BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Uva – Cinsault – Categoria tinta.
Após breve recesso e alguns desencontros consigo conhecer a Ágata, algumas semanas atrás infelizmente desmarquei, ela foi muito tranquila na remarcação, atendimento bem agradável e objetivo pelo WhatsApp.
Os relatos do MRio e LP chamaram minha atenção, LP inclusive fez uma precisa comparação com a Princesa Jasmine, baixinha, magrelícia, cabelos lisos negros, morena jambo, seios médios lindos, sorriso encantador, olhos expressivos, parece uma Libanesa.
Sala bem organizada e limpa, banheiro ótimo, nada a reclamar.
Me recebeu com uma lingerie vermelha linda, acho que é a da foto.
Ela pede o pagamento antes, sem problema, banho tomado nos sentamos um pouco e conversamos para quebrar o gelo, em poucos minutos estávamos de pé nos beijando – um pouco discretos, mas beijos gostosos. Ficamos nos acariciando, sua pele é uma delícia.
De volta a cama ela inicia um oral muito interessante, pressão de leve a média, muito boa e levemente babada, ela alterna bem os movimentos e faz sem pressa – eu preciso parar para não queimar.
Em seguida vou retribuir e explorar a linda ppk dela, cheirosa e bem gostosa de chupar, explorei bastante, em pouco tempo ela já gemia e se contorcia segurando minha mão enquanto com a outra eu acariciava seus seios, começo a sentir ela ficar muito molhada e as contrações aumentando, ela se retrai um pouco e diz ter gozado.
Fico de joelhos na cama e ela começa de novo o oral – uma delícia – o bago estava estalando – muito tesão e fico segurando bastante.
Não me aguentando mais pego a camisinha e com ela deitada vamos ao ppmm, estava muito convidativa a situação, pensei em várias posições com ela enquanto fazia oral, mas o encaixe no ppmm foi absurdo.
Ela estava muito molhada e que ppk quente, alternava bastante e socava bem fundo, ficamos assim bastante tempo e estava muito gostoso, ela gemia bastante e pedia mais, fiquei até finalizar intensamente.
Depois ficamos deitados e conversando nos minutos finais, ela é extremamente agradável e muito inteligente, tenho que voltar com mais tempo para degustação.
A Ágata foi uma belíssima surpresa, uma verdadeira e rara Cinsaut.
Uva Cinsault é uma daquelas que precisa se prestar muita atenção quando se estuda para não errar na nomenclatura.
Não apenas porque é uma variedade que dá origem a vinhos saborosíssimos e especiais.
Mas, principalmente, porque ela possui tantos sinônimos, e é conhecida por tantos outros nomes que é fácil se confundir.
São mais de 100 (acredite) formas diferentes de se chamar a mesma uva!
Típica da região de Languedoc-Roussillon, que fica na França (ao sul), acredita-se que ela tenha origem na região do Hérault, e que pode ter sido trazida por mercadores do mediterrâneo oriental.
Também é conhecida como “uva do sol”, por se adaptar muito bem a climas quentes e com bastante vento.
Usada mais comumente em blends com outras uvas, especialmente a Syrah, Grenache e Mourvèrdre, no Vale do Rhône.
Esta uva encontra-se atualmente em declínio em todo mundo, sendo substituída por outras que são mais facilmente cultiváveis.
Atualmente ela é cultivada em Chateauneuf-du-pape, mas como dito, vem perdendo espaço nos últimos tempos.
Porém, é mais fácil que ela seja encontrada nas seguintes regiões:
Languedoc – onde o produtor Doamine La Boede faz vinhos 100% de uva Cinsault, o que é bem incomum; Tavel; Gigondas; Coteaux du Tricastin, entre outras.
Ela foi exportada para a Califórnia, em 1860, com o nome de Malvoisie negra.
Um detalhe curioso sobre a história da uva Cinsault é que a sua grande capacidade de se misturar com outras variedades despertou o interesse de cientistas.
E eles acabaram misturando esta uva com a Pinot Noir, na África do Sul, para criar a Pinotage, logo no início do século XX.
Alguns outros lugares que também cultivam a uva Cinsault fora da França são:
Austrália; Argélia; Líbano; Marrocos; Tunísia; aliás no Líbano existem excelentes vinhos com Cinsault, dando origem a bebidas diferentes e excepcionais.
Como dito no início, é surpreendente o grande número de nomes pelo qual esta uva é conhecida. São 102 denominações oficiais para a uva Cinsault, como por exemplo: Cincout; Budales; Cubilier; Espagnol; Hermitage; MavroKara; Ottaviano; Papadou; Picardan Moir; Ulliaou; Samsó; Senso; Black Prince.
E por aí vai. São realmente muitos sinônimos para ela, mas não confunda, são todas a mesma uva, Cinsault.
Elas possuem bastante rendimento, podendo ser extraídas até cerca de 6 toneladas de frutos por hectare.
Porém, os vinhedos de rendimento reduzidos são os melhores para cultivá-la, pois assim se extrai o máximo de sabor da uva.
Os vinhos que são feitos a partir das uvas Cinsault são bem frutados, com belíssima coloração vermelha e baixo nível de taninos.
Com aroma que lembra frutos secos, como damascos, tâmaras, e baixo teor alcoólico, a uva Cinsault traz vinhos equilibrados, com bom corpo.
E com o adicional de, caso sejam passados por barris de carvalho, ela ganha em sabor, adicionando toques de tabaco e notas levemente tostadas ao vinho, que o torna ainda mais especial.
Os vinhos da Cinsault acompanham bem carnes e pratos mais bem temperados, como aqueles da nossa culinária mineira.
Peixes, frutos do mar e legumes marinados, também harmonizam muito bem com a esta uva.
Agradecimento especial aos confrades LP e MRio pela indicação.
Até a próxima degustação!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.
