BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Boa noite, confrades noturnos.
O que passo a relatar aqui é um encontro ocorrido na sexta-feira última (25 de março). E posso dizer que se tratou realmente de um ‘‘encontro’’ no sentido mais profundo da palavra. Algumas definições menos triviais extraídas do dicionário de língua portuguesa:
‘‘Junção de pessoas ou coisas que se movem em vários sentidos ou se dirigem para o mesmo ponto.’’
‘‘Ação ou efeito de descobrir algo.’’
‘‘Confluência de dois ou mais cursos d’água.’’
‘‘Fato de duas coisas se unirem.’’
Pois bem. Passando por entre os becos escuros e imundos dessa cidade, observando a delinquência e sempre atento aos relatos dos confrades, encontro o perfil da Juh. Preciso nem dizer que, devido aos meus gostos mais alternativos, ela já me chamou atenção de cara. Sim, sou um indivíduo que possui gostos que podem ser considerados anacrônicos, porém são claros e bem definidos. Sempre gostei de mulheres com tatuagem, apesar de não possuir nenhuma.
Algumas semanas após, resolvi mandar mensagem, fui prontamente respondido, acertamos nosso encontro para dali a dois dias e pelo teor da conversa já ficou bem claro que seria mais do que um simples episódio corriqueiro. Já por mensagem a Juh se demonstra bem simpática, objetiva e adorável. Conversamos sobre alguns gostos pessoais e revelou-se o encontro de algumas preferências, o que já me deixou animado para conhecê-la pessoalmente.
Na data, a Lua estava de Cheia para Minguante.
Vesti meu uniforme propício para a situação e fui em direção ao famigerado endereço (AA37). Pousei com certa antecedência, pois gosto de me programar bem e sou friamente organizado. Sob olhares desconfiados e curiosos despertados por um mascarado com traje lunar, sentei-me numa mesa aos fundos do Amarelinho. Após algumas cervejas, doses de Salinas e conversas amistosas com garçons, fiz contato com a Juh, e a mesma me autorizou a subir antecipadamente. Escalei o castelo levando cervejas para nós.
No corredor, ao me aproximar do número informado, escuto pelo lado de fora que estava tocando Alice in Chains. Fico feliz. Sabia que nossos gostos musicais eram parecidos, mas ela estar ouvindo uma das minhas bandas preferidas no momento que cheguei me deixou incrédulo.
Pra mim música é algo realmente importante, e quando os gostos se convergem, inevitavelmente há química.Bato a porta e sou recebido com um sorriso e um comentário bem-humorado sobre um assunto que conversávamos antes. Já começamos a nos beijar ali mesmo e a Juh tem um beijo apaixonante, ela se entrega completamente, é de arrepiar.
Fazia calor. Sentamos na cama, tomamos uma cerveja e conversamos, vimos que temos bastante em comum e o assunto fluiu muito bem. Novamente começamos a nos beijar, eu me despi do meu traje e Juh de sua lingerie preta.
A deitei na cama e comecei a beijar seu corpo, fui do seu pescoço até seus seios - naturais (que eu tanto prezo, ainda mais com um piercing). Me diverti um pouco chupando aquele piercinzinho e continuei descendo, admirando, beijando e acariciando seu corpo de proporções perfeitas, com a pele macia e cheirosa, branquinha, mas majoritariamente desenhado, como uma obra de arte em produção.
Comecei um oral com vontade, pois nesse ponto a menina já tinha me ganhado. Juh falava coisas que davam a entender que eu estava cumprindo bem a missão, quando finalmente ela se contorceu, apertou minha cabeça com suas coxas e emitiu um gemido, gozando.
Ato contínuo, ela me deixou deitado e começou um boquete sem defeitos. Juh sabia o que estava fazendo. Engolia tudo, garganta profunda, incluía as bolas no ato. Perfeito.
A puxei pra mim e só pude dizer uma coisa:
- ‘‘Vem.’’
Juh fez sinal de positivo, colocou a camisinha e veio por cima. Nesse momento, na playlist, começaram os primeiros acordes de ‘‘Something in the Way’’, do Nirvana, contemporaneamente/tardiamente popularizada pelo filme do Batman. Ali, tudo fez sentido. Os astros se alinharam e a coisa ficou intensa. Ela sentava com vontade e me beijava freneticamente.
Depois eu pedi pra que ela se deitasse, partimos pro PPMM, continuei metendo nela com um bom ritmo, beijando seu pescoço e sentindo seu calor. Estava em transe, ela dizia o quanto estava bom, e a situação evoluía.
Por fim, pedi pra que ela ficasse de 4, não tinha como não ter essa experiência. Enquanto estocava com força, continuei admirando seu corpo, mais especificamente as tatuagens que ela possui na bunda. Eu apertava com força a sua bunda e sua cintura, passava a mão pelas suas costas.
Num certo momento, sentamos um de frente pro outro, nos abraçamos. Estava realmente quente. Estávamos suados, compartilhávamos tudo nesse exato momento, com nossos corpos colados um no outro.
Fui tomar uma ducha, continuamos a conversar ao som de Black Rain do Soundgarden (contribuição minha pra playlist) e bebemos outra cerveja. Continuamos a nos beijar, perdemos um pouco a noção do tempo e eu que me dei conta, tive que me apressar pois passava da hora e ela possuía outros compromissos. Ela disse que não dava vontade de me deixar ir, mas... eu tinha que ganhar a noite.
A Juh é realmente uma pessoa acolhedora e te faz se sentir à vontade o tempo todo. Muito divertida. Não mexeu no celular, não regulou posição, horário, nada. É companhia agradabilíssima. Fiquei de vê-la em breve.
Caros amigos, tomem essa pra vida: as oposições dão os melhores resultados. Juh é o caos, eu sou a ordem. Juh é o preto, eu sou o branco. Dessa mistura não se deu o xadrez nem o listrado. Não foi ying-yang com fronteiras bem definidas entre um lado e outro. Se deu o cinza, nos misturamos. E foi bom demais.
E com certeza tem mais alguma coisa no caminho.
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Underneath the bridge
Tarp has sprung a leak
And the animals I've trapped
Have all become my pets
Something in the way, hmm
Something in the way, yeah, hmm