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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
pretexto
substantivo masculino
1. motivo que se declara para encobrir a verdadeira razão de (algo); desculpa, subterfúgio, alegação; manobra.
Em breve bate papo descontraído pelo aplicativo de mensagens com essa pessoinha, perguntei se estava tudo bem (ela havia se sentido mal no dia anterior) e aproveitei para parabenizá-la por ser a entrevistada do próximo mês no Arena. Ela agradeceu pelo carinho daquele jeito bem espontâneo. Decidi me despedir dizendo que ia comer (almoçar)...
Quando pego o celular minutos depois ela havia respondido quando que eu ia come-la outra vez (esse é o jeito Zuckie de ser kkk). Respondi: de novo? – nesse momento o negócio chamado memória sexual já tinha se ativado e a vontade de tentar marcar alguma coisa já era de 99,7%. Tempos depois ela volta: sim, de novo ainda estou com aquela sua camisinha ruim aqui! Esqueceu?
Nessa hora a cabeça de baixo já dominava a de cima com 99.8% de chances de perguntar se tinha horário. Era dia de curso e o alvará seria bem curto. Pra quem faz TDs normalmente de 2 horas aquela ideia não era comum, mas persistia. Me fiz de durão e falei que era melhor deixar pra outra oportunidade. Fernanda então disse que eu ainda não tinha testado a sua cama nova e que estava precisando amaciar o colchão. Vontade de marcar: 99.9%. Retruquei mais uma vez dizendo que não tinha tempo. Aí ela me vem com um áudio: o fdp, vem logo que eu adoro quando você mete chupando meu peitinho...
Não resisti! Mas que fique bem claro que eu só aceitei por que realmente precisava usar a camisinha, pois a seringueira não poderia ter “sangrado” em vão e eu odeio desperdícios.
Combinamos para o seu último horário do dia, justamente depois da minha aula, confesso que quase a matei pra tentar pegar mais tempo, mas ainda me restava um pouco de sanidade.
A Lili cantou em Copa e disparei pro metrô. Graças a Deus a minhoca de metal chegou rápido na estação, enquanto a minha minhoca já dava sinais de inquietação pensando nos minutos que viriam. Tudo certo no trajeto, a Cinelândia já ameaçava adormecer com a Praça do Floriano fria e desértica. Mando mensagem e a Fe autoriza a minha subida. Toco a sua campainha, lá de dentro ela já grita “Pequeno Dig” e abre a porta.
A diaba vestia um conjunto de lingerie todo vermelho, com uma calcinha minúscula e uma sainha que mal chegava na metade da metade daquelas coxas gostosas, e justamente no coxão direito dela tinha uma liga de perna, não sei porque (ou sei, fica mais sexy) só tinha em uma perna...
Tínhamos pouco tempo, ela mandou eu ir pro chuveiro pra posteriormente eu me tacar em sua cama, não sem antes uma pequena briguinha por causa da luz do quarto kkkk.
Eu não sei o que aquela mulher tinha tomado, mas ela tava com um olhar diferente, ainda mais devasso, ela parecia feliz, essa era a palavra. Beijou-me, tacou longe a liga de perna, levantou a minúscula saia que compunha a lingerie deixando bem próxima do umbiguinho. Brinquei dizendo que tava cansado pra foder, que nem sabia se aquilo ia funcionar. Zuckie disse: você falando isso? Tu vai ver como isso vai subir rapidinho. Me chupa!
A devassa tirou a calcinha e nem precisou mais mandar. Por instinto cai de boca naquela bucetinha chupando igual cachorrinho como ela pede. Já começou a gemer e aquela hora aquilo nem era mais permitido no prédio kkk. Ficou molhada. Até que resolvi de molecagem parar e perguntar: hoje não vai ter tapa? Ela responde entre os dentes, vai se você continuar fazendo pergunta idiota e parando de chupar. Você tava indo direitinho, filho da puta! Rimos.
