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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O contato
Quando eu fui na Onix acreditei que pegando o último horário as meninas já estariam cansadas, isso é comum, eu mesmo na sexta se tiver trabalhado a semana toda não quero olhar pra nada que me lembre trabalho.
Me surpreendi quando vitória entrou na sala, primeiro que ela é muito mais bonita ao vivo que por foto, e ela é meiga e eu senti como se fosse o primeiro atendimento do dia
Genuinamente alegria, genuinamente fofa
Primeira coisa que pensei foi “nossa as bochechas dela devem ficar doloridas no final do dia” porque o que ela sorri não tá no almanaque, ela sorriu do começo ao fim, literalmente.
Descrição da idade das cavernas
A boca dela é miúda, mas gostosa de beijar, pra quem tem pau grosso vai ser difícil, mas ela consegue abocanhar tudo, sabe muito bem fazer uma punheta, eu queria poder descrever o movimento, que não é uma punheta simples, aquela que sobe e desce, mas algo meio que giratório, difícil descrever.
Várias bitocas, e assim, não sei se fiz ela gozar mas o mulher pra se tremilicar, parecia um máquina de lavar centrifugando, eu chupava e ela se tremia. Não perguntei se ela gozou e nem ela me falou, única coisa que eu ouvi foi “você é bom nisso”.
O TD como eu realmente vejo.
Dos quartos antigos esse foi o que eu mais gostei, o que fica perto da janela, o que eu menos gosto é o que fica perto da entrada, do lado da cozinha. Antes de começar o sexo ela tentou ajeitar a lâmpada que estava no chão e tadinha, ela não soube segurar e tomou um choque, já estávamos sem roupa nesse momento.
Ela perguntou qual playlist eu queria ouvir, romântica ou aleatória, escolhi aleatória
Ela não gosta muito de pescoço, ela sente nervoso, um nervoso ruim, eu respeitei isso, o resto do corpo foi acariciado e ela me acariciou, poderia descreve as mãos dela nos momentos de carinho como uma pintura ebru. Uma técnina de pintura sobre a água, nada de brutalidade, mas as suavidade e doçura.
Sua pele e seu mel eram doces como Pavlova
sua imaginação era fértil, seu sexo envolvente, falamos sobre piratas séries, desenhos, fofocas.
Eu estava mal nesse dia, não sou de falar problemas pessoais principalmente para as meninas, elas não são psicólogas, elas vão me ouvir caso eu fale, contudo, eu tenho a política que em um atendimento eu nunca devo falar da minha vida de uma forma pesada, vou sempre estar animado, elas já estão me dando um dos bens mais preciosos da vida delas, o tempo e a atenção.
Nesse dia eu fiz questão de ela perceber que melhorou meu dia, minha semana, Haverá momentos em que a seca de alegria parece interminável, um simples sorriso pode ser o kit de primeiros socorros de alguém. Eu falei e agradeci, e disse que ela mudou um instante na vida de alguém, a minha vida, naquele momento eu agradeci por não me sentir sozinho e esquecer os sofrimentos psíquicos que meu ex terapeuta junto comigo não conseguiu solucionar.
Ninguém sabe quem é o outro, só sabemos quem somos nos mesmos e mesmo assim nos surpreendemos com nossas atitudes.
Jacques Lacan dizia que o outro nunca é realmente o outro, e sim quem a gente vê e projeta do outro. Eu nunca vou saber quem é a verdadeira Vitória mas eu sei que a Vitória que eu vi foi a enfermeira do meu dia, tirando minha angustia e solidão e colocando prazer e aconchego ao meu peito.
Conversamos bastante, rimos bastante, e óbvio e fiz minhas palhaçadas horríveis e ainda recebi elogios como “gostei do seu senso de humor”
Foi 1 hora, mas ela não apressou nada, era como se tivéssemos 5 horas e quando acabou não me senti triste por ter acabado, mas alegre por ter vivido momentos que pra ela será efémero, mas para mim será marcante. Ela vai esquecer o meu nome, talvez eu esqueça dela, mas que fique o registro que foi uma vitória sobre os dias de sobrevivências que foram ruins.