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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Malu faz parte de uma lembrança nostálgica que tenho da Ônix. Ela nunca iria saber, mas é. Lembro-me de que ela fazia parte do time que havia na casa quando comecei a frequentar, em meados deste ano, precisamente. Todavia, eu estava vivendo inúmeros repetecos com uma menina sulista que atualmente se encontra de férias, o que naquele tempo não me fez dar a devida atenção às demais meninas da casa. Logo, Malu saiu; porém, depois voltou.
Lembro-me também da última vez que estive na Ônix, quando eu acabara de sair de um atendimento com uma outra menina, eu a vi passando pelo corredor com um vestido apertado que evidenciava suas belas curvas de falsa magra. Gostei do que vi. Acho que algo me chamava. Se antes a Malu não estava em uma possível lista de visita, naquele momento, passou a estar.
Eu sou um cara dogmático e ainda tenho as minhas crenças. Não é papo de forista apaixonado, mas acredito que haja um porquê para eu dedicar um tempo a ela. Pode ser a Cosmologia da Ação para um astrônomo ou a Providência Divina para um teólogo, mas o fato é: se há uma força suprema me chamando, por que eu iria negligenciá-la? Essa mulher vai ter que passar por mim alguma vez nesta vida.
Chega o dia de conhecê-la, última segunda-feira: 01/11.
Aproveitando a folga de véspera de feriado e a monotonia da segunda-feira chuvosa, resolvo acrescentar uma fuga de realidade a esse dia, marcando um horário e passando pelo ritual exemplar de pré-atendimento da Ônix, que vai da rápida marcação pelo WhatsApp até a carismática e simpática recepção, até finalmente estar no quarto onde ocorrerá a lide para aguardar a escolhida da vez, Malu.
Ela não demora a chegar. Estando diante dela, gostei mais ainda quando a vi desta vez, em que pude repará-la melhor. Ela estava mais à vontade, short jeans e uma blusa curta que destacavam ainda mais suas formas. Ela é alta quase da minha altura, apesar de não fazer sol nos últimos dias, estava com a marquinha em dia, cintura fina, seios médios para grande. Ela chega e se apresenta um pouco séria. Até aí sem problema.
Pagamento feito e ela volta com a toalha e o lençol da cama, ambos ensacados. Chama-me de senhor e diz que irá aguardar ao lado de fora do quarto enquanto eu tomasse o banho.
— Senhor? Por que ela me chamou de senhor — questionei em minha mente — para que tanta formalidade, mulher?
Mais à frente descobri que sou apenas um ano mais velho do que ela.
Confesso que naquele momento fiquei cismado com o tratamento e fui para o banho cheio de devaneios e com receio de que, pela primeira vez na casa, as coisas iriam desandar. Porém, como em Ônix acreditamos, ativo o meu modo camaleão de adaptação e resolvo me deixar levar pelo ritmo que ela irá propor e ver qual vai ser.
Saio do banho e a Malu entra no quarto sem demora e agora até menos séria do que antes. Isso é bom. Talvez fosse paranoia minha mesmo. Trocamos até uma rápida ideia enquanto ela tirava a roupa. Nem falamos por muito tempo porque já estávamos ocupados com beijos. Isso é ótimo. Começa suave e aos poucos vai aumentando o ritmo.
Beijos e mais beijos, mão aqui e mão ali deslizando pelo corpo dela até ela pedir para eu deitar de bruços para uma massagem. Prontamente eu aceito.
Ela fica em cima de mim e começa a espalhar o creme. As mãos dela são ótimas para isso, são grandes e leves, desliza fácil e ao mesmo tempo preenchem os pontos certos. É relaxante mesmo. Vou testar o nível de antiestresse que essa massagem tem em um dia de pós-trabalho.
Seguidamente, ela pede para que eu vire ficando de frente. Estava ali iniciado a nossa lide. A partir daí, ela começa a chupar, algo que faz por um tempo, abocanhando quase todo meu pau. Depois ela vai subindo até colarmos os rostos e voltarmos aos beijos. Em seguida vou descendo beijando o seu pescoço, mas ela hesita. Ela diz que é sensível por ali. Ok.
Mudamos a posição, agora com ela deitada. Vou beijando-a descendo até chegar lá, onde percebo que é levemente gg. Eu gosto. Fico ali por um bom tempo até praticamente sentir câimbras na língua. Embora ela demonstrasse estar curtindo, não percebi se cheguei ao êxito.
Após isso, ela vem por cima cavalgando e me dando alguns beijos. Em seguida, posição mudada, ela fica de quatro sobre a cama e vou encaixando devagar até aumentar o ritmo. Ela gemia e falava umas coisas que só aumentavam o tesão. Até de FDP ela me chamou. Viu só como as formalidades foram chutadas para longe? Estava ali a nossa evolução de tratamento. Gostei tanto que enchi o látex.
A menina conseguiu me dar canseira e até brincou pelo fato de eu estar bastante ofegante. Ofereceu-me água, aceitei. Pelo estado que ela me deixou, acho que tinha o total direito de me chamar de senhor.
Água tomada e higiene feita. A partir daí, ficamos um bom tempo conversando, e que papo bom e produtivo a Malu tem. Conversamos sobre diversas coisas aleatórias, desde destinos de viagens até sobre contabilidade. Sim, ela manja. É gente finíssima, com boas energias, cheia de planos e sonhos. Pena que a minha varinha não seja tão mágica assim ao ponto de torná-los realidade naquele exato momento.
Tempo acabado e banho tomado. Ela me encaminha até a saída, beija-me e me abraça e me dá um até breve. Saio de lá com a mesma certeza das outras vezes: menina bonita e simpática na casa das boas energias é ajuste certo para as próximas fugas de realidade.
Volto ao mundo real.
Até um outro próximo TD!
Abraços!