12 de Março de 2022 às 19:55
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Degustação realizada dia 10/03/22.

Uva – Malbec (Categoria tinta intensa).

Repeteco com essa linda Panicat!

Sou obrigado a reclassificar essa uva, nossa primeira degustação foi ótima, mas esse repeteco foi muito mais intenso.



Marcação rápida pelo WhatsApp, chegando perto envio mensagem e aguardo ela autorizar minha entrada.

Para minha surpresa ela estava atendendo na sala da Maya.

Saindo do elevador quem eu encontro?

Maya, linda de bermuda uma camiseta apertada (coisa de doido), deu tempo para dar um beijo nela e chamar ela pra bagunça, mas ela estava correndo resolver alguma coisa – que pena.

Chegando na sala a Marcela me recebe com uma lingerie vermelha e um robe transparente – QUE VISÃO!

Na hora passa pela cabeça que a qualquer momento o João Kleber pode sair do armário gritando ............



Para minha sorte não era pegadinha, apesar de ser repeteco ainda fico impressionado com ela.

Sou recebido com beijos e um abraço, depois encaminhado para o banho.

Na volta mais beijos, ela me encaminha para a cama, fica d4 e começa um oral maravilhoso.

Boa pressão, cadenciado e bem babado, enquanto fico acariciando aquele bum bum digno do TOP 5 do Pânico na TV.

Vou me deitando na cama porque as pernas já tremem, ela fica bastante tempo no oral, até que parou – se continua eu queimava fácil.

Vou tirando sua lingerie e passo a retribuir o oral dela, que ppk deliciosa, greluda sem exageros, me delicio bastante, ela geme e fala um pouco, minhas mãos percorrendo aquelas coxas enquanto chupo ela que libera um mosto delicioso.

Em seguida, capa no bago ela vem por cima de costas, rebolando muito, o que estava bom ficou melhor, ela agacha e começa a quicar – foi para me matar com certeza !

Ela quicava muito, subindo bem e descendo com pressão – só pensando no Vasco x Juazeiro para não gozar.

Mudamos com ela d4, com ela pedindo para socar, ficamos muito assim, seguro ela pela cintura e como estava gostoso, mas queria beijar mais aquela boa e viramos para o PPMM.

Que PPMM gostoso, beijo muito ela, chupo os seios dela, pescoço e mantenho o ritmo, ela me aperta as vezes com as pernas e se enrosca, estava bom demais.

Ela pergunta se quero mais oral, mas estava tão bom que não queria sair dali, ficamos assim até eu finalizar.

Nos deitamos um pouco e conversamos, depois novo banho enquanto falamos sobre odores dos vinhos, ela gosta bastante, prometi levar um vinho para o próximo repeteco.

Nos despedimos e volto ao trabalho.

Marcela é uma Malbec suculenta e aromática.



Originária de Bordeaux e, na França, sua casa mais popular e tradicional é a cidade de Cahors, onde é conhecida como Auxerrois ou Côt Noir (este nome é usado mais no oeste francês). Durante muito tempo, a Malbec foi plantada na França, mas, depois da filoxera, ela passou a ser vista como uma casta frágil em relação as demais. Em 1956, logo após uma geada histórica atingir todo o país e devastar cerca de 75% das plantações, os produtores viram uma boa oportunidade para substitui-la.

No lugar da Malbec foram plantadas vinhas de Merlot, que é menos suscetível a doenças e a coulure (praga comum em épocas chuvosas, que impede a uva de brotar) e tem uma safra mais regular. Em Cahors, no entanto, ela ainda hoje é amplamente usada na produção dos vinhos, que devem ter, no mínimo, 70% de Malbec. Nas demais regiões do país, é plantada em baixíssima escala e não passa dos 10 ou 15% do total de hectares plantados em cada local – em Bordeaux, ela tem papel secundário no chamado corte bordalês, que dá prioridade a variedades como Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Petit Verdot.

A Malbec encontrou condições ideais de crescimento na Argentina, onde hoje é o carro chefe dos vinhos (especialmente os ícones) e foi uma das principais responsáveis por alavancar a indústria no país. Ela chegou à Argentina em 1868, através do agrônomo francês Michel Pouget, que foi contratado para iniciar um programa de melhoria nos vinhedos de Mendoza. Ele levou consigo, além da Malbec, algumas outras castas francesas, que não se adaptaram bem ao terroir mendocino e logo foram descartadas.

No início, a Malbec era constantemente refugada por não ser tão produtiva como outras castas plantadas ali. Mas, com o passar das décadas e a consequente evolução do gosto do consumidor, a uva saltou aos olhos de diversos experts internacionais e caiu nas graças do país. Na Argentina, ela ganhou características distintas da uva plantada em Cahors e mais “mobilidade”, produzindo desde vinhos mais simples até os de boa complexidade.

A Malbec é uma uva tinta de taninos bastante fortes (harmoniza extremamente bem com o famoso churrasco argentino), casca grossa e que, quando cultivada em clima quente e seco, produz um vinho de cor violeta escuro, quase negro, com notas de frutas vermelhas como ameixa e amora. Dependendo do local em que foi cultivada, assume uma característica. Enquanto o vinho francês é um tanto quanto tânico e ácido, com notas de tabaco, baunilha e violetas, o argentino, em geral, possui taninos doces e macios, toques mais suaves, suculentos e aromáticos e de acidez mais baixa.



No Novo Mundo a casta faz sucesso e é a segunda uva tinta mais plantada da Argentina – usada, inclusive na produção de vinhos 100% varietais – e a terceira no vizinho Chile, onde está se adaptando muito bem. Fora os países latinos, a Malbec também começa a fazer história em vinhedos do sul da Austrália e da Nova Zelândia.

Marcela obrigado por essa hora maravilhosa!

Até a próxima degustação!!



"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
_________________________________________
A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.
Santé!