BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
SIM
TAXA ANAL
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REPETECO
SIM
HOT STUFF
O Clube Afrodite fica em um sobrado caquético com dois lances intermináveis de escadas como desafio de fôlego para alcançarmos a pista. Finalmente, quando me vi arfando dentro da boate, o som que dominava o ambiente eram cantos de macumba regidos por uma mulher vestida de mãe de santo que tocava o rebu, as putas batiam palmas num ritmo que anunciava uma possessão coletiva, a sensação é de que havia uma tropa de Pombajiras à espreita, pronta para assumir os corpos desavisados. Quando vi uma menina jogar um gole de cachaça para uma imagem de São Jorge exposta no canto da pista, preferi fugir dali antes que o meu Pai Jonas se manifestasse em mim.
De volta as ruas, decidi escalar as escadas do Clube 210 (também na Uruguaiana), mas ao avistei a pista pensei que tivesse entrado no Trem Fantasma do Tivoli Parque, era um susto a cada relance dos olhos. Novamente, me adiantei para escapar ileso, seria mais fácil eu levar uma mordida do que fazer sexo naquele lugar. Desolado com a falta de opções, caminhei a esmo pelo Centro, um vampiro banguela atrás dos fluidos sagrados do orgasmo feminino. O que me restava? A placa com a inscrição Rua Buenos Aires me ofereceu a resposta, entrei na 4X4.
Negociei com o gerente para pagar cem reais de consumação no lugar dos cinquenta reais do ingresso, não coloquei roupão, invadi a boate com o meu uniforme de caça. Casa cheia, muitas mulheres, algumas no padrão top model. Eu não carregava a intenção de faze programa, não queria morrer em quinhentos pilas por uma bimbada, mas o destino é perverso e traiçoeiro. De repente, desfilando, pingando gotas de sensualidade pelo chão, surge uma morena bronzeada, com tipo de índia bonita, ou melhor, belíssima, emoldurada por um minúsculo biquine de renda e exibindo um corpo de fazer defunto sentir coceira na virilha. Percebi um filete de baba escorrer pelo canto dos meus lábios, me recompus e decidi me aproximar.
— Preciso saber seu nome, do contrário não irei conseguir dormir — o mesmo papo-furado de velho sem assunto.
— Oi, anjo. Karen e o seu?
— Dante, me chamo Dante.
A conversa fluiu e pedi arrego ao mesmo tempo que aluguei uma alcova. Que mulher absurda de gostosa é a Karen, além das curvas hipnóticas, da pele aveludada, dos lábios carnudos e acetinados, é daquelas fêmeas que nos causam a impressão de que vão gozar com qualquer toque que damos em seu corpo. Eu lambia seus seios médios, duros, empinados e ela revirava os olhos de tesão. Quando caí com a língua em sua vagina, a garota parecia que ia entrar em órbita de tanto que se contorcia emitindo gemidos estonteantes. Eu já estava quase gozando antes de meter, um espetáculo erótico. Quando foi Karen que abocanhou meu pau, me senti o capitão Kirk pedindo ao Sulu para entrar em dobra máxima. Não foi um boquete, mas uma viagem sideral.
Pedi que ela ficasse de quatro e penetrei ajoelhado naquele túnel enxarcado que faz o caminho do útero. Em ponto de bala, bastaram poucas estocadas para me fazer gozar. Caí nocauteado no colchão de tantas fodas vividas.
— Você mora onde? — a menina me pergunta.
— Na Tijuca, na bucólica Tijuca — respondo com o orgulho dos melhores tijucanos, porque tijucano que não se orgulha da Tijuca é tijucano genérico.
— Você mora sozinho?
— Com uma poodle.
— Ai, se eu não fosse sair tarde, bem que ia dormir com você. Pode?
— Deve.
Trocamos o número do WhatsApp e ela ficou de me mandar mensagem quando saísse para ficar comigo na Tijuca, não falou em cachê. Sinceramente, não acreditei que falasse a sério. Paguei minha conta de 400 contos e voltei para casa. Meia-Noite, chega uma mensagem no Zap...
— Oi, Dante, Passa o seu endereço.
Passei as coordenadas e dez minutos depois a morena estava na Praça Xavier de Brito. Fique tranquilo, forista sem fé, se me contassem, eu também não acreditaria. Fui recebê-la com meu pijama estampado com heróis da Marvel. Dentro da mansão Wayne, a conduzi para o quarto previamente refrigerado. Karen pediu para ir ao banheiro e quando voltou estava só com uma microcalcinha enfiada no rabo. Senti vontade de me ajoelhar e agradecer a Agronopolos (o deus dos libertinos) pela graça concedida. Ela me pediu uma massagem e aproveitou para arrancar a última peça, a calcinha enfiada no rabo. Comecei a massagem e acordei pela manhã com um sorriso idiota, desses que a funerária empalharia se eu morresse naquele instante.
Libertine-se!