BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Uva – Touriga Nacional (Categoria tinta intensa).
Outro da série “Inevitáveis repetecos” – e como todo deve ser, melhor que o anterior (como diria a Lenda Rovina).
Maya consegue sempre me surpreender, a cada degustação fico mais encantado com a capacidade de envolvimento e entrega. Ela é como um grande vinho que não conseguimos parar de beber até ficar inebriado.
Dessa vez marquei pela manhã, primeiro horário, alguns minutos antes envio mensagem avisando que já estava no local, ela autoriza minha subida.
Agora ela está atendendo em outra sala, no Castelo das Princesas, espaço muito bem-organizado e limpo, o banheiro é excelente, está muito aconchegante.
Como era cedo levei um café e pão de queijo para a dama.
Ela me recebe com uma lingerie vermelha minúscula que visão!!! .
Já me puxa e começam os beijos e amassos, o bago se alegra rápido, uma pausa para o banho e na volta ela me espera ao lado da cama.
Recomeça a sessão de amassos e sarradas – parece que ficamos em transe.
Beija sem miséria, corpos entrelaçados, ficamos muito tempo na pegação, por vezes eu por cima e outras ela, no enrosco ficamos agarrados, ela pressionando a ppk na minha coxa – pqp – o bago latejava de tesão, o calor e a umidade da ppk dela é indescritível.
Ela é extremamente cheirosa, fica uma mistura de odores do perfume dela, o meu e o sexo – para quem está habituado ao exercício olfativo, a sensação é incrível.
Não me aguento e caio de boca na ppk dela, cheirosa e apetitosa – fico salivando só de lembrar – a ppk dela tem bouquet (não é boquete).
O bouquet é o aroma dos aromas, fruto misterioso da paz, o silêncio, a sombra, do fresco, da ascética, da solidão e do tempo, só tive essa percepção em pouquíssimas mulheres e esse ano de 2022 está sendo uma surpresa.
Mas voltando ao TD, não sei quanto tempo, acho que ela gozou umas duas vezes talvez, eu não largava a ppk dela, tive de parar porque ela se tremia toda e ficou muito sensível.
Ficamos trocando beijos e carícias enquanto ela se refazia, alguns minutos – é a vez dela – oral maravilhoso, pressão perfeita, cadência ótima, seguro o que posso para não queimar e tenho que pedir para parar.
Camisinha posta, ela por cima – cavalgada alucinante, muita esfregação com o bago todo dentro, quase queimo, viramos de lado, ela de costas e não aguento – finalizo e fico com as pernas bambas.
Ficamos abraçados, ela é muito carinhosa, mais beijos, ela fica com as mãos no bago ele não resiste e volta, camisinha e vamos ao ppmm.
O tesão era absurdo, ficamos no ppmm, alternado algumas variações, ela se abre toda e começa a beijar meu pescoço e falar no meu ouvido – alguns minutos e finalizo novamente aos urros – pqp.
Seu corpo é fruto proibido
É a chave de todo pecado e da libido
E pra um garoto introvertido como eu
É a pura perdição
É um lago negro o seu olhar
É água turva de beber, se envenenar
Nas suas curvas derrapar, sair da estrada
E morrer no mar, no mar
É perigoso o seu sorriso
É um sorriso, assim, jocoso, impreciso
Diria misterioso, indecifrável
Riso de mulher
Não sei se é caça ou caçadora
Se é Diana ou Afrodite ou se é Brigitte
Stephanie de Mônaco, aqui estou
Inteiro ao seu dispor (princesa)
Princesa
https://youtu.be/eoKC2-J4oDc
É impressionante como parece que o tempo para, estávamos com o tempo estourado, ela não regula, se entrega por completo – por isso é inevitável meu retorno.
Terminamos com uma conversa gostosa, tomo meu banho e vou sendo beijado até minha saída, não dá vontade de ir embora.
“Um beijo pode começar uma transa, mas o melhor é quando uma transa termina com um beijo”.
