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GIOVANA
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ISADORA (DUPLA)
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
GIOVANA
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ

DA SÉRIE ANIVERSÁRIO DO DANTE
Quando cheguei ao Centro, o fim da tarde se aproximava a galopes acelerados. Admito que não sabia bem o que estava fazendo, seria uma experiência nova para um libertino velho, ondas de excitação misturadas à ansiedade embaçavam a mente. Deixei para a Isadora a gerência e organização da minha mais nova fantasia, o sexo com duas mulheres. E aqui faço um agradecimento necessário à bela Isadora, que vem demonstrando imensa boa vontade e carinho comigo na realização dos meus desejos exóticos de aniversariante, acredito que nenhuma outra mulher me dedicaria tanta atenção, paciência e consideração. Não sou chegado a clichês, mas Isadora é uma princesa.
— Dante, mas você nunca ficou com duas mulheres e se diz libertino? — ecoaria a pergunta irônica de um forista curioso.
Não, nunca havia me deitado com duas mulheres simultaneamente porque nunca me senti competente e apto para dar conta da empreitada. Sou um homem mais dedicado à boemia e ao foco em uma única fêmea, mas a velhice tem me provocado novos desejos.
Trato feito, valores acertados e agora eu estava ali, entrando no elevador do famigerado 37 da Álvaro Alvim. Enquanto subia, escutei a ascensorista cantarolar um hino evangélico, fiquei com receio de que aquilo fosse algum mau presságio para quem estava prestes a cometer uma simulação de bigamia. Tentei abstrair. A porta do elevador se abriu e desembarquei com a pressa de quem foge de um confessionário.
Toco a campainha, Isadora me recebe com uma calcinha minúscula, os seios irretocáveis saltando afoitos do sutiã, me avisa que a Giovanna Vitale está vindo. Embalamos nos beijos, sarros e amassos para aquecer o ambiente. Para este escriba corroído pelo tempo, vejo em Isadora um mistério que se oculta por atrás da sinceridade que ela exala, uma balzaquiana linda, com uma capacidade de entrega incomparável e uma generosidade rara de se ver em nosso universo mundano. Sinto uma paz alegre quando estou com ela, uma vontade secreta de que o tempo se estenda ao infinito para que eu não precise ir embora nem me separar daquele corpo quente que me acolhe.
Giovanna chegou, eu não a conhecia, é uma moça atraente, com corpo apetitoso, peitos fartos e convidativos, uma bunda esférica e estufada, pernas grossas, simpatia espontânea, qualidades que me deixaram à vontade e relaxado. Tiramos a roupa, os três nus e com anseio pela devassidão. Isadora e Giovanna começam a se beijar, línguas gulosas girando, enroscadas em si mesmas, como duas bailarinas salivantes, duas feras autofágicas devorando-se. Eu me mantive a distância, contemplando, em êxtase, num estado de absoluta efervescência.
Giovana abocanhou os seios apetitosos de Isa, lambia como se saboreasse um pavê de creme. De olhos fechados, Isadora não conseguia conter gemidinhos, roçava o corpo em Giovanna, as duas se alisando, explorando uma o corpo da outra, descobrindo áreas de arrepio, buscando o mapa do ponto G. Isadora deitou-se e Giovanna mergulhou decidida em sua boceta cheirosa e lisa, chupou entusiasmada a minha loira favorita. Isa se contorcia, gemia mais alto, dava gritinhos. Avancei para beijá-la na boca e mamar um dos seios enquanto Giovanna a conduzia ao orgasmo, a um passeio pelo Éden. Isadora gozou forte, virou-se de lado respirando forte.
Um brevíssimo intervalo e Giovanna adiantou-se para me fazer um boquete ao mesmo tempo em que Isa puxou minha cabeça para encaixar um beijo faminto. Acredite, forista sem fé, que sensação extraordinária, uma mulher chupando meu pau e a outra me chupando a língua, um caboclo mais fraco gozaria como hidrante durante um incêndio, mas eu consegui me segurar para curtir outras cenas. Giovanna abandona meu combalido pênis, que a esta altura já se assemelhava a um pimentão maduro devido à pressão do sangue, e formou um beijo triplo comigo e com Isadora. Sou um bom escritor, mas não sei como descrever toda a gama de emoções que me abateu, um turbilhão de reações químicas intensas e inenarráveis.
Deitei Giovana e passei a chupar sua vagina úmida e morna, a garota tem uma sensibilidade a flor da pele, se contorcia, tentava não gemer e gritava, o clitóris inchava nos meus lábios, ela começou a estremecer, como se estivesse em
incontida convulsão. Gozou.
Outro intervalo, Isa montou em Giovanna e iniciaram um esfregar de bocetas, a famosa briga de aranhas. Isa começou devagar e foi acelerando à medida em que se empolgava, as duas mulheres gemiam, se apalpavam e Isadora continuava esfregando-se freneticamente. Isa berrou e teve novo orgasmo. Digo a você, afeiçoado forista, quando a cena terminou, eu já havia alcançado umas trinta ejaculações psicológicas, mas ainda faltava gozar de verdade e as duas garotas partiram para cima de mim como canibais em dia de festa. Beijos, boquete duplo, lambidas no saco, punheta, unhas na virilha e gozei desesperadamente.
Ficamos os três numa conversa agradável, mas o período terminou e Giovanna teve que nos deixar. Estendi um pouco mais com a Isadora e combinei com ela um novo programa, diferente do habitual, ela topou (aguardem o próximo relato). Precisei me despedir e ganhei a Álvaro Alvim, onde encontrei o ícone pop Papai Noel e o roqueiro Wolf, o verdadeiro dono do Zezé. Conversei rapidinho com os dois e um perfume de maconha começou a impregnar a rua, senti uma estranha onda coletiva na região e deixei os dois famosos foristas porque precisava retornar à bucólica Tijuca. Emparelhei o meu aparelho auditivo com o celular e aproveitei a doce maresia para ouvir Gabriel Pensador.
MARESIA
Eu estava realizado, estava feliz.