15 de Dezembro de 2013 às 20:20
BEIJO

NãO SEI

ORAL

SIM - COM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$20.00

REPETECO

NãO

Realizado em 29/03/2013.

Véspera de sexta feira santa, era véspera do meu aniversário, ea esposa estava de plantão.

Cheguei em casa querendo putaria, banho tomado, resolvi sair para tomar uma cerveja.

Lembrei que pretendia conhecer a Sayonara, um trash que funciona em Nova Iguaçu há mais de uma década.

Chegando por volta da 22:00 horas, o salão amplo, com pinturas de entidades "do povo de rua" nas paredes, davam o tom do ambiente trash.

Estava vazio de clientes e poucas GPs. Fui até o bar e peguei um latão e fui me sentar destacado.

Logo, aproximou-se uma morena magrinha, risonha, bundinha empinada, de top e saia curta. Apresentou-se como "Luzia sem calcinha" e levantou a saia justificando o apelido.

Sentou-se e começou o papo de puta: "me paga uma bebida", "estou doida para fuder", "estou querendo gozar", etc...

Ofereci um copo e perguntei se queria tomar cerveja comigo e ela aceitou.

Fiz algumas perguntas e as respostas recebidas: "oral com camisinha, anal mediante taxa de R$ 20,00, períodos de 30/60 minutos por R$ 50,00 / R$ 100,00, respectivamente.

Estava galudão e não avistei opções melhores, então resolvi partir para o combate. Marquei 30 minutos, por cautela.

Fomos para a cabine, estreita com cama de alvenaria de solteiro, mal iluminada. A garota foi fazer sua higiene e voltou com seu kit foda.

Falou que não iria beijar, por que o dente estava infeccionado e inchado, e que estava com dor e inclusive com uma íngua no pescoço. Começou a tirar a roupa e eu também, e pegou o brinquedo ainda flácido e vestiu a camisinha e começou um oral até razoável. Logo, o brinquedo esta envernizado e encapado, e ela se deitou e me chamou para o PPMM. Eu me aproximei e afastei o seus joelhos, e ela reclamou que eu havia sido afoito / bruto (logo eu, um gentleman). Parei, fiz silêncio, peguei minhas roupas e ela percebeu o meu stress. Se desculpou, e amansou. Resolvi que queria comer um cú e lhe entreguei a nota de R$ 20,00, que ela rapidamente pegou da minha mão e guardou em sua bolsa.
Ela deitou-se de ladinho, passou o lubrificante no cuzinho e disse: "vem comer este cuzinho". Me animei, deitei-me e cuidadosamente, me encaixei e penetrei cuidadosamente. Mal comecei, e ela começou a reclamar que era grande (nunca foi), que era grosso (nunca foi), que estava doendo...
Caralho, agora vou até o ultimo minuto, não por tesão, mas por raiva.

Tirei do cuzinho "apertado", troquei a camisinha e me sentei a beira da cama, pedi que ela sentasse, encaixando sua xoxotinha, e começasse a quicar. Começou a ficar legal, e eu relaxei, e já estava pronto para gozar, e novo balde de água fria... "Goza gostoso, me dá leitinho, enche minha bucetinha"... Respirei fundo e respondi "cala a boca e quica, pois estou quase gozando". Ela percebeu o tom de ódio em minha voz, obedeceu, enquanto eu segurava sua cintura comandando seus movimentos, frenéticos", e ela perguntava: "está gozando?" e eu respondia: "cala a boca e quica", e esta cena se perpetuou por vários minutos, parecendo tortura.

Enjoei, soltei sus cintura e a empurrei para o lado, dizendo: "seu tempo acabou, pode vazar daqui", e ela sumiu da minha vista, felizmente.

Me limpei, me vesti, e voltei para o salão para mais uma cerveja, me sentando ao centro do salão, quando avistei a Cristina.

A saga continua...