BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
— Padrinho, tô cheio de fome. O senhor não me paga um rango? — pergunta-me, sem pudor, o indigente.
— Quer levar um pouco deste provolone aqui? — respondo.
— Com todo respeito, padrinho, se o senhor puder me pagar um filé à campanha?...
— Filé à campanha?! — surpreendo-me.
— É padrinho... se for possível...
Olhei para o pedinte abusado sem perder a compaixão e decidi fazer a boa ação do mês.
— Serve contrafilé à campanha? — questionei.
— Padrinho, o contrafilé não é a mesma coisa, mas serve. Sei que o senhor vai me dar de coração.
Quase mandei o a pessoa em situação de rua para o inferno, mas o sujeito já estava nele. Segurei a onda e fiz o pedido ao garçom, que me olhou com uma expressão que me taxava de otário sem precisar dizer qualquer palavra. Após alguns minutos, chegou a embalagem de viagem, entreguei ao sem-teto e ele partiu se despedindo de mim com um estranho sorriso, quase uma Monalisa mendicante. Fiquei feliz por ter feito algo por alguém, assim eu poderia viver o sexo com a consciência mais leve.
Terminei de devorar o provolone, de beber dois chopes e duas doses de Salinas. A barriga estufada, os olhos turvos, hora de partir para o Álvaro Alvim, 37. Antes de entrar no prédio, comprei um tablete de chiclete Trident para tirar o bafo de pinguço. Atravessei a portaria, tropecei em uma morena colossal, embarquei no elevador e subi.
Toquei a campainha da sala. Demorar para abrir a porta parece ser um ritual de acasalamento da Isadora, mas ela abre. Entro na sala simples, mas aconchegante e recebo o abraço e o selinho da loira. Como já cantado e decantado por aqui, é uma mulher bonita, sorriso cativante, seios suculentos e duros, coxas grossas, bundão e barriga zero.
Tiramos a roupa e parti para os beijos. O beijo da Isadora é real, beijo de línguas enroscadas, de troca de saliva, de lábios embolados. A grande virtude dessa moça é a entrega absoluta, sem frescuras, entrega de quem gosta de dar prazer e de se envolver na transa. Mamei muito os seus seios, ela de olhos fechados, mordendo os lábios, sussurrando coisas. Desço para a sua boceta e chupo, ela se contorce, estremece, emite gritinhos, goza. Volto a beijá-la, ataco seu pescoço, meto a língua em seu ouvido, ela não poupa os gemidos, não me censura nem quando meus chupões ficam mais fortes. Isadora deixa rolar porque se envolve. Digo com sinceridade e experiência, poucas são assim, poucas permitem a fruição livre da volúpia.
Isadora vira o jogo e se posiciona de quatro para chupar Pikachu, o breve. Engole meu combalido pênis com entusiasmo, lambe as minhas bolas e arranha minha virilha enquanto eu dedilho o seu cuzinho apertado. Como dizia um antigo forista chamado Estressado, estava gostosão e por isso deixei que ela ficasse brincando com o meu Boneco de Olinda por um bom tempo. Quase entregando os pontos, peço que fique de quatro, sou atendido. Ajoelho-me, porque Isadora é mulher para comermos ajoelhados, penetro lentamente naquela fenda morna e úmida, inicio as estocadas, aumento o ritmo, a garota rebola, xinga, dou uns tapinhas em suas nádegas e finalmente escuto a voz de Gonzaguinha: “Não dá mais para segurar, explode coração”.
Desabo ofegante no colchão, naquele estado de coma sexual. Isadora me acaricia, me beija e ficamos ali relaxados e conversando. Olho o relógio, o tempo acabou. Despeço-me e retorno para a noturna Cinelândia. O Amarelinho, depois das 19h, é uma ilha habitada cercada de bulhufas por todos os lados. Minhas botas pisam em direção ao metrô, vou com pressa, pois sinto saudade da bucólica Tijuca, onde minha poodle me espera para o último passeio do dia. Libertine-se.