BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Não demorei para detectar a mulata alta, com corpão curvilíneo, pernas roliças, boca carnuda e sorriso discreto. Abordei.
— Qual seu nome, divina?
— Pimenta e o seu?
O nome da mulher refletia o seu cartão de visita. Conversamos, paguei duas doses de Fogo Paulista e uma cerveja. A menina parecia já estar embrasada. Fiz a entrevista básica e foi aprovada em todos os quesitos. Solicitei uma alcova.
Os quartos do Bombeirinho possuem banheiro com chuveiro, mas são minúsculos. A cama parece leito de anão. Pimenta tirou a roupa e confirmou o corpo monumental, mas ficou de sandália.
— Não tiro a sandália, não dá para pisar nesse chão podre — ela diz.
Quando você vê a própria menina da casa criticando a higiene do lugar, é a hora de ingerir antibióticos e passar Creolina no corpo.
Pimenta se deita, começo chupando seus peitinhos pequenos e durinhos, desço para a vagina morna e úmida, a garota reage com gemidos, se contorce, aperta a minha cabeça e não cita o mantra “devagar, amor” que fui obrigado a ouvir da rata da 44. Pimenta beija gostoso, com saliva, com língua, com vontade, beijo de namorada na primeira semana de amor, fator que ajudou muito no despertar de Pikachu. Peço que fique de quatro, ela se empina e meus olhos se maravilham com aquela bunda de dimensões continentais, um território para ser explorado por dias, não por horas. Penetro naquele templo vaginal, metendo devagar, aumentando as estocadas na mesma proporção do meu entusiasmo. Pimenta geme alto, vira o rosto para me ver, rebola, se empina mais. Gozo com a fúria de uma tempestade e despenco desfalecido, acordando os ácaros do colchão.
Moral da história: o mais caro não é o melhor e o mais barato pode surpreender.
Libertine-se...