07 de fevereiro de 2021 às 00:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Bom dia, caros confrades, integrantes deste egrégio alfarrábio da putaria carioca.
Pensei muito antes desse relato se ia escrevê-lo ou não. No entanto, decidi por fazê-lo porque acho importante valorizar o atendimento que recebi desse espetáculo de mulher.
Como postei aqui dias atrás, Juju já estava na minha wishlist fazia tempo. O contato é muito tranquilo e atencioso. Marcamos para quinta feira, 04/02, no Station.
O local é perfeito para essas expedições: fácil acesso, preço bom e razoavelmente confortável, com duas ressalvas: achei o ar condicionado fraco e aquela porra fazia a janela tremer de um jeito que o barulho era insuportável! Acabei esquecendo duas notas fiscais que dobrei pra usar como calço para tentar diminuir aquele esporro.
Ela chega pontualmente, vestida de modo discreto e simples. Eu já tinha tomado meu banho e ela foi tomar o seu.
Ela volta com uma lingerie preta que havia pedido pra ela usar (a mesma de sua última postagem na LD).
Caralho! Que avião! Baixinha gostosa da porra! Pernas lindas, torneadas de academia, uns peitinhos lindos e uma bunda, senhores, que chamar aquilo de bunda é uma ofensa. Aquilo não é uma bunda. Aquilo é um monumento!
Pois bem, vamos aos fatos: ela se deita a meu lado e começamos a nos beijar. Ela beija gostoso, com entrega. Coloquei-a deitada e continuei alternando beijos, carícias naquela barriga zerada e admirando aquele corpaço ali à minha inteira disposição.

Desci e fui chupá-la. Sem tirar sua calcinha, lambi sua virilha, passando a língua por baixo dela até chegar bem perto de sua buceta, sem tocá-la, o que lhe arrancou suspiros e gemidos bem gostosos. Tirei aquela ínfima peça e caí de boca naquele grelo maravilhoso dela. Chupei muito até ela gozar intensamente com um gemido que, como disse o confrade aí acima, "acordou todo o motel". Como goza bonito essa mulher! PQP!
Eu já estava prevendo meus problemas aí.

Ela vem me chupar. Chupa muito bem. Boquete gostoso pra caralho, mas aí, confraria, o que eu previa se confirmou: apesar do excelente boquete, a visão do paraíso daquele espelho refletindo aquele monumento de quatro me mamando, o pau não estava 100%. Estava meia bomba. E aí, a preocupação e o temor de falhar só contribuíram pra minha maior derrota em todos esses anos de putaria. Broxei. Broxei miseravelmente. Como podia dar aquela broxada com uma mulher gostosa daquela?

Morto de vergonha, ainda tentei ter algo que tentasse chegar perto de uma ereção. Pedi pra ela ficar de quatro pra eu admirar aquela monumento de bunda e chupar aquela preciosidade de cuzinho. Nada feito. Fui chupá-la de novo. Nada feito. Já me dando por derrotado, ela ainda tenta animar, chupando de novo. Nada feito.

E aqui vale ressaltar e exaltar a paciência e a boa vontade da menina. E foi por isso que decidi relatar o acontecido, apesar da vergonha que tenho de contar isso para vocês. Ela, sem pressa, na maior empatia para comigo, em total desgraça, fez de tudo para que a empreitada tivesse sucesso, mas não teve jeito. Pedi desculpas pelo meu fracasso e decidi encerrar por ali aquela derrocada.
Fiz o pagamento, conversamos mais um pouco, nos despedimos e voltei ao trabalho puto e decepcionado.
Vou voltar nela porque preciso ter aquela mulher e dessa vez, não haverá falhas.
É isso, senhores.
Grandes amplexos e boas fodas a todos.