18 de Agosto de 2021 às 10:17
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

No relato anterior, um rapaz comentou, numa crítica justa, que eu não dei ao encontro com a Sabrina o erotismo necessário para ser classificado como TD. Aceito a crítica. Aproveito para destacar um fato que vimos ocorrer com outro forista, começam a surgir os fiscais do TD alheio, são poucos ainda, mas estão emergindo. Eles se alternam na perseguição, dependendo da simpatia maior ou menor que guardam por um ou por outro. São seletivos. Com essa prática mofenta não concordo, pois pode inibir a participação de outros camaradas dispostos a colaborar com este nosso tão querido espaço. É preciso entender que, no meu caso, mesmo com a minha boa formação, não estou aqui para exibir pirotecnias eruditas, apenas escrevo, escrevo como lazer, como prazer adicional às conjunções sexuais. Um texto de um fórum sobre prostituição não é redação para o ENEM, é um texto informativo, uma diversão que pode abranger muitos estilos e entre os muitos estilos de um fórum o que não cabe é o preconceito ou tentativas de infantilismo intelectual. Cercear e enquadrar é a arte dos mentecaptos, não do intelecto.

Infelizmente, por mais absurdo que pareça o meu relato anterior, que carrega uma longa introdução, foi real. Acredite se quiser. Há mais doidos nos antigos fóruns do que sonha a nossa vã filosofia, só quem viveu sabe. Aproveito que tive dois encontros com a Sabrina para atender à Banca do Enem. Neste novo relato, farei justiça às virtudes da menina.

Quando avistei a Sabrina pela primeira vez, ela se destacava no salão semideserto da 502. A menina possui dessas belezas originais, é branca, usa a cabeleira presa em um coque, tentava estar vestida com uma calcinha minúscula e uma espécie de jaqueta desabotoada que oferecia seus seios imaculados à minha visão salivante. Ela não é do Rio. Tivemos um primeiro encontro inesquecível, mas o segundo, este que narro agora, foi supremo.

Com um gesto exemplar, quando me viu novamente na casa, a menina se aproximou e veio me cortejar. Ponto para ela. Estava linda, pingando sensualidade em cada gesto. Sabrina não bebe, o que não considero positivo, gosto das que bebem, mas é uma irrelevância diante dos seus atributos inquestionáveis. Quase a semana inteira, o que vejo hoje na 502 é que a casa mantém poucas meninas e a maioria é das antigas, experientes, mas não empolgadas. Sabrina é uma exceção no atual cenário do lugar. Sentamo-nos no fumódromo, que agregou ao ambiente uma enorme mesa de sinuca. As grandes termas, que já foram renomadas e aspiravam ares de sofisticação, suburbanizaram-se.

O papo foi curto, convidei a garota para a alcova. Na cabine, sem as poucas peças de roupa que a cobriam, o corpo de Sabrina é irretocável. Os seios, como eu já disse, são médios, firmes, de bicos rosados. De frente para os seios de Sabrina, sou um bebê esfomeado que encontra a mamadeira, mamei muito. Desci a boca para a vagina clarinha, lambi o clitóris ungido pela umidade sexual enquanto a menina sussurrava se contorcendo em espasmos frenéticos. Ela cumpriu os protocolos de segurança, inverteu a posição, veio por cima de mim, beneficiou-se de uma inusitada ereção de alta intensidade do meu combalido Pikachu e cavalgou como exímia amazona sobre o meu tronco velho. Rebolava sobre o meu pau, abaixava o rosto para me beijar e gemia baixinho. Sim, afeiçoado forista, explodi em uma ejaculação que deve ter respingado em Irajá.

Saio da 502 e percorro com passos de avestruz a noturna e deserta rua da Alfândega até alcançar a estação do metrô da rua Uruguaiana. Não ultrapasse a faixa amarela. Mind the gap. A viagem continua...