A Zuckie incorporou o bichinho que a habita, pegou a bazuca e falou que agora eu tinha que chupar o seu cuzinho: ele (apontando pra bazuca) na minha bucetinha e você no meu cuzinho. Eu tô com tesão no cu hoje, fdputa! Apenas obedeci. Gemidos e mais gemidos e pouco depois ela gozou. Pequena pausa e eu elogiei a textura da pele dela, dá um tesão desgraçado lembrar de como ela é lisa, macia e quente. A marquinha em dia como sempre.
Meu Dig já tava batendo na minha barriga de tão hasteado: ué, quem foi que disse que não ia funcionar? Na velocidade da luz ela pegou a balinha e se lambuzou como quem chupava um gostoso Chica Bom. Eu falei: meu Jesus, tu pegou mesmo o jeito que eu gosto de ganhar boquete. Ainda completei que era pecado falar o nome de Jesus nessa hora. Ela parou e disse que Ele entendia kkkk. Pedi com urgência pelo meu pretexto. E não é que a camisinha estava lá?
Entrei na gruta selvagem e soquei no ppmm, chupando aqueles peitinhos pontudos e deliciosos. O braço cansou e ela que passou a jogar o corpo pra baixo dizendo: viu, eu que tô te comendo! FZ pediu pra pegá-la de quatro e ficar passando o dedo na entrada do cuzinho. Confesso que quase pedi anal, mas não tava no nosso contrato e nem na vibe. O time tava ganhando daquele jeito, pra que mudar?. Ela começou a rebolar e pedir pra eu socar mais forte e eu dando meu máximo kkkk. Me deu um tapa na perna e tomou um na bunda de volta. Rimos de novo.
Outra troca de posição, a Zuckie novamente se deitou de frente pra mim. Só que dessa vez ela pôs um travesseiro sob o quadril que ficou ligeiramente levantado facilitando ainda mais a penetração. Pediu mais pica e disse que tinha achado a melhor maneira daquele jeito e que ia gozar. Gozou e eu quase explodi ali dentro também. As caras e bocas e as gemidas que ela dava enquanto era penetrada me excitavam demais, e o suor escorrendo do rosto mais ainda. Tirei a pica de dentro e ela perguntou pq eu tinha tirado. A verdade é que eu tava me segurando e não queria mais suportar. Pedi pra despejar leitinho na boca dela.
Já que eu tirei o Dig de dentro dela, ela sacou de novo a bazuca e ameaçou massagear meu pau com aquele troço, mas era brincadeira. Ufa. Ela disse: me dá leitinho. Enquanto eu me masturbava, a bazuca trabalhava lá embaixo. E tome mais gemida, o corpo dela tendo espasmos. Não resisti e gozei gostoso dentro daquela boquinha, chegou a escorrer pelo pescoço e pelos seios, fiquei esfregando toda a porra escorrida no biquinho esquerdo dela. Por segundos senti vontade de desfalecer ali naquela cama de tão gostosa que tinha sido a gozada.
A hora que combinei de ir embora já tinha chegado. Tomei um banho e me vesti pra partir, ela perguntou se eu ia ficar mesmo SÓ MEIA HORA. Vou te contar, o mulher pra atentar, viu!? Disse que sim, senão eu chegaria muito tarde em casa. A tal da sanidade novamente. Uhull. Ainda deu tempo de vê-la tomar banho e o Dig ali querendo pular pra fora da calça de novo. Logo após ela me mostrar (ainda pelada) o que a parte de baixo da sua nova cama guardava. Ela rebolava e olhava pra trás, rebolava e olhava pra trás, rebolava e... eu finalmente percebi que era pra passar a mão no parquinho dela. Ela se virou: tu demorou pra entender, heim! Pra mim já tinha dado, pedi encarecidamente pelo pix dela antes de desapertar a fivela do cinto e recomeçar tudo de novo kkk.
Pagamento feito, Zuckie já vestida me deu um beijo de despedida e antes que eu abrisse a porta, mandou eu tirar a mão daquela maçaneta, por que era ela quem deveria abrir, senão o cliente não voltava, foram as palavras dela. E quem disse que eu vou voltar? Agora não tem mais pretexto... respondi. Ela rebateu: eu sei que você volta, pequeno Dig. Será, sua demônia!? Rimos pela última vez.
