24 de Agosto de 2022 às 18:35
IZA PAULISTA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$50.00

REPETECO

SIM



Beijos trocados, a admiração foi recíproca e instantânea. Bonita, de pele clara, cabelos compridos e olhos de ameixa, Iza num primeiro momento impressiona pelo corpo bonito: bunda protuberante, peitos proporcionais, barriguinha sarada e pezinhos pequenos e macios.

Mas o que derruba os amantes do sexo casual é a vocação da paulista para o prazer. O poder da sedução somado à disposição para viajar no mundo de fetiches e fantasias faz dela um acerto a ser festejado.

- Me diz, vai: o que você quer fazer comigo?

Ela trajava o vestido da foto postada no Arena Social e depois apagada (se é que aquilo é realmente um vestido!) quando entrei no quarto do apto no 13Maio47, na manhã de terça-feira, conduzido pela bonita e simpática recepcionista. Um TD agendado na véspera em troca de mensagens tão objetivas, quanto cordiais. Eu teria meia-hora para me divertir e estava tentado a conhece-la desde que li sobre o desbravamento do confrade Don Otávio de Flores postado no dia 13.

Logo uma das primeiras frases me abduziu como há muito não ocorria:

Que grata surpresa a sorte pode nos revelar. Ainda não estou recuperado do baque que foi essa mulher. “

No quarto, por um ou dois minutos, eu e Iza nos olhávamos e, espontaneamente, sorríamos um para o outro.

Você tem certeza de que não vai querer ficar por uma horinha. Eu só tenho compromisso agendado para depois das onze…”, ela disse.

Bom, não sei exatamente o que a Iza pensava, mas na minha cabeça a única coisa que me vinha era a frase do relato do Don:

“Que grata surpresa a sorte pode nos revelar…”

Sentados no colchão que faz parecer um futton passamos a nos beijar e a trocar carícias, iniciando com “namorinho” safado e juvenil. Logo ela pede para eu deitar e me engole com um boquete daqueles executados pela ninfeta que quer acabar com a fortuna do “tiozão da lancha”.

Iza não é propriamente uma ninfeta. Nem eu sou o “tiozão da lancha”. Mas, que textura! Que ritmo! Que babada gostosa! Carinhosa, ela mamava e fechava os olhos. Linda, mamava e me olhava, tirando os cabelos que lhe caíam sobre o rosto. Tesuda, levava o pau à garganta e voltava lambendo-o como se a língua deslizasse macia e candidamente num picolé cremoso em manhã de verão.

Cena inesquecível que me obriga a citar o restante da frase do relato de Don Otávio de Flores que me levou ao encontro com Iza, a paulista.

Ainda não estou recuperado do baque que foi essa mulher. “

Pus-me a chupa-la, iniciando pelos seios, passando pela barriga e descendo pelas virilhas até chegar na bucetinha bem desenhada e cheirosa. Lambi, beijei, chupei-lhe o clitóris, “linguei” o cuzinho, sempre dando meu máximo para retribuir à altura o oral que até agora “me enche o saco” - literalmente.

Iza gemia com os olhinhos cerrados, e direcionava minha cabeça mostrando o ponto que mais a excitava. Em alguns minutos, enquanto me cobria de elogios, banhava meu rosto com um néctar doce que lhe encharcava a vulva.

Pedi a camisinha, coloquei-a de quatro e a penetrei com estocadas que variavam o ritmo, segurando-a pelo cinto que favorece o galope. E como o tempo de atendimento estaria prestes a terminar, dediquei-me àquele momento. Gozei embalado pelos gemidos da Iza, a paulista, e lamentando não ter conseguido ficar mais meia hora na troca de energias tão prazeirosas.

Quando tudo dá certo, é muito bom. Menina bonita, simpática, de bom nível cultural, acolhedora e gostosa. O local é funcional, banheiro ótimo. Agradeço demais aos desbravadores que trouxeram os detalhes encorajadores. E assino embaixo do referendo: Iza, a paulista, repeteco contínuo…