06 de Maio de 2015 às 22:31
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Estava passando por um dia com a cabeça bem cheia, precisava urgentemente extravazar bastante energia, logo, tava na 'vibe' de um sexo intenso e, quando se fala em sexo intenso, o primeiro nome que me veio à cabeça foi o da Rachel Rosa, ainda mais agora que ela está fazendo esguicho, o tal do "squirting" e está de indo passar uma temporada na Itália em meados de setembro. Nada mais justo do que fazer uma "despedida" com a moça.

Mandei um SMS pra ela perguntando se ela tinha algum horário disponível. Ela me responde rapidamente que sim e marcamos para nos vermos à noite no Love Time. Cheguei lá com uma certa antecedência, fiz minha higiene e recebo uma mensagem dela avisando que ia atrasar 30 minutos.

Eis que a moça chega, desta vez, trajando um discreto vestidinho estampado cinza com preto. Ela me recebe com um belo beijo dizendo que estava com saudades e pede para não olhar na bolsa dela, pois ela tinha um presente pra mim. Uma das coisas que eu quero destacar aqui antes de seguir com o relato do TD é que muitos aqui que têm um medo enorme da Rachel Rosa não fazem ideia do quanto ela é um amor de pessoa e o quanto ela é carinhosa. É até compreensível o pessoal estranhar que uma acompanhante que é conhecida por ser um "Furacão" seja tão atenciosa, tão carinhosa, tão simpática e tão fofa. Mas, acreditem, confrades, a Rachel Rosa é isso tudo aí mesmo.

Ela chega no quarto, conversamos sobre sua ida à Itália e ela pede para se arrumar para fazer o strip característico do início do programa. Entretanto, ela resolveu inovar: desta vez, ela pediu para eu escolher a música (escolhi "Too Much" das Spice Girls) e ela pede para que eu apagasse todas as luzes do quarto. Eis que ela pega seu celular, liga um aplicativo em seu celular que simula luz estroboscópica e começa a fazer o strip, trajando um body branco com muito pouco tecido, por assim dizer.

Lá pelo meio do strip, ela sai da hidro (a única coisa que separa a hidro da área da cama na suíte do Love Time é uma "parede" de blindex. Rachel fez o strip todo na hidro, que estava vazia, enquanto eu assisti sentado na cama) e me entrega o celular para que eu ficasse responsável pela iluminação da parte final do strip. Eis que ela tira o body branco e aparece com uma pequena garrafa de espumante. Ela estoura a garrafa e começa a despejá-la por seu corpo enquanto dançava. A música termina, o strip também e não me restou nada a fazer além de aplaudi-la pela apresentação!

Rachel volta pra cama, acendemos as luzes e começamos a nos beijar intensamente. Enquanto nos beijamos, começo a acariciá-la e não muito tempo depois, ela desce para aplicar seu já conhecido oral. Ela executa a chupada de uma forma bem diferente da outra vez, igualmente gostosa. Então, ela começa a massagear meu saco e depois desce a mão para a região do períneo enquanto me chupava. Aí, eis a grande surpresa desse oral dela: ela pressiona um determinado ponto do períneo que fez o leite sair quase automaticamente. Só me deu tempo de tomar o susto e exclamar "caralho!" até o leite ser todo despejado dentro da boca da Rachel. Para os confrades que não sabem, o períneo é aquela região que fica entre o saco e o cu, antes que apareça algum incauto aqui achando que foi fio-terra ou massagem prostática. Na verdade, pode se considerar uma "massagem prostática" feita pelo lado de fora, por assim dizer.

Ela levanta, vai ao banheiro se limpar e volta para a cama. Agora, eu iria retribuir oral e, quem sabe, presenciasse o tão falado "esguicho". Comecei a chupá-la com vontade e pude sentir claramente seu clitóris se enrijecendo na minha boca. Ela pede para eu colocar o dedo e, enquanto a chupava, tento estimular seu ponto G. Eis que o orgasmo dela começa a vir. A intensidade aumenta, mas o esguicho acabou não vindo mesmo ela tendo dois orgasmos seguidos. Também pudera, ela já tinha feito três esguichadas naquele dia com outros clientes, era óbvio que uma hora a fonte ia secar, né?

Demos uma pausa e ficamos agarradinhos na cama conversando um pouco. Ela me contou sobre os variados tipos de atendimentos que faz e que, para cada um deles, tinha criado uma personagem. Não vou ficar aqui me estendendo nesse assunto, pois foge do ponto principal do TD. Se tiverem curiosidade, entrem em contato com ela.

Depois, ela pede para eu virar de costa e começa a fazer uma massagem bem relaxante. Ficamos conversando durante a massagem, mas admito que eu tava quase dormindo de tão relaxante que estava.

Assim, ela fica de quatro, passa gel no meu dedo e pede para que eu lubrificasse seu cuzinho. "Já sei, se colocar além de quatro dedos, o atendimento é mais caro", eu disse para ela que acabou rindo do comentário. Enquanto eu a lubrificada, com quase metade da mão enterrada em seu cuzinho, ela ficava me olhando pelo espelho e falando sobre a cara de safado que eu fazia enquanto executava o ato. Daí, ela levanta e vai ao banheiro dizendo que ia voltar com minha surpresa. Ela retorna com a garrafa de espumante vazia, abre um pacote de preservativo, coloca a camisinha no gargalo da garrafa e pede para... bem, uma imagem vale mais do que mil palavras.

Pois é, galera, ela pede para que eu faça masturbação anal com a garrafa de espumante nela, pedido que foi prontamente atendido. E mais uma vez, ela fica me olhando no espelho falando da minha cara de safado. Pouco tempo depois nesta masturbação com a garrafa, ela aplica seu oral novamente. No decorrer do oral, ela tenta aplicar a técnica do períneo novamente, mas não obteve sucesso dessa vez. A partir daí, ela senta em mim e começa a cavalgar. Faz uma cavalgada bem gostosa, por sinal, depois senta em cima de mim virada de costas e começa a fazer uma cavalgada anal. Cavalga bastante, mas, como a minha fonte ainda estava seca, nada do gozo vir.

Então, depois de um tempo de cavalgada e de eu sentir que meu leite não viria, ela se deita na cama e começamos a tentar o "esguicho" pela segunda vez. Porém, assim como eu, a fonte havia secado.

Acabou dando o tempo do TD, nos arrumamos, ela foi tomar um banho enquanto eu fechava a conta do hotel e pedia um táxi pra ela. Descemos nos despedimos e seguimos com nossas vidas.

Nesse TD pude conhecer mais uma característica do atendimento da Rachel Rosa: a versatilidade. Este foi o segundo TD que fiz com ela e foi um atendimento totalmente diferente do primeiro, fato que me surpreendeu bastante de forma positiva, inclusive. Enquanto que no outro o que marcou foi a intensidade, neste o marcante foi a serenidade. Existe uma característica comportamental no mundo corporativo que as empresas adoram chamada adaptabilidade, que nada mais é do que a capacidade da pessoa se adaptar a ambientes e situações de trabalho e isso foi uma coisa que a Rachel Rosa demonstrou que tem de sobra, pois sabe se adaptar muito bem ao estilo do cliente que está atendendo.