17 de Março de 2022 às 09:42
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - COM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Saudações, confrades noturnos.

Esse relato segue a categoria ''atrasado não é sonegado''. Pois bem:

Na sexta-feira pré carnaval (25/02) vesti meu traje branco e fui beber com um parceiro na Olega. Tava o fervo, todos ansiando por aquela liberdade mundana após um ano sem a famosa festa carnavalesca. Após algumas gracinhas com algumas vilãs, consegui o instagram da atendente do bar depois de umas piscadas de olho, mas eu queria mais.

Eu, figura noturna, senti um abrupto desejo naquela atmosfera. A noite era de Lua minguante, mas o Perigeu seria no dia seguinte. A órbita da Lua não é exatamente circular, mas sim elíptica, e a Terra, consequentemente, não está exatamente no centro dessa elipse. Com isso, ao girar ao redor da Terra, a Lua fica ora mais próxima, ora mais afastada em relação ao nosso Planeta. Portanto, quando a Lua se encontra no ponto da órbita mais próximo em relação à Terra, nosso satélite está no Perigeu.

Não haveria como negar meus instintos. Não nessas circunstâncias.

Lá pelas uma da manhã me lembro do Pérola Negra, casa que eu costumava frequentar em meados da década passada. O Pérola era o irmão desafortunado do Paris Café, num estilo mais trash em que as meninas passavam na média por pouco. Já cheguei a ir num ''evento'' lá com transmissão de futebol e rolando um churrascão. Zoado.

Pelo fato de termos vivenciado uma pandemia, nem sabia se a casa ainda estava em funcionamento. Como estava perto, resolvi checar e me dirigi ao local pulando entre os prédios com auxílio da minha capa. A maresia que exalava no Pepê e as mangueiras de luzes coloridas envoltas nas palmeiras em frente ao endereço me deram uma nostalgia dos meus tempos áureos de juventude.

A casa não só estava em funcionamento como estava bombando. Salão lotado de mulheres com um nível bem bom. Eu estava cético, pois como disse, as meninas lá costumavam ser piores que as do Paris. Como eu estive no Paris há pouco tempo e o plantel não me agradou muito, achei que no Pérola as coisas estariam piores. Mas devo dizer que me enganei, por sorte.

Fui direto ao bar pegar a minha sempre companheira dose de whisky safado e comecei a fumar. O Pérola me agrada, pois, diferentemente do Paris, as meninas não vêm te perturbar, o que torna o ambiente mais agradável e me deixa mais à vontade. Havia até uma banda pronta pra se apresentar ao vivo. Puxei papo com o baterista e pedi pra dar uma gastada, e após algumas combinadas de música com o resto da banda, lá estava eu tocando bateria numa termas com pessoas que eu nunca tinha visto antes. Coisas da vida, coisas da noite...

Depois de duas músicas devolvi as baquetas pro baterista titular e fui cumprir minha missão. Num cantinho, eu encontrei quietinha aquela que é simplesmente a GP mais linda que vi em toda a minha vida. Moreninha, cabelo liso, óculos, piercinzinho no nariz. Alta, magrinha, seios médios naturais e bunda na proporção perfeita. Daquelas que é foda não se apaixonar. Puxei conversa, fluiu bem, mas eu soube que não era o dia. Essa merecia uma noite toda só pra ela, e não 1h num colchão fudido de termas. Peguei contato. Aguardem relatos.

De volta à pista, agora com uma Beck's que me custou dezoito reais, vejo uma baixinha sorrindo. A chamo com o olhar e a mesma vem em minha direção. Bem baixinha, uma garotinha, seios pequenos naturais, bunda grande. Moreninha, cabelos lisos na altura do ombro, aparelho no dente e piercing na língua. Se apresentou como Ivy (não sei se a grafia correta é essa) e pelo seu sotaque apaixonante percebi que não era do Rio. Disse que era do interior de São Paulo e tinha chegado há poucos dias na cidade maravilhosa. Após uma conversa leve, beijei ela na pista mesmo e a chamei pra subir.

Chegando no quarto, nos beijamos freneticamente como dois namorados tomados pelo desejo, eu retiro meu traje e ela seu top e seu short jeans. Perguntei se ela tinha gostado dos cariocas, ela me disse que ainda não tinha feito programa direito. Só com um gringo e velho que nem ficou duro. Então eu disse:

- ''eu que vou te apresentar o jeito carioca então?''

Depois dela rir dessa baboseira e dizer que ''sim'', caímos na cama aos beijos, e eu já vou viajando pelo seu corpinho. Começo o oral e passo um bom tempo ali. Ivy goza depois de um tempo e voltamos a nos beijar.

PPMM clássico, eu ia me ajeitando ao seu corpo e tudo encaixava bem. Depois de um tempo, pedi pra ela ficar D4, ela fez. Eu ia metendo e batendo e apertando aquela bunda redondinha, e Ivy gostava. Pedi pra ela vir por cima, e enquanto eu metia nela, Ivy me beijava e dizia coisas no meu ouvido com sotaque propositalmente pra me excitar.

Depois pedi pra ela me chupar, ela fez um bom oral, mas com capa. Disse ser ''regras da casa''. Ok, nem tudo é perfeito... Enquanto ela me chupava, eu dedilhava aquela bucetinha lisinha. Pedi pra ela vir por cima, dessa vez ela fez o ''reverse cowgirl'' puxando a bunda pra sentir tudo entrar até o talo. Depois ela se virou pra mim de novo, eu aumentei o ritmo enquanto ela me apertava com as unhas e dizia:

- ''você é maravilhoso, você é incrível'' Dancinha Risada

E assim, como num alinhamento dos astros e das Luas, gozamos juntos no momento em que o telefone tocou. Ivy ainda ficou um tempinho a mais comigo no quarto, e fomos tomar banho conversando sobre qualquer coisa.

Acho que apresentei bem o Rio de Janeiro pra ela Sacárstico

Vesti meu traje e fui ganhar a rua. Na saída encontrei com uma GP loira extremamente gostosa que havia conversado lá dentro também, saindo do expediente, e por acaso estava indo pro meu bairro. Dei carona pra ela, que me chamou pra um after, mas os primeiros raios de sol despontavam, o dia amanhecia e outras vilãs haviam de ser combatidas na noite seguinte. Peguei contato.

No geral, um dos melhores TDs que já fiz.

É isso, companheiros noturnos. Até a próxima



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