A Maya é uma Touriga Nacional, mas não qualquer uma – é especial.
Um Inquieto Touriga Nacional 2013 da Douro Prime com teor alcoólico: 14,5%, tem paladar elegante, dominado por frutas concentradas e especiarias, apoiado por acidez viva e taninos lineares, as notas de sous-bois adicionam complexidade e final aromático.
A Touriga Nacional vem do pequeno território português, que é pouco maior do que o estado de Santa Catarina, existem 230 tipos de uvas e a grande maioria delas é natural de lá, ou seja, desenvolveram-se há centenas de anos nesse recanto especial da Península Ibérica.
Essas uvas, que são típicas de um local e de difícil adaptação em outros terroirs, são conhecidas como “uvas autóctones” e uma das principais tintas portuguesas que se encaixam nessa categoria é a Touriga Nacional.
Sua baixa produtividade natural quase lhe custou a sobrevivência no território quando uma praga chamada filoxera arrasou com as plantações europeias em meados do século XIX. Nesse momento, muitos produtores portugueses decidiram replantar seus vinhedos com variedades que produzissem mais.
Felizmente para a vitivinicultura mundial, a Touriga Nacional sobreviveu em regiões como o Douro e o Dão e, em tempos de moderna vitivinicultura, já na segunda metade do século XX, ganhou novo vigor, com os enólogos e agrônomos tendo maior entendimento de suas características e trabalhando para, pouco a pouco, melhorar sua produtividade sem descaracterizála. Assim, de coadjuvante em muitos vinhos (é uma das castas na composição do Vinho do Porto), ela aparece também em varietais modernos e saborosos, de grande elegância.
Como que para compensar sua baixa produtividade, a planta é bastante resistente aos fungos que preocupam viticultores em áreas com muitos microclimas, como a do Douro. Seus pequeninos e negros grãos são muito concentrados em açúcar quando bem maduros, em matéria corante, ácidos e têm uma boa carga de taninos.
Já os vinhos produzidos com esses grãos resultam muito escuros e com aromas bastante poderosos (antigamente, mesmo no Dão, a maioria dos vinhos feitos com a Touriga Nacional era quase sutil em aromas, mas isso mudou nos últimos tempos entre os bons produtores), com estrutura capaz de suportar a passagem em madeira e sobreviver ao tempo.
Quando bem feitos, os vinhos varietais da Touriga Nacional são repletos de aromas de frutas negras, quase em calda e com um toque floral bastante diferenciado – de violetas, por vezes. Em algumas versões, o vinho resultante tem sabores concentrados e frutados, embora em boca seja de boa acidez, taninos elevados e um toque (que pode ou não ser sutil) de especiarias.
A qualidade da moderna Touriga Nacional vem sendo reconhecida também em seu país de origem, e vinhedos da casta vão surgindo em outras regiões, como Alentejo e Estremadura, não apenas para cortes, mas também para varietais de alta qualidade. Com isso, a uva ultrapassou fronteiras e, nas últimas décadas, tem sido cultivada em pequena escala em países do Novo Mundo, como Austrália, Estados Unidos e também no Brasil, onde há vinhos feitos com ela em três diferentes regiões, no Nordeste, na Serra e na Campanha Gaúcha.
Os vinhos Touriga Nacional são bastante elegantes e encorpados, contando com alta complexidade, boa concentração de cor, taninos refinados e um ótimo potencial de guarda.
Vinho de cor vermelha e tom escuro, com nuances roxas.
Tem um nariz mais fechado, apresenta aromas de frutas vermelhas muito maduras que chega a lembrar geleia, notas de chocolate e a típica violeta dada casta Touriga Nacional.
Corpo médio, acidez e taninos altos, mas integrados, final longo e persistente.
Sabor de tostado com retrogosto de frutas vermelhas, típico da Touriga Nacional.
Maya novamente muito obrigado por essa manhã inesquecível!
Até a próxima degustação!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.
Santé!
