25 de Agosto de 2021 às 23:06
BEIJO

SIM - NãO GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

PISADA DE BOLA

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

Isto não é o relato de uma visita. É o relato de uma missão, cujo objetivo era celebrar o descasamento de um nobre amigo, caindo sobre a égide da depressão. Seu embotamento afetivo era forte e este necessitava de alguém para compor a falange. Não é o tipo de embate ao qual se vai sozinho. Dirigimo-nos à sopa primordial, bastião da degeneração moderna nesta terra de Sebastião, à uma casa que se destaca do resto. Fomos à Mosaico.

Início: Carro estacionado próximo, havendo um camarada de alto nível, sempre a postos para, ao preço básico de 10 dinares, defender dele mesmo, o veículo que pertence a terceiros. Mas isto faz parte do pacote. A rua Ceará estava cheia, todos os bares apinhados, mas a Mosaico ainda fechada. Ingeriu-se ampola de diurético artesanal até que as portas da infame Mosaico se abrissem. Entramos à l'heure du patron, como diria os habitantes da antiga LUTECIA, meninas chegando, algumas ainda em roupa civil. Este degenerado e seu nobre confrade, o qual ainda tento convencer a aninhar-se aqui em nossa magnânima confraria, foram abordados em momentos separados. Ele, por uma loira maravilhosa que destoava completamente do lugar. Fui afanado pela Giovanna, que tinha absurda cara de safada e disse que fazia de tudo. Caí na burrada de aceitar ir na "suíte", que nada mais é que um quarto com um box dentro, e mais nada.

O Templo: Termas já conhecida, música horrenda, a maioria das mulheres não chamava muito a atenção e algumas expulsavam a atenção. Mas havia algumas pérolas na areia.

O Ritual: Vou dizer que não foi um ritual, nada teve a ver com sagrada Fortuna. Fui só como suporte e disposto a aceitar a merda que fosse. E foi uma merda que tive que aceitar. Nem tentei beijar porque ela nem parecia disposta e a Deusa me sussurrou que seria má ideia. O boquete foi sem capa mas sem graça também. O que se transcorreu a partir daí foi algo surreal. Ela quis "bater um pino" antes de começar. Moralismo à parte, a lagarta pulverizada me causa um certo asco devido à conjunção de eventos prévios em minha vida. Protestei e ela aproveitou o momento em que quis tomar mais um banho para pulverizar seu nariz com a lagarta. Depois puxou um enorme "cigarro artesanal" da bolsa, como um pequeno míssil, o qual eu batizei de "Tomahawk de Jah", no calor do ódio que crescia pela pessoa. Só pedi o fóris, o que ao menos foi rapidamente atendido. Ela, percebendo que eu via tudo como uma merda, ofereceu para que eu gozasse na boca. Aí vem mais uma artimanha, onde eu termino tocando uma e ela simplesmente se evade na hora H e termino jateando o chão e a parede (pena de que teve que limpar). Fosse eu de índole vingativa, como alguns que conheço, teria jateado tudo mirando na rampeira. Tomei mais um banho e saí. Essa criatura ainda ficou me azucrinando querendo subir mais uma vez. Se fosse pra ver a cena dela se repetir eu iria em uma boca de fumo depois terminaria em casa assistindo um filme pornô

Desfecho: Já tive experiência boas, experiências interessantes e experiências ruins na Mosaico. Essa inaugurou o tétrico. Cuidado com ela, Giovanna, usa aparelho.

Saudações!!!