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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Tenho uma nota mental com os nomes de algumas meninas que preciso conhecer até o final do ano: Lisbela, Alícia Ferrari, Moah, Yasmin Gêmea, Isadora Vilella e por aí vai…
Mas tenho rompantes. Escolhas aleatórias. É algo mais forte do que eu. Pareço dependente dessa adrenalina que alimenta espírito “puntanhesco”. Chamem de vício, se quiserem.
O certo é que quando me deixo levar por essa espécie de dopamina erótica me jogo no perigoso carrossel de emoções, que sobe e desce de acordo com a sorte.
Perco mais do que ganho, admito - e escondo as derrotas de vocês por penitência. Assumo o erro e vida que segue, deixando estampado no olhar o arrependimento e desabono. A GP que se julgue.
Mas de vez em quando acerto: foi assim com a Ayla, da Horus, uma paixão incubada, com Iza Paulista, apesar da aprovação publicada por dois confrades, Roccia e Nanda Carvalho, cuja fama desconhecia.
E se repetiu na última terça-feira, quando revoltado com um “bolo” de Lavínia, a novata da Stúdio Zen, aceitei a sugestão da gerente de fazer 30 minutos com uma outra menina.
Era apenas para não perder a brecha na agenda e a própria ida ao Centro. Estava enfurecido com o furo de Lavínia, antes escolhida, e precisava soltar herdeiros raivosos que organizavam rebeldia no saco.
Recebi as fotos e entreguei-me à sorte com Vitória, a loura de boa estatura, corpo são, aparelho nos dentes e sorriso farto. Disse-me que fazia sua estréia na casa, vindo da Duda’s Massagem.
Não me importava a história sobre sua trajetória, tampouco palavras de encanto que, somadas ao sorriso, me aprovavam como um “cliente gente-boa” - palavras dela.
Tudo me desapontava até que, após o banho no box da cabine quatro, nos pegamos num enrosco agradável. Beijos, chupões, apertos, carinhos e tudo mais.
Ela ajoelhada na cama e eu de pé, fora dela, com as mãos passeando pelo corpo sem imperfeições. Sim, Vitória tem baixo percentual de gordura e anatomia recomendável.
Acarinhei a buceta, com dedos da mão esquerda, invadi a boca com a língua e estimulei a safadeza com dedo da mão direita no ânus que só libera acesso mediante taxa extra.
Mas a lubrificação espontânea só veio mesmo com as linguadas no clitóris, as mordidas carinhosas nos lábios da vagina e a sucção no cu depilado que penetrei com a língua.
Vitória, de quatro na cama, rosto enfiado no travesseiro, passou a se estimular friccionando o clitóris e aquilo me fazia explorar cada vez mais a área nobre sua bunda: o cu.
O gemido mudou o tom, o rostinho dela ganhou uma cor rosada e, ao abrir sorriso espontâneo, Vitória me deu a primeira sensação gostosa da manhã deformada por Lavínia.
“Você me fez gozar, amor…”
Beijei-lhe os pés, a batata da perna, coxas, barriga e avisei: vou comer sua buceta! Camisinha posta, meti com a força de um faminto sob os gritos de “isso”, “assim” e “mais…”
Pedi que ela viesse por cima e o galope me fez lembrar do cinto que faz as potrancas se sentirem dona da arena. Retirei-o da calça e a envolvi pela cintura, estapeando docemente as nádegas…
Ela sacudia e rebolava o quadril, pedia para galopar com “sua (minha) égua no cio…” e se divertia com a tara do maluco carente e carinhoso que abria o seu dia.
Gozei.
Acabei com a rebelião hormonal.
Liberei os espermatozóides.
Enchi o plástico.
Vitória queria ficar por mais tempo. E disse que com “presentinhos” aceiraria leitinho no rosto e até liberaria o anal. Mas eu não tinha mais tempo - culpa de Lavínia!
Não curti o atraso da menina que me fez sair de casa de manhã cedo e não cumpriu o agendamento, me frustrei com as instalações, mas a simpatia da gerente Daiane
No fim, o custo-benefício equilibrou a balança. Custei a entender o que aconteceu: por que escolhi Lavínia, por que Vitória foi escolhida como suplente e por que não peguei seu número pessoal para agradece-la com mais carinho por ela ter me libertado do desejo de ter Lavínia…
Recomendo-a.