BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Infelizmente, por mais absurdo que pareça o meu relato anterior, que carrega uma longa introdução, foi real. Acredite se quiser. Há mais doidos nos antigos fóruns do que sonha a nossa vã filosofia, só quem viveu sabe. Aproveito que tive dois encontros com a Sabrina para atender à Banca do Enem. Neste novo relato, farei justiça às virtudes da menina.
Quando avistei a Sabrina pela primeira vez, ela se destacava no salão semideserto da 502. A menina possui dessas belezas originais, é branca, usa a cabeleira presa em um coque, tentava estar vestida com uma calcinha minúscula e uma espécie de jaqueta desabotoada que oferecia seus seios imaculados à minha visão salivante. Ela não é do Rio. Tivemos um primeiro encontro inesquecível, mas o segundo, este que narro agora, foi supremo.
Com um gesto exemplar, quando me viu novamente na casa, a menina se aproximou e veio me cortejar. Ponto para ela. Estava linda, pingando sensualidade em cada gesto. Sabrina não bebe, o que não considero positivo, gosto das que bebem, mas é uma irrelevância diante dos seus atributos inquestionáveis. Quase a semana inteira, o que vejo hoje na 502 é que a casa mantém poucas meninas e a maioria é das antigas, experientes, mas não empolgadas. Sabrina é uma exceção no atual cenário do lugar. Sentamo-nos no fumódromo, que agregou ao ambiente uma enorme mesa de sinuca. As grandes termas, que já foram renomadas e aspiravam ares de sofisticação, suburbanizaram-se.
O papo foi curto, convidei a garota para a alcova. Na cabine, sem as poucas peças de roupa que a cobriam, o corpo de Sabrina é irretocável. Os seios, como eu já disse, são médios, firmes, de bicos rosados. De frente para os seios de Sabrina, sou um bebê esfomeado que encontra a mamadeira, mamei muito. Desci a boca para a vagina clarinha, lambi o clitóris ungido pela umidade sexual enquanto a menina sussurrava se contorcendo em espasmos frenéticos. Ela cumpriu os protocolos de segurança, inverteu a posição, veio por cima de mim, beneficiou-se de uma inusitada ereção de alta intensidade do meu combalido Pikachu e cavalgou como exímia amazona sobre o meu tronco velho. Rebolava sobre o meu pau, abaixava o rosto para me beijar e gemia baixinho. Sim, afeiçoado forista, explodi em uma ejaculação que deve ter respingado em Irajá.
Saio da 502 e percorro com passos de avestruz a noturna e deserta rua da Alfândega até alcançar a estação do metrô da rua Uruguaiana. Não ultrapasse a faixa amarela. Mind the gap. A viagem continua...