BEIJO
SIM - NãO GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Salve salve!
Esse relato é destinado ao confrade sem nenhuma experiência com a Fê (Fernanda Zuckie).
A FÊ
Pra mim a Fê é a mescla perfeita de uma mulher brasileira. Da cintura pra cima é como uma linda índia. Irretocável, como aquelas que bagunçavam a cabeça dos exploradores europeus de nossa história. Da cintura para baixo é uma atraente morena praiana, como nossas cariocas naturalmente bronzeadas com torneadas pernas e raba ampla.
Além disso, ela tem um rosto lindo, delicado e capaz de capturar sua atenção com as mais variadas expressões, olhares e sorrisos.
FALE COM A FÊ
Contato pelo Zap foi ótimo, mas seja educado e objetivo. Um dia antes eu mando a mensagem:
“Olá, tudo bem com você? Estou louco pra te ver.” Ela responde: “Oba! Só vem Mozão.”
Dessa vez foi numa sexta-feira. Cheguei ao Zezé para fazer o check-in e encontrei um latão de cerveja segurando o confrade Wolfgang. Conversei por um tempo (com Wolf, não com a Brahma) até que veio a mensagem da Fê: “Pode subir, amor”. Avanço para o elevador do AA37 como se estivesse saltando ao hiper espaço, ou seja, na velocidade da luz kkk
A Fê abre a porta e nos cumprimentamos com beijinhos no rosto. Que presença tem essa mulher! Trajava seu famoso conjuntinho fluorescente com seu salto scarpin.
Um tesãozão! Parti para tomar aquele banho e, em seguida, chegou a hora de nos deliciarmos. Ela impôs a playlist dela. Sem problemas, uai!
DESPERTANDO A FÊ
A Fê me deixou começar com carícias, toques e provocações. Beijos no corpo dela, no pescoço, mordidinhas e aquele trem que cê já sabe para o aquecimento. Mas quem conhece a Fê sabe que ela é potência, pegada e disposição sexual. Foi só tirar aquele conjuntinho e pronto. Ela começou a pedir jogo. Parti para o oral, já imaginando que quando ela começasse ia ser “aquilo”. Pois é, a Fê quando embala, vem sem freio. Fazendo oral nela acho que fiz besteira: acordei a Diaba, minha nossinhora! Ela começou a me xingar de filho da puta ao gemer, se contorcer e dizer: “ai, ai, aaaaai! Não sei se te dou ou se te chupo!” Decidiu me chupar. Deu uma mamada que me deu aperto no peito. Pedi arrego, então a ninfomaníaca pediu acintosamente: “Então me come! Me comeeeee!!!”
TENHA FÊ E VÁ À LUTA!
Então fui buscar minha camisinha na mochila e ela ficou inconformada: “Isso não pode, hein! Já tinha que estar aqui do lado da cama”. Concordei com ela e voltei “rapidão” pra cama. Encapada a vara entramos um PPMM que me intrigou. Ela dizia: “Mais fundo! Mais fundooo!!!” Mas véi, eu já tava no máximo kkk e, além disso, eu não conseguia dar ritmo porque ela tava muito acelerada. Pois é, a mulher deliciosa, gostosíssima tava lá se contorcendo, pedindo mais e eu ali me virando nos 30 para tentar acompanhar. Ela já tava em velocidade 5 e eu não tinha como reduzir. Eu topava no máximo velocidade 3, mas não havia o que eu pudesse fazer, porque tava pegando fogo. Ela gemia alto e me puxava contra o corpo dela. A Fê tava quase me fazendo de brinquedo, véi! Aí a vara escapuliu e aproveitei para tomar um fôlego. Sabe o que ela fez??? Pegou um vibrador roxo grandão, ligou e atochou na pepeca!!! Ele fazia BRRRZZZZ, tipo um barbeador, sabe? Então ela começou a gritar e a gemer alto kkkk Me amarrei na cena. Ela é linda demais, toda aberta deitada na cama e parecia que tava sendo eletrocutada, mas tava gritando de prazer! U-hull Ganhei tempo. Valeu, microfone! É, o bicho parecia um microfone.
Tratei de trocar minha camisinha e voltei para o ringue. Ela desligou o bicho e me puxou! Fudeu! Voltamos ao PPMM e ela mais ensandecida do que antes. Carái! E agora, o que eu faço, Jesus??? Pedi para que ela ficasse D4. Ufa, ela aceitou. Começamos a meter e ela pedia mais. Eu dava mais, só que ela pedia mais ainda! Ô diacho!! Que ganância é essa, disgrama??? Insistimos no soca-soca plac plac ploc plac plac, comecei a ficar suado, variamos para D-bruços. Agora a gravidade vai me ajudar, pensei eu ofegante. Eu tava me jogando nela. Soltando o pêndulo, sabe? E ela ainda gritava: “Isso! Vem! Vai! Vai Mozão!” A Fê tava mei que me jogando para cima com aquele bundão delicioso e eu pensava comigo: “Seguuuura peão!” Nessa altura do campeonato eu me benzi e pensei: “Ah, sabe duma coisa? Quero nem saber. Tô cansado. Vou gozar aqui e pronto”: PÁÁÁÁÁÁÁ urrei em cima dela e rolei bunda a baixo até atolar na cama. Mó deusa esse trem. Ela começou a falar: “Mas que delícia! Mas que gostoso, Mozão!” Mas só que eu estava coma. Eu tava catatônico, véi. Não sabia o que tinha acontecido. Não havia anotado a placa. Ela pediu para remover a camisinha, mas com o pouco de dignidade que me restava eu mesmo tirei kkk. Mó medo dela segurar no meu pau e querer começar tudo de novo. Eu já tava na reserva. Se ela me puxasse para o segundo round eu ia passar sufoco kkk. Era capaz deu pegar o vibrador pra me defender kkkk. Embora eu estivesse um bagaço, saí andando pelo quarto fazendo pose de que estava tudo bem. Peito estufado. Mas claro que ela sabia do estrago que tinha feito. Ela é danada! Deliciosamente terrível essa mulher. Mó luta!
PRA QUEM TEM FÊ A **** NUNCA TEM FIM
Abrimos um bom vinho tinto português e uma barra de chocolate. Enfim, ela deixou eu colocar minha playlist e até apreciou meu gosto musical. De repente a Fê me puxou e me deu um beijo na boca que me deu taquicardia! No beijo, meteu a língua na minha boca e me empurrou um bloquinho do chocolate. Fui às estrelas com isso. Sério, véi, tipo um orgasmo só que com o pau off-line. Conversamos um bom papo, enquanto degustávamos o vinho, comíamos chocolate e ouvíamos boa música. Ela estava completamente nua sentada na cama e me encantava assistir aquela cena. Ela é hipnotizante.
Não dava vontade de ir embora. E pior: na hora de sair ela me tascou outro beijo na boca, dessa vez sem chocolate. Sabe aquele beijo que diz pra gente: “E isso é pra você voltar!” Sim, confrade, sem Fê. Um beijo fidelizador.
FORISTA, TENHA FÊ!
Então, forista sem Fê, saiba que suei! Se essa carta te ajudou a decidir, vai lá e seja feliz. Mas ói que a rapadura é doce,... kkkk
Desci e reencontrei um novo latão de cerveja, o Wolf e mais uma turma gente fina por ali.
“Baseado em fatos reais”
