03 de Agosto de 2022 às 15:13
RAYANE COIMBRA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Meu primeiro relato aqui, turma. Lá vai!

Estive ontem com a Rayane pela primeira vez. Papo rápido e bem objetivo no Whatsapp para marcar e tirar algumas dúvidas. Marcamos 12:30 na AA37. Chego na rua, mando msg avisando, esperando ela passar o número do apartamento. Ela pede cinco minutos e logo depois me informa o endereço completo. Subo, toco a campainha e sou recebido por uma mulher espetacular. A Rayane é alta e ainda estava de salto. Eu tenho 1.85 e ficamos da mesma altura. Ela está de lingerie, lindíssima. Seios volumosos, pernas espetaculares. Um sorriso absurdo. Ela me diz pra ficar a vontade. Digo que sou tímido. Peço ajuda pra me soltar. Ela sorri, uma risada divertida, diz que percebeu minha timidez. É quando reparo nos seus lábios: substanciosos, espessos, o tipo de boca que pede beijo. Ela pergunta se quero tomar um banho.


Retorno de toalha, ainda meio que sem saber o que fazer, mas já com vontade de mergulhar nas promessas que o corpo da Rayane me fazia. Ela me pergunta se quero que ela tire o batom pra não me sujar. Digo que não precisa, que gosto. Só então reparo no batom. Acho que eu estava meio anestesiado. Era muita informação. Muita coisa pra observar, analisar, experimentar. Muita mulher, um território extraordinário a ser explorado. Ela se aproxima e diz que não me enxuguei direito. Pergunta se pode secar minhas costas. Tiro a toalha que estava enrolada na minha cintura e ela me ajuda. Encosta em meu corpo, beija meu pescoço e meus ombros. Depois eu me viro e ela beija minha boca. Um beijo intenso, acolhedor e ao mesmo tempo insinuante. Sinto a substância de seus lábios, a espessura daquela boca que se movia com vivacidade, que trazia uma língua atrevida. Beijo de amante, de quem demonstra vontade. Ela desce, beija meu peito, meus mamilos volta pro meu pescoço. Depois se vira de costas, me oferece o pescoço e a nuca. Seu cheiro me atiça. Nos beijamos por um bom tempo, suas mãos pelo meu corpo, ela acaricia meu pau. Beijo seus seios. Aperto, mão cheia, muita matéria, fartura ostentosa. Passeio por suas pernas e bunda, a pele quase toda. Ela vai pra cama, fica de quatro e alcança meu pau. Inicia um boquete vistoso. Engole, trava a rola na garganta, retorna, alcança as bolas. Chupa meu saco, volta ao pau e o engole novamente. São movimentos de predador, de quem está no topo da cadeia alimentar, a presa se entrega fácil.

Depois de um tempo no boquete - eu poderia ficar ali pra sempre e confesso que duelei internamente entre gozar ali mesmo ou aproveitar o restante - ela se deita na cama. Nos olhamos por alguns segundos, ela sempre sorrindo. Olho pra baixo: o paraíso, uma oferta irrecusável. Não resisto e me deito no intervalo cedido, me aventuro pelo que há para ser apreciado. Deixo minha boca e minha língua se moverem a vontade entre gemidos e sussurros. Quando ela fica satisfeita - ou se diz satisfeita - eu me deito e ela volta a me castigar com sua boca. Coloca seu corpo quase paralelo ao meu, suas pernas, bunda e tudo mais ao alcance da minha visão. Enquanto sou devorado, deixo uma das minhas mãos alcançar seu íntimo. Está quente, molhada, escorregadia. Meus dedos deslizam pra dentro dela. Seus cabelos, lábios e cabeça se agitam sobre meu pau enquanto a penetro com os dedos. Tudo cadenciado, sincronizado, irrefreável.

Em certo momento ela pergunta se quero colocar o preservativo. Eu consinto. Sua boca faz o trabalho. Ela coloca seu corpo sobre o meu e começa a se movimentar. Sinuosa, provocante, agitada. Ela alterna os movimentos, muda o ritmo. Para e beija minha boca, massageia meu pau sem se mover. Depois volta ao ritmo de frenesi. Alterna a cadência. Senta, se esfrega, se contorce. Beija com voracidade, uma boca de perdição. Varia o beijo também, um repertório interminável. Peço que fique de quatro. Ela se empina, se expande, se enverga para dar espaço pro sexo. Eu a puxo, alterno o ritmo. Olho pro espelho ao lado da cama e nossos olhos se encontram. Ela sorri. Tenho a sensação que se diverte, que acha divertido me ver ali perdido, suado, afoito. Trocamos novamente de posição, um papai mamãe vigoroso. Não resisto e peço depois de um tempo: deixa eu comer esse cuzinho? Ela sorri e acena positivamente. Volta a ficar de quatro. Começamos devagar e logo depois estamos novamente acelerados. Ela se entrega, me ajuda com os movimentos, joga seu corpo contra o meu. Estava delicioso, mas eu queria mais. Peço para que se deite de frente. Quero o anal olhando nos seus olhos, quero beijar sua boca. Pergunto se a posição a incomoda. Ela não hesita. Se joga na cama e me ajuda no encaixe. A posição é espetacular. Eu demoro porque quero curtir, estenderia aquele momento infinitamente, mas o gozo vem. Me levanto, de joelhos, os olhos fechados, respiração ofegante. Rayane se levanta e me ajuda com a limpeza. Pede licença para ir ao banheiro. Ela vai e eu desabo na cama. Ela retorna pouco depois e comenta que estou muito suado. Preciso de um banho, respondo. Ela me diz pra ficar a vontade. Demoro no chuveiro um pouco mais que o necessário, o tempo para me recuperar. Volto ao quarto. Novamente um sorriso encantador, simpático, acolhedor. Ela me oferece água. Nosso tempo se esgota. Troco minha roupa, fazemos algumas poucas piadas, eu aida tímido, comento sobre isso. Ela diz: até que você se soltou um pouco.

Troco de roupa, pergunto se posso deixar o dinheiro sobre a mesa Ela consente, claro amor. Eu me despeço, agradeço pelo tempo. Ela sorri mais uma vez, uma janela para um universo de possibilidades. Lembro de ter confessado a ela que foi o sorriso que vi em um vídeo aqui no GPArena que me fez tomar a decisão de encontrá-la.

Saí do apartamento plenamente satisfeito. Renovado. Uma foda de respeito, ora bruta, selvagem, ora gentil, amorosa. Saí satisfeito, mas não saciado. Precisava de mais tempo. Caminhei pelas ruas do centro pensando no que não havia feito. Queria ter trepado de pé, ela tem a altura perfeita, uma perna levantada, um encaixe promissor. É uma das minhas posições preferidas, nem sempre fácil de executar devido a diferenças de altura. A parceira precisa ter a medida certa. A Rayane com certeza tem. Queria ter gozado meu tesão todo naquela boca também, lambuzado aquele sorriso devastador. Queria ter comida Rayane com a fome de um mundo inteiro. Não coube tudo isso nos 60 minutos. Preciso voltar.