BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Só mais um dia no Paraíso!
Fazia tempo que tentava conhecer a Nina Fiori, nossas agendas não batiam de jeito nenhum, mas felizmente o dia chegou.
Contato de WhatsApp rápido e objetivo, cheguei dez minutos antes, envio mensagem, ela libera minha entrada.
A porta se abre lentamente, ela é muito linda, baixinha e com um sorriso de menina.
Estava com um robe preto e um conjunto lindo, o da foto acima. Corpinho lindo, peitinhos pequenos, bunda linda e que ppk gostosa.
Conversamos rápido, ela tem uma vibe deliciosa, vou tomar uma ducha e na volta nos sentamos no sofá, acho que nem três minutos de conversa, ela me puxa para cama, coloca uma playlist (Pearl Jam – sensacional).
A primeira música foi Black – acho que ficamos nos beijando a música toda – que beijos deliciosos!
BLACK
Ao término da primeira música, vou beijando seu pescoço e os seios (deliciosos), o enrosco estava ótimo, bago já latejava como uma saca-rolhas eletrônico, passava as mãos na ppk dela por cima da roupa, quente e úmida, ela se tremia e gemia baixinho.
Ela vai tirando o conjunto com minha ajuda – já começo a beijar sua ppk – greludinha e muito gostosa, chupei, lambi, acho que mastiguei o grelo dela, ela curte bastante, treme algumas vezes e geme muito, eu segurava suas mãos algumas vezes e outras acariciava seus seios, ela ficava sorrindo e com os dedos na boca – QUE VISÃO!
Por vezes segurava minha cabeça e me apertava com as pernas – Mosto delicioso, sentia ela muito molhada, mas só parei quando ela disse bem alto – CHAMA O SAMU!
Algumas gargalhadas depois pego a camisinha, ela avança no bago e começa um oral muito gostoso, pressão e velocidade na medida, comigo de pé enquanto ela estava de quatro na cama – o tesão era grande demais, se continuasse eu queimava fácil.
Camisinha posta vamos de ppmm, ppk quente, apertada e absurdamente molhada, soquei muito, alternei de tudo que foi jeito, mais beijos, corpos bem agarrados, acelerava por vezes e outras cadenciava com o bago indo bem fundo e ficando um pouco, apreciando as contrações da ppk dela – PQP, segurei até onde deu – finalizei intensamente ao som de Alive.
ALIVE
Não regulou nada, tempo estourado, mais uns beijos, conversamos um pouco e tomo outro banho, me leva até a porta com muitos beijos.
Nina Fiori é maravilhosa, repeteco certo!
A Nina é deliciosa como uma Cortese di Gavi!
Cortese di Gavi, ou simplesmente Gavi, é um vinho branco tranquilo italiano do Piemonte, noroeste da Itália. Embora pouco conhecido no Brasil, suas origens remontam ao século XVII e quase toda produção é consumida localmente ou exportada para os EUA.
É considerado como um dos melhores brancos do norte da Itália, e isso não é pouca coisa.
Produzido exclusivamente com a uva Cortese (também presente nas DOCs Colli Tortonesi e Cortese dell’Alto Monferrato), a Denominazione Gavi recebeu status de DOC em 1974 e DOCG em 1998.
Segundo a DOCG, o teor alcoólico mínimo deve ser 10,5% (11% para os “Reserva”). E os vinhos denominados “Reserva” devem envelhecer um mínimo de 1 ano, sendo 6 meses em garrafa. Os vinhos Gavi podem ainda ser vinificados como espumantes, utilizando o método tradicional e passando 2 anos em maturação, sendo 18 meses em contato com suas borras (sur lies).
Os vinhos da uva Cortese, sobretudo o Cortese di Gavi, são muito apreciados na região vizinha, a Ligúria. Seus aromas moderados e críticos harmonizam perfeitamente com os peixes e frutos do mar da costa de Gênova e Cinque Terre. Em geral, são vinhos equilibrados, com corpo médio e acidez moderada. Embora não sejam vinhos para guarda, evoluem bem com 2 ou 3 anos na adega, tornando-se mais ricos e com sabores mais fortes. Em anos mais frios, os vinhos podem apresentar acidez mais agressiva, exigindo medidas como fermentação malolática e maturação em barricas para equilibrá-la.
Embora à sombra dos grandes vinhos tintos do Piemonte, como Barolo e Barbaresco, e “perdendo” em produção e consumo de brancos como Moscato e Arneis, o Cortese di Gavi apresenta uma sutileza despojada e despretensiosa que tem atraído muitos fãs nos últimos anos, não somente na Itália. Com o aumento do consumo, muitos produtores passaram a priorizar a quantidade sobre a qualidade. Por isso, escolha o seu Gavi com cuidado e procure ficar com produtores como Broglia “La Meirana”, Fontanafredda, Nicola Bergaglio e Villa Sparina.
A primeira menção de um vinho produzido em Gavi data de 972 quando o Bispo de Genova alugou uma propriedade da Igreja com vinhedos e bosques para Pietro e Andrea, dois homens livres de Gavi. O pedaço de terra foi chamado “La Meirana”. Exatamente 1.000 anos mais tarde, Bruno Broglia adquiriu essa mesma propriedade e fundou a Broglia, agora uma das principais vinícolas da Gavi.
Os melhores exemplares têm coloração amarelo palha e reflexos esverdeados, e apresenta intensos aromas de pêssego, pêra, maça verde cozida e amêndoas tostadas. Na boca tem notas de pêssego maduro e amêndoas, com leve toque amanteigado e mineral. É um vinho bastante equilibrado, carnudo e com uma textura macia, apresentando uma acidez pungente apesar da idade, e grande frescor. Um belo vinho, com uma longa persistência.
Até a próxima degustação!!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.
Santé!
