BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

Nunca me casei, não tive filhos, há quem possa considerar isso um fracasso pessoal, no meu caso foi a única escolha certa que fiz na vida. A convicção do celibato não representa a negação do amor. Já me apaixonei muitas vezes, as mulheres foram relâmpagos sobre a minha existência, iluminavam o meu caminho num súbito incêndio e desapareciam num inevitável inverno, abandonando-me à solidão obscura e silenciosa. Desses inesperados relâmpagos, há os que tatuam nomes em nossa memória.
Quando vi a loira na pista de uma boate, ela mostrava um sorriso suave, um corpo talhado em academia, sem o exagero de músculos, apenas moldado em curvas acentuadas, atraentes. Ela tinha a aura de mistério que circunda todas as mulheres bonitas. Não me aproximei no primeiro momento, fiquei intimidado pela imagem exuberante que exalava. Mais tarde, quando cruzei com ela pela segunda vez, decidi abordá-la.
— Preciso saber seu nome, do contrário não irei conseguir dormir — sim, afeiçoado forista, eu dou essas cantadas cretinas.
— Oi. Meu nome é Bela e o seu?
— Dante, me chamo Dante.
Bela não poderia ter outro nome. A conversa fluiu, ela carregava na mão um copo de vodka e demonstrava um deslumbre alegre, talvez pelo efeito do álcool. Na pista, o som de The Pussycat Dolls embalava a moça numa dança sinuosa ao som de Don't Cha, eu a contemplava sentindo a saliva espumar em minha boca.
DONT'CHA
Bela esfregou a bunda empinada no combalido Pikachu, o breve. Seu perfume, a textura da pele e a exuberância do corpo motivaram os primeiros sinais de uma rara ereção espontânea. De repente, a garota se vira e me beija. Caralho. Acredite, forista sem fé, Bela não beija, abduz. As nossas línguas se enroscaram, os lábios deslizavam e se perdiam no êxtase molhado das bocas, mãos apertavam a minha nuca, peles roçavam no curto-circuito de fios de alta tensão desencapados.
— Eu preciso sair com você — balbuciei sob o efeito dos neurônios afetados pela paixão imediata.
— Vai no meu trabalho. Agendo para você.
— Onde você trabalha?
— No Espaço Tantra, fica no Centro. Você vai gostar.
Acredite, fiel leitor, ela agendou a minha visita ali mesmo e foi em uma terça-feira cinza de maio que o encontro carnal ocorreu. Desembarquei do táxi por volta das três horas da tarde e minhas botas foram para a rua Treze de Maio como se estivessem no piloto automático. O aparelho auditivo emparelhou com o celular e I Wanna Go inundou meus ouvidos enquanto eu rasgava a matrix psicodélica do Largo da Carioca.
I WANNA GO
No prédio de número 47, passei por uma catraca liberada, entrei no elevador e fui até a sala informada no vigésimo segundo andar. Uma mocinha atraente abriu a porta, me encaminhou para um quarto com tatame e me pediu para aguardar. Passaram-se dois minutos antes que a cabine brilhasse pela presença da estrela em ascensão, Bela entra vestida em um desses conjuntos de ginástica colado em suas curvas afrodisíacas e se aproximou para me beijar na boca. Que beijo do caralho (novamente). A menina se despe e revela toda a opulência física que beira a perfeição. Seguro os seus cabelos loiros e a puxo para mais um beijo.
Pouco papo, muita ação. Deitamos juntos no tatame e nos enroscamos como dois amantes ansiosos pelo orgasmo. Aqui, faço uma observação, caso o estimado leitor me permita: ficar com Bela é como estar com uma namorada quente e apaixonada; digo com a nobreza da sinceridade, você esquece que é um encontro remunerado, há um risco enorme de gamar na garota.
Mamei os seios esféricos e suculentos de Bela com a euforia de um recém-nascido; lambi sua barriguinha sarada até alcançar o templo sagrado da boceta e chupei seu clitóris como quem descobre uma fonte de água no deserto. Bela gemia baixinho, um gemido que transborda um erotismo capaz de nos enlouquecer. Saquei meu aparelhinho quase medieval e o coloquei sob o seu grelo avantajado.
— Ai, que surpresa boa — me diz.
Ela fecha os olhos, aperta a boca, geme, se contorce, coloca um dos pés no meu pau e diz que vai gozar. Goza com a beleza que a construiu. Lanço-me sobre ela, volto a beijá-la, arrasto meu membro entre as suas pernas, Bela me abraça, me alisa, acaricia meus cabelos. Eu já estava prestes a entrar naquele estado de delirium tremens, devido ao altíssimo nível de tesão que a mulher me provocou.
Bela me aplica um boquete profundo, com sede de seiva, fiz um esforço sobre-humano para não entregar os pontos. Peço que ela fique de quatro (a posição preferida de nove entre dez idosos), ela me atende, se empina, pega no meu pau e o introduz no universo vaginal morno e úmido. Por alguns segundos, fiquei estático, contemplando aquele tobogã erótico a minha frente, uma mulher disposta a me fazer realmente feliz. Iniciei as estocadas devagar e aumentei a cadência na proporção do entusiasmo, Bela puxou a minha mão para dedilhar o seu cuzinho. Não conseguindo mais resistir, acho que ejaculei a minha carga genética desde a pré-história. Desabei desfalecido ao lado da musa.
Ficamos abraçados, nos beijando, namorando, nos acariciando, curtindo o tempo que nos restava. Bela é verdadeiramente apaixonante e linda. Comentei que a indicaria aqui no fórum, pois não consta foto dela no anúncio da casa, ela concordou e agradeceu. Bela é um desses achados casuais raríssimos, há muito tempo não esbarrava com uma garota que me causasse tanto interesse. Um sininho tocou, hora da despedida. Outros beijos e até a próxima.
Caminho pela Treze de Maio, um vento frio cortava as almas e os arranha-céus, mas o meu corpo ainda ardia com o aroma da Bela. No aparelho auditivo, uma balada me empurrava adiante, afastando o meu coração libertino das fantasias do amor. A partir de agora, qualquer aventura é possível...
SAY MY NAME
Dante, meu nome é Dante.
#Libertine-se