01 de fevereiro de 2022 às 22:40
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

Marquei o encontro, divulguei no fórum para a galera e para aqueles que querem ter um papo comigo, é mais fácil aparecerem quando marco do que me convidarem. Meus horários e a minha disposição de homem de meia-idade é instável. O colega forista Interessante apareceu, nos encontramos no novo Amarelinho, compartilhamos uns chopes e uma boa conversa. Novamente, me vi diante do portentoso prédio da Biblioteca Nacional e é sempre inevitável me recordar das tardes juvenis em que passava enfurnado nas salas de leitura dessa instituição. Tardes nunca solitárias, pois os livros me inseriam entre mundos e personagens diversos, tardes das quais guardo as melhores lembranças.

O objetivo estava traçado, iríamos à uisqueria da Cancun. Na verdade, eu estaria indo pela terceira vez atrás de uma falsa magra que me deixou obcecado pelo corpo irretocável que exibe. Infelizmente a magrinha é muito solicitada, esteve indisponível em todas as ocasiões que visitei a casa. A dúvida era se eu investiria mais de 400 reais para me deitar com aquela novinha com porte de potranca.

Entramos na Cancun um pouco depois das 18h30. Para a renovar o meu desapontamento, novamente peguei a magrinha acompanhada, mas aproveitei alguns segundos em que ela deixou o cliente e a abordei de supetão.

— Há três dias que estou tentando sair com você — declarei.

— Nossa. Você pode me esperar hoje? O cliente só vai subir só meia hora.

— Para quem esperou três dias, me colocar para esperar mais meia hora é uma gentileza.

Neste ponto, a minha decisão estava tomada, eu iria subir. Esperei bebendo uma Corona, misturando com os chopes que tomei no Amarelinho. Para arrematar, pedi uma dose de cachaça, despejaram no copo a Ypioca Ouro e com ela chegou a vaporosa e fugidia felicidade. Não nego, às vezes fico obcecado por algumas mulheres, além da magrinha venho nutrindo uma paixão já longeva pela escultural GISELE, mas tudo sempre tem um fim, cedo ou tarde.

Acredito que a magrinha desceu em menos de meia hora.

E seu nome? — perguntei.

— Daiana. E o seu?

— Dante, me chamo Dante.

Fiz a entrevista básica, a garota é mineira, volta para Minas esta semana, se mostrou completamente liberal, confirmou que beijava sem restrição e se mostrou carinhosa. Subimos à alcova. Dentro do quarto, demonstrando vícios de idoso, peço que ela tire o econômico biquíni que a cobria e desfilasse rapidamente para mim. Daiana me atende. Afeiçoado forista, que corpo, que perfeição. Seios robustos e firmes, uma bunda dessas que poderia estar na capa da revista Playboy, pele sem nenhuma marca, nenhum vestígio de estrias ou celulite. Obra de arte.

Daiana se deita e eu caio afoito em seus seios, mamo como um recém-nascido faminto, a menina geme, aperta os próprios peitos como quisesse me alimentar com um leite imaginário. Peço que ela fique de quatro e roço minha virilha naquela bunda renascentista, sinto minha boca salivar, Daiana se empina como se me provocasse. Inverto a posição e me deito, peço por um boquete e ela realiza o meu desejo, mas sem muito entusiasmo, o que me soou como único ponto negativo. Beijei-a, beijei-a muito, o encaixe das bocas não foi o que eu esperava, mas atendeu as minhas expectativas. Daiana é muito simpática e não demonstrou frescuras em nenhum momento, todos os carinhos que fiz ou quis fazer, ela recebeu e demonstrou prazer com isso.

Muitos amassos, mais beijos, usei o aparelhinho quase medieval e a mulher delirou, mas evitou com todas as forças o próprio orgasmo. Novamente, pedi que ela ficasse de quatro, ajoelhei-me diante daquele templo divinal, segurei suas nádegas e penetrei como um tatuzão abrindo uma nova linha do metrô. Daiana gemia alto, gritava palavrões, rebolava e suplicou para me cavalgar. Permiti que ela visse por cima, ela introduziu o breve Pikachu em sua vagina, começou a saltar sobre o meu tronco, esfregava-se e gozou quase no mesmo momento em que gozei. Retirei a camisinha quase em estado de explosão e fui para o banho.

Conversamos mais um pouco e saí do quarto antes do período de uma hora contratado. Reencontrei o camarada Interessante no salão em um papo prolongado com uma das modelos do local. Paguei a conta de 420 reais e perdi perdão a Zeus. Deixamos a Cancun e é possível que eu passe uns dez anos sem retornar. Realizei um sonho, comi a magrinha cinematográfica, mas continuo certo de que pagar mais de 400 contos numa bimbada não vale a pena. Não vale. Morte