16 de Setembro de 2022 às 20:27
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Setembro, 2022.



A lua estava cheia, Juhly veio a minha mente e a minha frente. Flertamos por chat, confirmamos no cantinho escuro e nos divertimos como corpos celestes soltos na galáxia.



Eu tenho andado com uma vida um tanto quanto agitada, vai ver abraçar o mundo com as mãos virou meu fetiche, admito me divertir tentando e me surpreender com ótimos resultados.



Bebam água!



Manhã, 07h talvez, abro os olhos, minha mente inicia, olho para o lado e vejo uma pessoa dormindo, em meio segundo lembro da situação e também que havia marcado de exorcizar o Chuck! Lembro que a minha parceira dorminhoca não pega Uber sozinha e que havia prometido a levar em casa, contudo eu não havia feito a logística do tempo. Nem eu acredito que consegui fazer tudo que fiz nesse intervalo, mas essa é história para outra ocasião, afinal o foco aqui é a Juhly. Mando msg que vou atrasar 5min, 8min e cadê eu? Juhly manda um áudio ameaçando ceifar minha vida, contudo de forma indolor para eu não sofrer muito <3.



A campainha toca, pausa para elogiar a campainha, me senti um feiticeiro ao encarar aquele olho mágico, kkkk é maravilhosa, sério. Juhly abre a porta, eu com cabelo molhado ainda, ´´tava transando, né? `` um riso escapa de meus lábios e ela tem sua confirmação, bate papo rápido, oi para a família, ela estava caracterizada com a roupa do Chuck, que foi o primeiro filme de terror que assisti. Juhly devora meus lábios, eu a pego no colo, se isso é meu fetiche? Não, é meu ritual! “Me taca na cama” diz Juhly, eu apreensivo por já ter quebrado uma cama e pensando se teria limite no cartão para parcelar mais uma (É zoa, tá?!), taco Juhly na cama e pulo junto, beijos que fogem dos lábios e percorrem o corpo de ambos, enquanto a chupo, escuto a frase que embora não seja a primeira vez, sempre causa um certo alerta em mim “Come meu cu” língua vai, língua vem, ela pega o lub e abre a bunda para mim, eu me encaixo, a gente disputa força enquanto mete com até um certo ódio, Juhly deita e eu vou por cima da mesma, mantemos a intensidade, suor escorrendo, corpos ofegantes, sorrisos mudos, eu desacelero, invertemos; entre beijos, mordidas, apertos, metidas e esfregações, eu percebo estar sob o céu estrelado com uma voraz mulher sobre o meu corpo.