10 de Setembro de 2022 às 14:42
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Terceiro sábdo seguido de alvará. Se 1 já é inedito, 3 então é quase um milagre. A escolhida? he he eh Alice, minha atual namorada. Parecemos aquele casal de ficantes que trepa 1 vez por semana.

Marquei com ela com vários dias de antecedência, primeiro horário para não pegá-la cansada de outros atendimentos. Fui com o firme propósito de não postar, pois achava que seria igual aos outros e eu me tornaria uma cara repetitivo nas descrições. Que engano o meu. Foi completamente diferente, ela sabe das coisas, como cativar um homem.

Cheguei, papinho rápido, beijo, banho e já me preparo para deitar de bruços na maca e ela fala "Não, hoje deita de frente pra mim, estou cheia de maldades para fazer com você". Prá que, meus amigos? Meu amiguinho já se animou. Aí ela começa a tortura, não consigo nem descrever. Meu pau fica duro imediatamente, ele até já chorava de alegria pelo único olhinho dele. Em um dado momento ela pergunta no meu ouvido "quer gozar agora e depois no final também?". Dizendo isso para mim, ali, de frente, ela só de calcinha com aquele corpo que muitas menininhas matariam para ter, foi o mesmo que perguntar se macaco quer banana, se político quer ganhar eleição, se o Popeye quer espinafre ou se o Principe Charles quer a coroa da Inglaterra. Com a voz trêmula de emoção e surpresa e o pau pulsando como há muito tempo não pulsava digo apaixonadamente que sim. Ainda pensei "e depois casa comigo" mas fiquei na minha.

Meus caros companheiros desse egrégio forum. Que boca tem essa mulher e que delicia de boquete. Se me pergutarem o que tem de diferente dos váriso que já recebi eu responderia "nada", só que ele é exatamente do jeito que eu gosto não é aquele bate-estaca rápido e sem emoção, meio mecânico, que eu chamo de punhequete. Ele é calmo, aconchegante, molhado na medida certa. Se eu for comparar com a gastronomia eu diria que meu pau foi literalmente degustado e não simplesmente comido como se come um prato feito, se é que me entendem. Milagrosamente consegui segurar um tempo, olhando para aquela mulher linda e madura acariciando meu pau com a boca. Até que não aguentei.

Como cavalheiro que sou, avisei que iria gozar (falando baixinho), sem saber o que ela faria a seguir. Ela continuou até que eu despejasse meu filhotes na boca dela. Quase a alma saiu por ali. Tive que dar uma segurada senão eu iria parir minha alma pelo olhinho do pau.

Ela me limpou rapidamente e foi fazer a higiene dela no banheiro enquanto eu pensava comigo "tô velho para essas coisas. E se depois não conseguir outra no final?" Que engano o meu, continuem a leitura.

Ela voltou sorrindo, me limpou com lenço úmido (não arrisquei sair para lavar o pau no chuveiro) e só então ela começa a massagem comigo de bruços. Conversamos um tempo e na medida em que a massagem ia se transformando em algo mais, digamos, íntimo, meu pequeno amigo já lenata e se mostra pronto para a luta. Muito passar de ponta de dedo pelo corpo até que vem a palavra mágica "vira". Esqueci de comentar que teve muito beijo (de verdade) na boca ao longo de todo atendimento.

Ela então sobe na maca e me oferece a linda e deliciosa buceta para ser degustada e engatamos um 69, aquela boca me torturando, eu aproveitando aquela delicia de buceta, sabedor que poderia ficar ali eternamente se eu quisesse. Só que o prazer eterno não existe e ela, num dado momento, aperta a buceta contra minha boca, o líquido fica mais gostoso e ela goza baixinho (lembrem-se, não pode berrar ali por causa dos vizinhos do andar he he he, nada que atrapalhe) e fica tão sensível que nem me deixa dar uns beijinhos nas coxas dela.

Depois de ela se recuperar, é chegada a hora do encaixe na buceta apertada dela. Como se lesse meu pensamento ela pede um papai-mamãe. Eu já fui pra lá com esse pensamento, de que hoje queria comê-la que nem um casalzinho apaixonado.

Adentrei aquela maravilha molhada, chegava a fazer aquele barulhinho gostoso que todo homem gosta de ouvir, de buceta molhada. Olhava nos olhos dela, parava, sentia a buceta dela me apertar, continuava, ate que, mais uma vez, ela gozou baixinho. Eu quis continuar até gozar também mas a idade de merda e a falta de exercícios deram o ar da graça e eu cansei. Deitei de costas na maca e pedi uma punheta para finalizar, já que vontade eu tinha, preparo físico é que não. Para minha surpresa ela senta no meu peito, aqueles glúteos virados para mim... Gluteos nada, porra. Aquela bunda redondinha e linda que eu não parava de admirar pensando "caramba, que achado foi essa mulher". A visão da bundinha dela e aquela mistura de punheta com manipulação eu não ia durar. Gozei na mão dela e na minha barriga o restinho que eu tinha guardado e que já não é grande coisa.

Banho, papinho, cafezinho balinha, beijinho, abraço apertado e a certeza de que voltarei outras vezes, desde que eu não precise quebrar o cofrinho he he he.

É isso, companheiro da putaria, finalizo dizendo "isso é que é mulher, PQP!"