muito.

Peço um boquete, ela se posiciona de quatro, bem empinada, com o rabo exuberante virado para os meus olhos e me engole no melhor estilo do boquete rapel. A boca sobe e desce em quedas vertiginosas que quase abocanham meu saco junto com o pau. Mulheraça. Enquanto me chupa, dedilho seu cu, sua vagina molhadíssima. Já estava quase entregando os pontos na boquinha da mulata, mas pedi que ela ficasse de quatro porque eu precisava penetrá-la. Ela ativa os protocolos de segurança e eu entro na bocetinha quente e úmida da menina. Que viagem. Começo estocando devagar e aumento a vibração, o corpo estala se chocando com a bunda exponencial, Iza geme como gata no cio, o som dos seus gemidos enchem o quarto, me envolvem. O corpo exposto à minha frente, empinado como um tobogã sexual, é quase uma imagem psicodélica. Gozo, gozo muito, gozo demais, gozo horrores e desabo em coma orgástico sobre o colchão da promiscuidade. Iza vendo o meu estado precário, meu fôlego ofegante, corre para buscar um copo d’água antes de pensar em chamar o Pronto-Socorro.

Papeamos um pouco e me despedi sem vontade de ir embora. Retorno caminhando pela histérica Avenida Maracanã, uma boa estirada até a Praça Saenz Peña. Sento-me novamente no Bar do Mané, pois detesto quem se leva muito a sério. A garçonete sexy me traz uma tulipa, o líquido dourado hidrata minha garganta seca da saliva que doei lambendo a vagina da Iza. A noite é fria, mas sinto calor. Peço outro chope, peço o terceiro, as pupilas se dilatam, o mundo se ilumina em brilhos de neon e reconheço a música que vaza das caixas de som.

The Cure - Lullaby

Invade-me uma vontade doida de dançar, de chamar a garçonete para uma performance. Embriagado, sinto-me um Fred Astaire pós-moderno. Se dancei?

Cai o pano... Yes